28 de agosto de 2016

São Paulo segue sem vencer no Morumbi e aumenta crise

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Time criou chances mas não saiu do zero contra o Coritiba

Não foi desta vez que o São Paulo acabou com angústia de seu torcedor e saiu de campo com uma vitória no Morumbi. Pela quinta vez consecutiva, o quarto jogo seguido pelo Campeonato Brasileiro, o Tricolor tropeçou no Cícero Pompeu de Toledo. Desta vez, o empate por 0 a 0 com o Coritiba, que briga apenas para fugir do rebaixamento, expôs, além de tantas deficiências técnicas da equipe, o abatimento de um elenco que sofreu até agressões na véspera da 22ª rodada, em protesto de torcedores organizados.

Aliás, torcida é um fator que o São Paulo terá de se acostumar a não ter enquanto não apresentar uma reação, pelo que ficou evidenciado neste domingo. Apenas 7.836 pessoas foram ao palco tricolor, a princípio, para apoiar, mas também não deixou de manifestar suas insatisfações com vaias e xingamentos pontuais a Michel Bastos, mais uma vez principal alvo das arquibancadas.

A igualdade deixa a equipe de Ricardo Gomes estacionada na 11ª posição, agora com 28 pontos, cada vez mais perto da zona de rebaixamento. O Coxa Branca, que praticamente só se defendeu no confronto, apesar de ter desperdiçado uma chance incrível que parou nos pés de Denis, também não tem muito o que comemorar. Os paranaenses ficam com 26 pontos, na 15ª colocação.

A próxima rodada está marcada apenas para o dia 7 de setembro, uma quarta-feira, para os dois clubes. O São Paulo terá o clássico contra o Palmeiras, no Palestra Itália, às 21h45. No mesmo dia e horário, o Coritiba receberá o Grêmio no estádio Couto Pereira.

Buffarini, suspenso, e Mena e Cueva, convocados por suas seleções, já serão desfalques certos para Ricardo Gomes, que também não deverá ter Bruno e Rodrigo Caio por causa de lesões.

História que se repete
O clima no Morumbi era pesado já antes da bola rolar. O protesto violento de alguns torcedores na véspera da partida, como não podia de ser, se refletia no semblante e no futebol dos atletas tricolores, que não tiveram o apoio que seu capitão Maicon tanto cobrou durante uma rápida e tensa reunião com alguns organizados no CT da Barra Funda.

Os poucos que se dirigiram ao estádio Cícero Pompeu de Toledo ainda se mostraram dispostas a tentar ajudar a tirar o time da lama. O hino foi cantado e os tradicionais cânticos também, mesmo que com um ímpeto não tão empolgante.

Mas, bastaram alguns minutos de bola rolando para o apoio se tornar impaciência mais uma vez. Armado com uma linha de cinco jogadores no meio de campo, tendo apenas Chavez como referência, o São Paulo batia cabeça ao tentar organizar suas tabelas, quanto Buffarini seguia excessivamente afobado até receber o cartão amarelo que o tira do clássico contra o Palmeiras.

Mesmo assim, chances foram criadas, mas, quando a fase não é boa… Primeiro, Cueva finalizou de longe e viu a bola raspar a trave de Wilson, o que até inflamou parte dos fãs, mas, logo o jogo se amornou.

O clima só ficou quente de novo quando Michel Bastos e Andres Chavez inciaram uma discussão em campo que precisou da intervenção do meia peruano. Na sequência, o argentino acabou desperdiçando uma grande chance, ao completar cruzamento de Mena para fora. O auxiliar assinalou impedimento, mas não amenizou a revolta do próprio jogador, que voltaria a falhar feio na jogada posterior, desta vez sem interferência da arbitragem.

O zagueiro do Coxa, Lucas Claro, cruzou uma bola na frente de sua área e propiciou o contra-ataque mortal. Cueva foi rápido e serviu Andres Chvez, que parou na espetacular defesa de Wilson. Foi o estopim para reinício dos protestos. Com o apito para o intervalo, o alvo voltou a ser Michel Bastos, sempre o mais perseguido, principalmente pelas torcidas organizadas do clube. Os xingamentos ofuscaram até mesmo aqueles que apenas vaiam e pediam raça.

Na etapa final, a maior mudança foi mesmo apenas troca de lado das duas equipes. O Coritiba seguia apenas esforçado na marcação e em busca de um milagroso contra-ataque, que parecia inexistir. Já o São Paulo continua na sua luta pelo gol que talvez lhe desse mais tranquilidade.

Chavez, apesar de tarde não tão inspirada, era quem mais criava perigo com seus fortes chutes de canhota e com suas cabeçadas certeiras. O problema era passar por Wilson, que se mostrava seguro sempre que requisitado. Ricardo Gomes, então, resolveu mexer. E ao tirar Michel Bastos, voltou a criar um clima hostil no Morumbi com muitas vaias direcionadas ao camisa 7, que deu lugar a Luiz Araújo.

E se o Coritiba esperava uma brecha da defesa tricolor para ser fatal, o time paranaense não pode reclamar, pois não foi uma. E sim duas grandes chances. Primeiro, Neto Berola cabeceiou livre, livre de dentro da área, mas por cima do gol. Depois, já aos 19 minutos, Raphael Veiga recebeu cruzamento rasteiro e, de frente para Denis, viu o camisa 1 salvar os mandantes com os pés.

O castigo quase chegou pelos pés de Thiago Mendes, mas Wilson queria fazer seu nome em cima dos são-paulinos, que pressionavam, mesmo que na base do ‘cada um por si’, mas faziam em campo aquilo que a torcida tanto pedia já desesperadamente. O problema é que, como nas últimas quatro partidas em casa, não surtiu efeito e as vaias novamente deram o tom com o apito final.


