Bem amigos tricolores, pelo menos de algo serviu esta derrota para o Atlético Goianiense, Adílson Batista foi demitido. Ficou claro que o treinador é fraco tecnicamente e que não teria como melhorar as coisas no tricolor.
O time ontem até começou o jogo melhor, mas quando a fase é ruim a bola não entra e basta o adversário chegar uma única vez para conseguir o gol. Foi o que aconteceu no primeiro tempo.
No segundo tempo o time voltou mal, piorou após as alterações e acabou goleado.
Agora sobre o comando do eterno interino Milton Cruz e Rogério Ceni esperamos pelo menos que o time brigue por uma vaga na Libertadores, que pode vir inclusive com através da Copa Sul Americana.
Os comentários do jogo são do blog do Vítor Birner, não estou com paciência para escrever hoje:
Atlético GO 3×0 São Paulo
O São Paulo jogou bem no primeiro tempo, mas levou um gol por causa
do erro de marcação que aconteceu em quase todos os jogos desde a
chegada de Adison.
O Dragão mandou na etapa complementar, sobrou, mereceu a vitória,
derrubou Adilson e o adversário da zona de classificação para a
Libertadores.
Escalações
Atlético GO – Marcio; Rafael Cruz, Gilson, Anderson e Thiago Feltri; Marino, Pituca, Bida e Vitor Junior; Felipe e Anselmo
São Paulo – Rogério Ceni; Pirís, Xandão, Rhodolfo e Carlinhos; Denilson, Wellington, Cícero e Lucas; Dagoberto e Luís Fabiano
Ataque x contragolpe
O São Paulo entrou em campo para atacar. O Dragão apostou nos contragolpes.
Helio dos Anjos posicionou o time atrás.
Marino e Pituca, os volantes marcadores, e Bida, o terceiro da
posição e quem tem mais liberdade de avançar, fizeram uma parede em
frente aos 4 homens da defesa.
Normalmente os laterais Rafael Cruz e Thiago Feltri apoiam bastante. Não aconteceu. Atacaram de forma tímida.
Vitor Junior e Felipe cuidavam dos contragolpes.
A bola ficou com o São Paulo, dono de postura agressiva e constante presença no ataque.
Lucas e Cícero foram os principais responsáveis pela criação no meio-campo. Os volantes Cícero e Wellington também ajudaram.
Dagoberto trocou constantemente de lado no ataque para confundir a defesa do rival.
Luís Fabiano fez o trabalho de pivô.
O São Paulo chegou a ficar mais de 70% do tempo com a bola e criou boas chances.
Pecou nas finalizações e no último passe.
E não só nisso.
Furacão sai na frente
O contra-ataque do Dragão incomodava, mas o São Paulo era superior no confronto quando sofreu o gol.
Os são-paulinos estão cansados de ver a equipe perder pontos por causa das falhas infantis de posicionamento e marcação.
Os treinadores adversários obviamente mandam seus times forçarem o jogo onde os erros se repetem.
O Atlético fez isso e de forma humilhante para a defesa são-paulina.
Quantas vezes você viu uma equipe defensiva balançar a rede após um zagueiro cruzar e o outro cabecear?
Assim aconteceu o gol. Anderson levantou a dita cuja na área e Gilson fez 1×0.
Não havia muitos jogadores na área são-paulino, porém Gilson subiu livre por causa da bobeira de Pirís e Xandão.
Sorte e azar gigantes
Os visitantes continuaram melhores em campo.
Atacaram, criaram ótimas oportunidades. todavia pecaram nas finalizações e em alguns passes.
E, além disso, levaram azar.
Aos 32, num lance só, o Dragão viu a bola bater 4 vezes nas suas traves.
Rhodolfo cabeceou, Márcio fez linda defesa e desviou a redonda que
pegou no travessão e na trave. Xandão, na pequena área, de novo acertou o
travessão e aconteceu outro rebote. Luís Fabiano chutou, a esférica
desviou na zaga e mais uma vez bateu na trave.
Até o fim do primeiro tempo o São Paulo mandou no jogo.
Atlético sobra no segundo tempo
Adilson gostou do que viu na etapa inicial e repetiu o time na volta do intervalo.
Hélio dos Anjos, satisfeito com o contragolpe eficaz, acertou o posicionamento defensivo sem alterar a escalação.
E viu seus comandados vencerem sem dificuldades.
O Atlético aumentou o tempo de posse de bola, diminuiu os espaços no seu sistema defensivo e continuou mortal no contragolpe.
Desde o início do período complementar foi melhor.
Aos 6, Ceni evitou o gol dos anfitriões.
Rivaldo entra. São Paulo sucumbe
Aos 12, Adilson, insatisfeito com o desempenho são-paulino, mexeu mal no time.
Trocou Cícero por Rivaldo e acabou de vez com as possibilidade de o São Paulo vencer.
Lucas, péssimo outra vez, deveria ter saído se a idéia era usar o veterano.
Sem Cícero e com o ex-craque, que não tem forças para marcar tal qual
o futebol atual exige, o São Paulo perdeu pegada no meio-campo, roubou
menos bolas e ficou sem criatividade.
Sem perdão
O anfitrião não perdoou.
Dois minutos depois da substituição, Anselmo chutou, Rogério Ceni fez
uma baita defesa, a redonda tocou no travessão e Felipe, no rebote,
ampliou.
Não foi pênalti. E daí?
Aos 23, o soprador deu pênalti de Xandão e errou.
Anselmo cobrou bem e fez 3×0.
Não adianta o são-paulino reclamar do apito.
O Atlético venceria mesmo sem a penalidade.
Mudanças só de atletas
Marcio se machucou e Rafael entrou aos 25.
Quase ao mesmo tempo, Marlos ocupou o lugar de Dagoberto.
Aos 39, Piris saiu e Jean foi para o jogo.
Ernandes, aos 42, e Joilson, aos 45, entraram nas vagas de Anselmo e Bida.
Nenhuma mudança alterou a cara do confronto.
Só o Dragão levou perigo e mereceu os 3 pontos.
O jogo:


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