MELHORES MOMENTOS:




FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 0 X 0 CORITIBA

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 28 de agosto de 2016, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL)
Assistentes: Esdras de Lima Albuquerque e Pedro Jorge de Araújo (ambos de AL)
Cartões amarelos: SÃO PAULO: Buffarini, Mena. CORITIBA: Edinho.
Público: 7.836 pessoas
Renda: R$ 182.596,00

SÃO PAULO: Denis; Julio Buffarini, Maicon, Lyanco e Eugenio Mena; Hudson, Thiago Mendes, Michel Bastos (Luiz Araújo), Kelvin (Pedro) e Christian Cueva; Andres Chavez
Técnico: Ricardo Gomes

CORITIBA: Wilson; Dodô, Luccas Claro, Juninho e Benítez; João Paulo (Walisson), Edinho, Juan e Raphal Veiga; Vinícius (Iago) e Neto Berola (Ortega).
Técnico: Paulo César Carpegiani

26 de agosto de 2016

Torcedores membros da Independente ivadem CT do São Paulo em protesto

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O lado negativo foi a agressão a jogadores além de roubarem materiais do clube

Não ficou só na promessa. Torcedores do São Paulo acordaram cedo na manhã deste sábado e protagonizaram cenas de pânico no CT da Barra Funda. Durante aproximadamente duas horas, eles formaram uma grande multidão em frente ao local de treinamento da equipe para cumprir com o protesto já marcado por meio das redes sociais durante a semana. Após negociações com a diretoria sem sucesso, os torcedores arrebentaram o portão de entrada e tiveram acesso aos campos, onde estavam alguns atletas e parte da comissão técnica.

 Com gritos de ordem e pedidos de “respeito à camisa tricolor”, os torcedores cobraram e ameaçaram os jogadores são-paulinos. Seguranças conseguiram evitar uma tentativa de invasão ao vestiário. Em um dos vídeos gravados pelos próprios manifestantes, o volante Wesley aparece sendo escoltado por seguranças até o vestiário e sofrendo agressões pelo caminho. O veterano Diego Lugano e o capitão Maicon ainda tentaram apaziguar os ânimos conversando com diversos membros das torcidas organizadas, que até toparam conversar com a dupla de zagueiros.

Além de Wesley, o meio-campista Michel Bastos e o lateral esquerdo Carlinhos foram os que mais sofreram com a ira dos torcedores, que literalmente invadiram o campo de treino. Em meio a confusão, camisas e bolas ainda foram roubadas e furtadas de dentro do CT. O São Paulo divulgou um e-mail em que pediu apoio da Polícia Militar para o período da manhã já por receio do que poderia acontecer, mas não foi atendido.

O técnico Ricardo Gomes, que está no comando há apenas dois jogos, foi poupado pelos torcedores, que só deixaram o local aproximadamente às 11h30 para seguir com o protesto do lado de fora do CT. “Ôôôô, muito respeito com a camisa tricolor, filho da p…”, esbravejavam os organizados.

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25 de agosto de 2016

São Paulo perde para o Juventude, sai vaiado e se complica na Copa do Brasil

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O São Paulo joga mal e perde no jogo de ida da Copa do Brasil

O técnico Ricardo Gomes mexeu na escalação para a estreia do São Paulo na Copa do Brasil, mas a equipe não correspondeu dentro de campo e perdeu para o Juventude, por 2 a 1, em pleno Morumbi, na fria noite desta quarta-feira, pelo jogo de ida das oitavas de final. A derrota para o time da terceira divisão do futebol nacional irritou a torcida tricolor que compareceu em pequeno número no estádio e os jogadores deixaram o gramado sob vaias e protestos.

Buscando armar um São Paulo mais agressivo diante do time gaúcho, Gomes começou com Carlinhos e Bruno nas laterais esquerda e direita, já que ambos são considerados mais ofensivos que seus respectivos titulares. Michel Bastos iniciou o confronto no banco de reservas, entrou durante o segundo tempo e pouco pôde fazer para ajudar a equipe da casa.

Com um 4-1-4-1 ainda desorganizado, o Tricolor viu o atacante Roberson aproveitar bobeada de Bruno e Maicon para abrir o placar logo aos oito minutos do primeiro tempo. Após tanto insistir nas bolas aéreas, o argentino Andres Chavez deixou tudo igual antes do intervalo. O São Paulo voltou melhor para a segunda etapa, mas quando tinha o maior domínio da partida viu Thiago Mendes cometer pênalti desnecessário, convertido por Roberson, o algoz tricolor da noite.

Agora, o São Paulo precisa vencer o Juventude por dois gols de diferença na partida de volta, marcada para o dia 21 de setembro, em Caxias do Sul, no estádio Alfredo Jaconi. Caso devolva o placar sofrido em casa, o Tricolor definirá a vaga às quartas de final na disputa por pênaltis.

Este foi o quarto jogo consecutivo em que o São Paulo não venceu no Morumbi, já que empatara com a Chapecoense (2 a 2), e perdera para Atlético-MG (2 a 1) e Botafogo (1 a 0), todos resultados pelo Campeonato Brasileiro, pelo qual voltará a jogar neste domingo, às 16 horas (de Brasília), contra o Coritiba, pela 22ª rodada, novamente em casa.

Susto e alívio

Como mandava o roteiro da partida, o São Paulo começou tomando a iniciativa e empurrou o Juventude para o campo de defesa. Hudson e Thiago Mendes apareceram bem abertos, auxiliando Kelvin e Cueva, que procuravam fazer as jogadas pelas pontas. Em uma delas, aos oito minutos, o peruano cruzou rasteiro, a bola atravessou toda a área e, por pouco, Kelvin não alcançou de carrinho para abrir o placar no Morumbi.

No minuto seguinte, o time gaúcho saiu para o jogo pela primeira vez. E não perdoou a falha defensiva do Tricolor. Em um rápido contra-ataque, o lateral direito Bruno não acompanhou e viu Roberson receber livre na esquerda. O atacante invadiu a área sem a resistência do zagueiro Maicon e bateu rasteiro no canto direito de Denis. O goleiro não conseguiu espalmar a bola, que morreu no fundo do gol.

A derrota parcial fez com que parte da pequena torcida tricolor presente no gelado estádio perdesse a paciência, insinuando algumas vaias a cada erro de passe dos anfitriões. Paralelamente, parecia ocorrer o mesmo com o time dentro de campo, atacando de maneira desordenada e apelando para as bolas aéreas, afastadas pela alta zaga gaúcha. A equipe da casa só foi assustar mesmo aos 22, quando Cueva cobrou falta sofrida por ele mesmo, passando rente à trave direita do goleiro Elias.

Mas de tanto insistir nas jogadas aéreas, o São Paulo conseguiu o empate, evitando a provável chuva de vaias no caminho aos vestiários durante o intervalo. Aos 39 minutos, Carlinhos cruzou, Chavez se antecipou à zaga e testou firme no canto esquerdo do goleiro Elias. Na comemoração, o lateral esquerdo cobrou aplausos da torcida são-paulina, que acabara de vaiá-lo por um cruzamento errado no lance anterior ao gol. Certo é que por pouco o atacante argentino não marcou o da virada, aos 44, em forte chute de cobrança de falta.

Decepção

O São Paulo começou a segunda etapa como terminou a primeira: pressionando. Em menos de dez minutos, Kelvin e Michel Bastos, que entrara no lugar de João Schmidt, perderam boas chances de gol. O segundo, principalmente, após receber bom lançamento do primeiro e, da pequena área, chutar forte pelo lado de fora da rede.

Os mandantes continuaram ocupando o campo de defesa do Juventude, mas abusando da troca de passes e sem criar grandes oportunidades de gol. O que irritou boa parte da torcida, que protestou solicitando “raça” aos comandados de Ricardo Gomes. No entanto, quem chegou perto do desempate foi o time visitante, através de cobrança de falta do lateral Pará.

Pouco depois, a irritação dos poucos torcedores aumentaria ainda mais. Isso porque o volante Thiago Mendes calçou Lucas, que acabara de entrar no lugar de Felipe, dentro da área. Aos 28 minutos, Roberson cobrou o pênalti no meio do gol, deslocou Denis, que pulou para a direita, e anotou seu segundo gol na partida. O Juventude retomara a liderança no placar do Morumbi.

Ricardo Gomes, então, promoveu as entradas de Gilberto e Luiz Araújo nos lugares de Kelvin e Hudson, respectivamente, na tentativa de conseguir ao menos o empate. A retranca gaúcha, porém, continuou firme mesmo após a expulsão do zagueiro Ruan, e os jogadores do São Paulo deixaram o gramado do Morumbi sob uma chuva de vaias.


MELHORES MOMENTOS:


FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 1 X 2 JUVENTUDE

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 24 de agosto de 2016, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO-Fifa)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (GO-Fifa) e Fabiano da Silva Ramires (ES)
Público: 6.643
Renda: R$ 145.406,00
Cartão Amarelo: Ruan e Bruninho (Juventude); Lyanco e Lugano (São Paulo)
Cartão Vermelho: Ruan (Juventude)

GOLS:

SÃO PAULO: Andres Chavez, aos 39 minutos do primeiro tempo

JUVENTUDE: Roberson, aos nove minutos do primeiro tempo, e aos 28 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Denis; Bruno, Maicon, Lyanco e Carlinhos; João Schmidt (Michel Bastos); Hudson (Luiz Araújo), Thiago Mendes, Kelvin (Gilberto) e Christian Cueva; Andres Chavez.
Técnico: Ricardo Gomes

JUVENTUDE: Elias; Neguete, Klaus, Ruan e Pará; Vacaria (Wanderson), Felipe (Lucas), Bruninho e Hugo (Cajon); Roberson e Wallacer.
Técnico: Antônio Carlos Zago

22 de agosto de 2016

Ingressos para São Paulo x Juventude

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Copa do Brasil - Morumbi - quarta-feira - 24/08/2016, 21h45

Em cumprimento à lei nº 14590 publicada no Diário Oficial em 11/10/2011, a partir de 11/11/2011, serão cadastrados todos os torcedores que adquirirem ingressos para partidas de futebol. É obrigatória a apresentação de documento de identificação oficial com foto no ato da compra (nas bilheterias ou pontos de venda).

ARQUIBANCADAS: Para atendimento ao JECRIM (qualificação do adquirente e proibição da venda de ingressos a integrantes de torcidas organizadas),não há venda de ingressos de arquibancada em bilheterias e pontos de venda. Na venda online, o torcedor deve informar um CPF para cada ingresso adquirido.

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!!! ATENÇÃO !!! GRATUIDADE

PORTADOR DE NECESSIDADES ESPECIAIS - Deverão acessar diretamente o portão 17B do Estádio e apresentar sua documentação junto aos fiscais de catraca. Dos acompanhantes do PNE será cobrado o valor integral do setor PNE Acompanhante. Poderão fazer uso do benefício de 1⁄2 entrada se devidamente documentados. Ingressos de acompanhante poderão ser adquiridos nas bilheterias do portão principal.

CRIANÇAS ATÉ 7 ANOS DE IDADE - Somente nas arquibancadas superiores, acesso pelos portões 6 (Azul / Laranja) e 15 (Amarela / Vermelha). Os pais e/ou responsáveis deverão comparecer às catracas, com documento da criança comprovando a idade. SUJEITO A ESGOTAMENTO.

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MEIA-ENTRADA:

A venda de meia-entrada se dará nas bilheterias e nos pontos de venda, mediante apresentação de documento de identificação, nos termos da Lei.
Nos termos do Decreto no. 8.537/2015 a concessão do benefício da meia entrada fica assegurada até o percentual de quarenta por cento do total de ingressos, descontados os destinados ao programa de Sócio Torcedor, reservados pelo prazo de setenta e duas horas antes de cada evento. 
Para compra virtual o torcedor fará a compra de apenas um ingresso por CPF, com a apresentação obrigatória do documento de identificação que garante o benefício no acesso ao estádio.
O ingresso de 1/2 entrada só poderá ser adquirido pelo beneficiário do desconto. O ingresso é pessoal e intransferível.Abriremos exceção somente para pais ou filhos, que poderão adquirir ingressos uns para os outros, mediante a apresentação de documentos que comprovem o grau de parentesco.
Estudantes: É necessária para a compra e acesso ao estádio a apresentação de documento escolar original (declaração escolar do mês vigente, ou carteirinha escolar com ano letivo ou data de validade e carimbo da escola, ou boleto pago do mês vigente) e RG original ou cópia autenticada (Lei Municipal nº 11.355/1993, Decreto Municipal nº 33.468/1993 e Lei Municipal nº 13.715/2004). 
Aposentado do INSS: É necessário a apresentação de holerite ou cartão do benefício e RG original ou cópia autenticada. (Lei Municipal nº 12.325/1997)
Idosos (com idade igual ou superior a 60 anos): apresentando RG  original ou cópia autenticada, paga meia entrada. (Lei Federal 10.741/2003 - Estatuto do Idoso)
Professores da rede pública municipal e estadual de ensino: pagam meia mediante a apresentação de RG e a carteira funcional emitida pela Secretaria de Educação.
Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes públicas estadual e municipais de ensino (Lei Estadual nº 15.298/2014): pagam meia mediante a apresentação de RG e a carteira funcional emitida pela Secretaria de Educação.
Jovens de baixa renda: jovens de 15 a 29 anos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CADÚNICO), cuja renda mensal seja de até 02 (dois) salários mínimos. Para a compra, retirada e acesso ao estádio, é obrigatório apresentar a Carteirinha do CADÚNICO (Bolsa Família) e o Documento de Identidade original (RG) ou cópia autenticada (Lei Federal 12.933/2013) 

FORMAS DE PAGAMENTO

Online: cartão de crédito ou débito (bandeiras VISA/Eletron ou Maestro).
Bilheterias e pontos de venda: dinheiro ou cartão de débito.

  INGRESSOS SÓCIO TORCEDOR

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Informações e dúvidas: 11 3749-5549 / relacionamento@sociotorcedor.com.br

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Datas de abertura de vendas
Planos

Tu És o Primeiro a partir de 9h45 de 18/08/2016;
Tu És Grande a partir de 9h45 de 18/08/2016;
Tu És Forte a partir de 21h45 de 18/08/2016;
Clube da Fé a partir de 9h45 de 19/08/2016;
São Paulo Brasil a partir de 21h45 de 19/08/2016;
Mais Querido a partir de 21h45 de 19/08/2016;
Vamos São Paulo a partir de 9h45 de 20/08/2016;
Sou Tricolor a partir de 21h45 de 20/08/2016;



INGRESSOS COMUNS

SETORES
ARQUIBANCADAS
Arquibancada Amarela > R$ 20 - ½ entrada R$ 10 (portão 15)
Arquibancada Azul > R$ 30 - ½ entrada R$ 15 (portão 06)
Arquibancada Laranja > R$ 20 - ½ entrada R$ 10 (portão 06)
Arquibancada Vermelha > R$ 30 - ½ entrada R$ 15 (portão 15)
Arquibancada Visitante > R$ 30 - ½ entrada R$ 15 (portão 15) 

CADEIRAS INTERMEDIÁRIAS
Cadeira Superior Amarela > R$ 40 - ½ entrada R$ 20 (portão 16)
Cadeira Superior Laranja > R$ 40 - ½ entrada R$ 20 (portão 05)
Cadeira Superior Azul > R$ 80 - ½ entrada R$ 40 (portão 05)
Cadeira Superior Vermelha > R$ 80 - ½ entrada R$ 40 (portão 16)
Cadeira Cativa Azul (proprietário) > R$ 30 (portão 05)
Cadeira Cativa Vermelha (proprietário) > R$ 30 (portão 16)
Setor Eterno Capitão > R$ 120 - ½ entrada R$ 60 (portão 05)

TÉRREO
Cadeira Térrea P02 e P04 > R$ 40 - ½ entrada R$ 20 (portões 02 e 04)
Cadeira Térrea P18 > R$ 40 - ½ entrada R$ 20 (portão 18)
Setor PNE Acompanhante * > R$ 40 - ½ entrada R$ 20 (portão 17)
Camarote Sócio > R$ 20 (portão 04)

*restrito a zona de cadeirantes



VENDA 
TOTALACESSO.COM
Venda de ingressos online a todos torcedores a partir das 10h de 21/08/2016;

BILHETERIAS DO MORUMBI
De 21/08 a 23/08/2016 – das 10h às 17h (somente nas Bilheterias 01 e 03) 
Dia 24/08/2016 (dia do jogo) das 10h às 22h30

VISITANTES (1.200 lugares)
Bilheteria 05 do Portão 15 do Morumbi
Dia 24/08, das 19h45 às 22h30



DEMAIS PONTOS DE VENDA PARA TORCIDA DO SÃO PAULO (Não abrem no dia do jogo)
Estádio do Pacaembu
Praça Charles Müller, s/nº - São Paulo
23/08 - 11h às 17h

Ginásio do Ibirapuera
Rua Manuel da Nóbrega, 1361 - São Paulo
22/08 e 23/08 - 11h às 17h

Estádio Anacleto Campanella 
Rua Walter Tomé, 64 - São Caetano
De 22/08 e 23/08 - 11h às 17h

No retorno de Ricardo Gomes, São Paulo empata em Porto Alegre

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Pelo Brasileirão, time saiu na frente com Cueva, mas viu o Internacional igualar no segundo tempo

Na reestreia de Ricardo Gomes no comando do Tricolor, o São Paulo foi a Porto Alegre enfrentar o Internacional pelo Campeonato Brasileiro e saiu na frente, em cobrança de pênalti de Cueva, mas sofreu o gol no segundo tempo e terminou a rodada com empate em 1 a 1. A equipe volta para a capital paulista com um ponto somado na tabela do Brasileirão e chega aos 27 pontos no torneio.

Sem Thiago Mendes, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, Ricardo Gomes escalou Michel Bastos no meio-campo são-paulino. O camisa 7 voltou a ficar à disposição depois de dois jogos longe dos relacionados para fazer trabalhos de fortalecimento muscular.

O início do jogo não foi bom para o Tricolor, que ficou parado na forte marcação do rival. Precisando a vitória, os gaúchos foram pra cima do São Paulo e chutaram quatro bolas a gol, mas nenhuma levou grande perigo ao goleiro Denis. E aos 30 minutos veio a primeira grande chance são-paulina.

Cueva tabelou com Chavez, e na frente da área, o peruano acertou uma bomba, mas o goleiro defendeu em dois tempos. A chance acordou o time, que conseguiu abrir o placar em seguida. Aos 34, depois da cobrança de falta que desviou na zaga, Hudson ficou com a bola e foi derrubado na área, pênalti para o Tricolor! Cueva cobrou no canto direito do gol e balançou as redes, decretando o placar do primeiro tempo.

Atrás no marcador, o Internacional voltou para o segundo tempo indo pra cima do Tricolor, mas Denis fechou o gol ao parar chutes de Ariel e de Paulão quase em seguida. Mais um chute foi parado pelo camisa 1 são-paulino, e na sequência, Lyanco também impediu o empate ao desviar a finalização do rival para o travessão!

Sentindo o momento, Ricardo Gomes fez a primeira mudança dele na reestreia pelo clube, colocando Wesley para reforçar o meio-campo defensivo no lugar de Kelvin. O jogo seguiu a tendência do Internacional no ataque, com o Tricolor fazendo um bom trabalho defensivo e tentando sair em velocidade no contra-ataque. Mena, aos 39, também fez grande trabalho ao evitar o gol do rival depois da jogada pela esquerda, mas no ataque seguinte o Internacional conseguiu o empate, com Ernando.

O rival teve chance de ampliar nos minutos finais, com pênalti cobrado por Valdívia, mas o jogador chutou pra fora. Na sequência, Gilberto e Carlinhos entraram nos lugares de Hudson e Michel Bastos, mas não houve tempo para mais nada.

O São Paulo volta a campo na próxima quarta-feira (24). A equipe recebe o Juventude no Morumbi pelas oitavas de final estreia da Copa do Brasil. A partida será às 21h45. Pelo Brasileirão, o Tricolor joga no domingo (28), contra o Coritiba, às 16h, em casa.

MELHORES MOMENTOS:
 


FICHA TÉCNICA:

INTERNACIONAL 1 X 1 SÃO PAULO

Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 21 de agosto de 2016 (domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE-ASP-FIFA)
Assistentes: Dibert Pedrosa e Thiago Henrique Farinha (ambos do RJ)
Público: 23.079 pagantes
Renda: R$ 595.210,00
Cartões amarelos: Paulão (Internacional); Cueva e Buffarini (São Paulo)
Gols:
INTERNACIONAL: Mena, contra, aos 40 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Cueva, aos 37 minutos do primeiro tempo

INTERNACIONAL: Danilo Fernandes; Ceará (Andrigo), Paulão, Ernando e Artur; Eduardo Henrique, Fabinho, Valdivia, Eduardo Sasha (William) e Seijas; Nico López (Ariel Nahuelpan)
Técnico: Celso Roth

SÃO PAULO: Denis, Julio Buffarini, Maicon, Lyanco e Eugenio Mena; Hudson (Gilberto), João Schimidt, Cueva, Michel Bastos (Carlinhos) e Kelvin (Wesley); Andrés Chavez
Técnico: Ricardo Gomes

19 de agosto de 2016

São Paulo tenta escrever um novo recomeço a partir de domingo

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Sob o comando de Ricardo Gomes o time enfrenta o Internacional

Neste próximo domingo dia 21 de agosto no estádio Beira Rio, Ricardo Gomes fará sua reestreia no comando do São Paulo.

Grande parte da torcida não gostou da contratação do novo técnico, de minha parte as lembranças que tenho dele em 2009 são boas. 

Vale lembrar que Ricardo Gomes na ocasião recuperou o time no campeonato brasileiro e chegou a disputar o título. Chegou às semi finais da Libertadores, sendo eliminado pelo critério do gol sofrido em casa. 

Outro ponto a favor do treinador é que trata com carinho a base, fez subir na época alguns talentos, promovendo Casemiro e Lucas ao time profissional.

Em seus primeiros dias de treino nesta semana, o treinador optou por fazer treinos fechados para ter liberdade, fazer testes na formação da equipe e conhecer melhor o elenco. 

Para a partida de domingo o São Paulo não contará com Thiago Mendes, suspenso, e esta deverá ser a única mudança com relação ao time que disputou a ultima partida.

Na opinião deste blogueiro, Ricardo Gomes deve optar por Michel Bastos para ocupar a vaga no meio de campo. Aliás gosto mais dele fazendo esta função de segundo volante do que  atuando pelos lados do campo no ataque.

Diante disto arrisco o time para domingo: Denis, Buffarini, Maicon, Lyanco, Mena, Hudson, João Schmidt, Michel Bastos, Cueva, Kelvin e Chávez.

Por Jonas Costa

@JonasCosta_SPFC

Mudanças no estatuto tricolor

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Dentro de até 20 dias os associados ou membros do Conselho Deliberativo poderão propor mudanças

Na sequência dos trabalhos para reformular o estatuto do clube de forma democrática, deu-se início nesta quinta-feira o prazo para que todos os associados ou membros do Conselho Deliberativo possão apresentar propostas de mudanças no estatuto do clube. estas propostas serão analisadas pela Comissão de Sistematização da Reforma. O prazo final ficou marcado para o Dia 18 de outubro.

O membros da comissão são: Carlos Eduardo Ambiel, Carlos Eduardo Monteiro Teixeira, Eduardo Alfano Vieira, José Alberto Rodrigues dos Santos, Roberto Natel, Rodrigo Rocha Monteiro de Castro, Sergio Luiz Galindo, Silvio Paulo Medici e Wanderson Martins Rocha.

Vale lembrar que essa Comissão já começou a anlisar as propostas, desde o ano passado, ao que tive conhecimento até o momento 31 sugestões já foram entregues.

Nunca é demais reforçar que esta mudança do estatuto se deu em função da A ideia de democratizar o estatuto do São Paulo se deu em função de uma ação movida pelo conselheiro Francisco de Assis Vasconcellos, que ainda segue sua tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2004 Juvenal Juvêncio praticou uma manobra, alterando o estatuto sem a consulta aos sócios para viablizar seu terceiro mandato.

Na justiça até agora o clube perdeu em todas as estancias, e a esperança da atual diretoria é este novo estatuto, feito democraticamente, reverta o caso.

O prazo para apresentação do novo estatuto ao Conselho Deliberativo é até fevereiro.Depois todos os cerca de 6.200 sócios adimplentes do clube darão seu aval.

Espero que este seja um marco para modernização do clube e profissionalização do departamento de futebol.

15 de agosto de 2016

São Paulo ‘amarela’ no Morumbi e é derrotado pelo Botafogo

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Na estréia da camisa comemorativa São Paulo decepciona

O São Paulo estreou seu uniforme amarelo para homenagear as glórias que a equipe ostenta em sua história. Mas, a vestimenta não caiu bem em seu primeiro jogo. Depois de pressionar muito durante 90 minutos, o Tricolor acabou sofrendo um gol aos 48 minutos da etapa final na única finalização que o Botafogo acertou na meta de Denis em toda a partida. O placar de 1 a 0 para os cariocas mantém o jejum dos paulistas em seu território. Desde o dia 10 de julho, quando superou o América-MG, o São Paulo não conquista três pontos como mandante. Agora já são 16 pontos desperdiçados diante do torcedor (quatro derrotas e dois empates), que compareceu em baixo número (14.399) nesta tarde e não poupou vaias ao time diante do apito final.

O gol se Sassá tira o Botafogo da zona de rebaixamento. Com 23 pontos, o Glorioso salta da 17ª para a 13º colocação. Enquanto isso, o São Paulo segue na 11ª posição na tabela de classificação, com 26 pontos, depois de 20 rodadas do Campeonato Brasileiro.

As duas equipes terão toda a semana para se preparar para a segunda rodada do segundo turno a partir de agora. Jair Ventura, filho do ídolo Jairzinho e que assumiu o Fogão neste domingo justamente em função da contratação de Ricardo Gomes por parte do São Paulo, buscará uma nova vitória no sábado, às 21 horas, diante do Sport Recife, no estádio Mário Helênio, em Juiz de Fora (MG).

Já sem André Jardine, que se despediu com o revés em casa, e com seu novo treinador, o Tricolor paulista visitará o Internacional, em Porto Alegre, no estádio Beira Rio, às 16 horas do domingo.

A história do jogo
A tarde ensolarada no Morumbi evidenciou ainda mais o novo e alarmante uniforme são-paulino. E assim como era fácil notar os jogadores tricolores em campo, também não era difícil perceber que os mandantes dominavam o jogo. Com a mesma formação que superou o Santa Cruz na última rodada, o São Paulo encurralou o Botafogo em seu campo de defesa.

Não fosse um vacilo infantil de Maicon, que tentou driblar Neilton perto de sua área e acabou sendo salvo pelo companheiro Lyanco, o Glorioso passaria todo o primeiro tempo sem sequer ameaçar a meta defendida por Denis.

Por outro lado, mesmo ainda buscando o melhor entrosamento, o que ficava nítido nas diversas discussões dos atletas em campo, o time paulista foi melhor e teve chances reais de inaugurar o marcador. Aos 11, parte do estádio soltou o grito de gol devido a uma cabeçada de Andres Chavez que passou com perigo e iludiu alguns torcedores. Aos 26, Sidão foi espetacular ao defender chute forte de Thiago Mendes e ainda ter agilidade para se recuperar e pegar também o rebote do centroavante argentino. A pressão persistiu, mas, esbarrou nos excessivos erros de passes dos jogadores são-paulinos, que desceram para o vestiário com 61% de posse de bola.

Na segunda etapa, os times inverteram apenas suas posições no campo, pois o panorama seguiu igual. Em menos de 10 minutos, Sidão já havia evitado o gol de Kelvin em cobrança de falta e Thiago Mendes desperdiçado uma chance incrível depois de cruzamento de Chavez. A pressão era intensa e, cinco minutos depois, foi a vez de Thiago Mendes servir o argentino, mas a bola imprecisa do volante acabou com uma grande oportunidade de gol do São Paulo.

O confronto se tornou um teste de ataque contra defesa. A equipe de André Jardine jogava com seus dez homens de linha dentro do campo adversário e o Botafogo, já sem Ricardo Gomes, tentava apenas sair à base de lançamentos para Neilton, que sozinho era inofensivo.

Com o passar do tempo, a torcida que apoiava, já não escondia mais seu nervosismo e a impaciência era compartilhada pelos jogadores, em campo. Mais cansado, o São Paulo lutou até o fim pelo gol, mas, sem sucesso. E para piorar, o castigo veio no último lance do jogo. Rodrigo Lindoso recebeu pela esquerda e cruzou rasteiro para Sassá tocar para as redes, quase embaixo do travessão. O gol foi um verdadeiro balde de água fria e culminou em vaias após o apito final.


Melhores Momentos


FICHA TÉCNICA


SÃO PAULO 0 X 1 BOTAFOGO

Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 14 de agosto de 2016 (Domingo)
Horário: 16h15(de Brasília)
Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN)
Assistentes: Flavio Gomes Barroca (RN) e Vinicius Melo de Lima (RN)
Cartões amarelos: SÃO PAULO: Thiago Mendes, Cueva. BOTAFOGO: Bruno Silva.
Público: 14.399 público total
Renda: R$ 366.713,00

GOL:
BOTAFOGO: Sassá, aos 47 minutos do 2T.

SÃO PAULO: Denis, Julio Buffarini, Maicon, Lyanco e Eugenio Mena (Carlinhos); João Schmidt, Hudson (Luiz Araújo), Thiago Mendes e Christian Cueva; Kelvin (Pedro) e Andrés Chavez
Técnico: André Jardine

BOTAFOGO: Sidão, Luis Ricardo, Renan Fonseca, Emerson Santos e Diogo Barbosa; Aírton, Bruno Silva (Rodrigo Pimpão), Rodrigo Lindoso e Camilo; Neilton (Fernandez) e Canales Canales (Sassá)
Técnico: Jair Ventura


7 de agosto de 2016

São Paulo vence o Santa Cruz com dois gols de Andrés Chaves

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Na estreia de André Jardine diante do time profissional, Tricolor Paulista faz 2 a 1, em Recife

O São Paulo finalmente encerrou sua série negativa no Campeonato Brasileiro. Neste domingo, o Tricolor Paulista visitou o Santa Cruz, no Arruda, no primeiro jogo após a saída de técnico Edgardo Bauza, e conseguiu uma importante vitória pelo placar de 2 a 1. Com o resultado, a equipe do Morumbi acabou com uma sequência de quatro partidas sem triunfo no torneio nacional.

A partida contou com pressão do Santa Cruz somente nos primeiros minutos. Após este período, foi o São Paulo que criou as melhores chances e manteve o domínio do jogo. Com isso, o Tricolor do Morumbi conseguiu desempenhar seu futebol e abrir o placar ainda no primeiro tempo, em gol de cabeça de Chávez, aos 38. Já na segunda etapa, o Tricolor do Arruda voltou com tudo e passou a ter as melhores oportunidades. No entanto, a equipe paulista conseguiu aproveitar um contra-ataque e marcar mais um, novamente em gol de Chávez, desta vez aos 19. A equipe coral pressionou em busca do gol e chegou a perder um pênalti, em cobrança de Grafite. Mesmo assim, ainda diminuiu em chute colocado de Keno, aos 38. Os mandantes, porém, pararam por aí e viram os visitantes garantirem o triunfo.

Com a vitória, o Tricolor Paulista chegou aos 26 pontos e assumiu provisoriamente a nona colocação do Campeonato Brasileiro. Já a equipe coral segue na zona de rebaixamento, caindo para a 18ª posição, com 18 pontos.

O São Paulo volta a campo pelo Campeonato Brasileiro no próximo domingo, às 16h15 (de Brasília), recebendo o Botafogo, no Morumbi. Já o Santa Cruz atuará somente na segunda-feira, 15 de agosto, às 21h (de Brasília), visitando o Vitória, no Barradão.

O jogo 

A partida começou com o Santa Cruz buscando o ataque e rondando a grande área do São Paulo. No entanto, o Tricolor do Arruda não conseguia ser efetivo na criação de jogadas e errava passes e domínios nos momentos cruciais.

Aos poucos, o Tricolor Paulista equilibrou o jogo e passou a ocupar o campo de ataque. Com isso, criou uma boa chance aos 15 minutos. Thiago Mendes fez uma boa jogada pela esquerda e apareceu livre, porém, errou o cruzamento, perdendo grande oportunidade.

Logo na sequência, aos 17, foi a vez de Cueva receber pela esquerda. O meia, no entanto, finalizou direto para o gol, levando muito perigo em chute colocado.

A partir dos 20 minutos, o São Paulo passou a tomar conta do jogo. Aos 22, Hudson recebeu passe de Chávez dentro da área e finalizou, obrigando Tiago Cardoso a fazer uma grande defesa.

Já aos 25, foi a vez de Chávez aproveitar recuo errado de Léo Moura e receber de frente com o goleiro. O atacante, no entanto, mandou por cima, em outra chance clara de gol.

Com a grande pressão, o São Paulo ainda conseguiu marcar antes do intervalo. Cueva recebeu a bola pela esquerda, aos 38 minutos, e tocou para Mena na ultrapassagem. O lateral esquerdo cruzou para Chávez que, no primeiro pau, cabeceou firme e balançou as redes para colocar o Tricolor Paulista em vantagem.

Após o gol, o Santa Cruz tentou criar jogadas em busca do empate, mas não foi efetivo. Com isso, o jogo foi para o intervalo com vitória parcial do São Paulo.

No início do segundo tempo, a primeira boa chance foi do Tricolor do Morumbi. Aos dois minutos, Hudson arriscou de fora da área e mandou com perigo por cima do gol.

Aos poucos, o Santa Cruz passou a equilibrar o jogo e criar suas oportunidades. Aos nove, João Paulo cobrou falta da entrada da área e mandou com perigo por cima. Logo na sequência, aos dez, foi a vez Derley receber passe de Grafite de frente para o gol e finalizar de primeira, com a bola passando ao lado da trave.

No momento de maior pressão dos donos da casa, foi o São Paulo que balançou as redes novamente. Aos 19 minutos, Kelvin realizou ótimo lançamento para Cueva em contra-ataque. O peruano avançou em direção à área e rolou para Chávez, que brigou com os zagueiros, mas conseguiu encostar na bola para empurrar para o fundo das redes.

Após sofrer o gol, o Santa Cruz foi para o ataque de maneira desordenada. Com isso, abriu espaço para contra-ataques, e foi assim que o Tricolor Paulista quase fez o terceiro. Aos 23, Chávez deu ótimo passe para Cueva, que ficou de frente para a meta. Na hora de chutar, no entanto, o goleiro Tiago Cardoso cresceu e conseguiu espalmar o chute colocado do peruano, evitando o gol.

O Tricolor Paulista chegou a ter uma outra grande chance, aos 30, em chute forte de Mena defendido por Tiago Cardoso. No entanto, a chance mais clara foi do Santa Cruz na sequência. Aos 35, Luiz Araújo derrubou Arthur dentro da área e o árbitro marcou pênalti. Grafite foi para a cobrança, mas viu Denis saltar bem e realizar uma grande defesa.

Se não fez neste lance, a equipe coral conseguiu diminuir logo na sequência. Aos 38, Bruno Moraes deu um passe para Keno dentro da área, que girou e chutou colocado no cantinho para diminuir.

Após marcar, o Santa Cruz ainda teve uma boa chance, em cruzamento de Renatinho que foi em direção ao gol, aos 41 minutos, mas não colocou para o fundo da rede.

No último minuto, Wesley teve uma ótima chance para ampliar, mas errou o drible na frente do goleiro. No entanto, o gol não fez falta para o São Paulo, que saiu com a vitória do Arruda.


MELHORES MOMENTOS:




FICHA TÉCNICA
SANTA CRUZ 1X2 SÃO PAULO

Local: Estádio Arruda, em Recife (PE)
Data: 7 de agosto de 2016, domingo
Horário: 16h15 (de Brasília)
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (RJ)
Assistentes: Rodrigo F. Henrique Correa (RJ) e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ)
Público: 12.552 pagantes
Renda: R$ 205,870
Cartões Amarelos: Derley (Santa Cruz); João Schmidt, Luiz Araújo e Mena (São Paulo)
Cartões Vermelhos: nenhum
Gols: SANTA CRUZ – Keno, aos 38 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO – Chávez, aos 38 minutos do primeiro tempo e aos 19 do segundo tempo.

SANTA CRUZ – Tiago Cardoso; Léo Moura (Renatinho), Neris, Danny Morais e Tiago Costa; Derley, Danilo Pires (Bruno Moraes), Jadson (Arthur) e João Paulo; Keno e Grafite
Técnico: Milton Mendes

SÃO PAULO – Denis; Buffarini, Maicon, Lyanco e Mena; João Schmidt, Hudson, Thiago Mendes (Wesley), Kelvin e Cueva (Luiz Araújo); Chávez (Gilberto)
Técnico: André Jardine

5 de agosto de 2016

Under Armour e São Paulo lançam novo uniforme celebrando conquistas históricas do clube

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Camisa na cor amarela representa novo capítulo da campanha “Dê a vida por essa casa”, desta vez homenageando o retrospecto de glórias do São Paulo

O São Paulo FC é o clube mais vitorioso do Brasil. Para celebrar as glórias históricas do Tricolor, a Under Armour apresenta a nova camisa comemorativa, que será utilizada pela primeira vez no dia 14 de agosto, contra o Botafogo. A cor amarela do uniforme homenageia a tradição de títulos e conquistas do São Paulo em todos os esportes.

Concebida como um novo capítulo da campanha “Dê a vida por essa casa”, a camisa é predominantemente amarela, com detalhes das ondas do estádio do Morumbi presentes no peitoral da peça. Além disso, ela conta com ondas na manga em vermelho, branco e preto, além da gola careca na cor preta.

“É um produto inovador que representa as grandes conquistas do clube e dá sequência ao planejamento da parceria do São Paulo com a Under Armour. Além de proporcionar um incremento de receita, a camisa também traz um importante retorno de mídia à parceria, que se acostumou a sempre oferecer novas opções à torcida”, diz Vinicius Pinotti, diretor de Marketing do São Paulo FC.

“Sempre buscamos, em parceria com o clube, criar uniformes com um significado relevante e que emocionem são-paulinos de todo o Brasil. Chegou o momento de honrar as conquistas da rica história tricolor. O lançamento desta camisa comemorativa na cor amarela celebra todas essas glórias que também vêm do passado”, afirma Thaiany Assad, Gerente Geral de Marketing da Under Armour no Brasil.

Tecnologia UA Coolswitch

Além do novo design, os uniformes dos jogadores do São Paulo contam com a principal inovação tecnológica da Under Armour na temporada: o UA Coolswitch. O mecanismo aplicado no tecido afasta o calor do corpo do atleta, proporcionando uma sensação de resfriamento instantâneo da pele à medida que o corpo esquenta com a atividade física.

O UA Coolswitch agrega novos benefícios na prática esportiva, sendo um grande aliado na busca pela evolução da performance. A partir do contato com o suor, essa tecnologia mantém o corpo resfriado, além de apresentar grande capacidade de absorção do suor, permitindo que as peças continuem leves.

A venda das novas camisas já foi liberada na loja oficial do Tricolor: http://saopaulomania.com.br. Os preços partem de R$ 189,90 na versão Oficial Infantil até R$ 349,90 na versão Performance (com tecnologia UA Coolswitch).

Sobre a Under Armour

A Under Armour (NYSE: UA, UA.C), criadora de calçados, vestuário e equipamentos de performance, revolucionou o modo como atletas pelo mundo se vestem. Desenhados para otimizar o desempenho, os produtos inovadores da marca são comercializados em todo o mundo para esportistas de todos os níveis. A plataforma Under Armour Connected Fitness, maior comunidade digital de saúde e fitness do mundo, envolve um conjunto de aplicativos: UA Record, MapMyFitness, Endomondo and MyFitnessPal. O escritório central da Under Armour está localizado em Baltimore, Maryland.

Lojas Under Armour

Brand House Under Armour – Shopping Morumbi
Av. Roque Petroni Júnior, 1089 - Jardim das Acacias, São Paulo

Brand House Under Armour – BarraShopping
Av. das Américas, 4666 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

Factory House Under Armour – Outlet Premium Itupeva
Rodovia dos Bandeirantes, KM 72

Factory House Under Armour – Catarina Fashion Outlet
Rodovia Castelo Branco, KM 60

Factory House Under Armour – Outlet Premium Duque de Caxias-RJ
Rodovia Washington Luís, KM 109

Factory House Under Armour – Só Marcas Outlet
Av. Cardeal Eugênio Pacelli, 1336 - Contagem  - Contagem (MG)

Factory House Under Armour – Outlet Premium Brasília
Rodovia BR 60, KM 21 – Alexânia (GO)

Chavez marca golaço, mas Galo vira e Bauza se despede com derrota

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De virada e com atuação decisiva de Victor, mineiros venceram por 2 a 1 na estreia de Buffarini

O São Paulo mais uma vez não teve forças para vencer no Morumbi, diante de seu torcedor. Depois de empatar no sufoco com a Chapecoense, nesta quarta-feira, a equipe foi ainda pior. Depois de sair na frente com uma verdadeira obra prima de Andres Chavez, o Tricolor não conseguiu segurar o ímpeto do forte e veloz ataque atleticano e acabou sofrendo a virada ainda no primeiro tempo. Victor, que falhou no gol são-paulino, foi o grande nome da segunda etapa e segurou o massacre dos mandantes no segundo tempo.

Assim, o técnico Edgardo Bauza se despede do São Paulo com 18 vitórias, 18 derrotas e 13 empates. Enquanto assume a seleção argentina, Patón ficará apenas na torcida para que sua, agora ex-equipe, consiga reagir no Campeonato Brasileiro. Já são quatro jogos sem saber o que é vitória, 23 pontos e uma incômoda 11ª colocação, podendo ainda perder mais uma posição até o fim da 18ª rodada.

Sem Bauza e com André Jardine no comando, o São Paulo volta a campo no domingo, quando visitará o Santa Cruz no estádio do Arruca, em Pernambuco, às 16h15. O Atlético-MG só jogará na segunda-feira. O adversário será a Chapecoense, a partir das 20 horas, no estádio Independência, em Belo Horizonte.

Golaço, virada e polêmica
Devido ao caótico trânsito paulista, muitos torcedores ainda entravam no estádio quando o placar foi aberto. E quem não viu, perdeu uma chance de ouro, porque Andres Chavez fez questão de mostrar em um só lance como pode funcionar sua principal característica. Famoso por ser “chuta-chuta” na Argentina, o atacante, que fez sua estreia como titular nesta quinta-feira, percebeu Victor adiantado e emendou um petardo de canhota, ainda antes da intermediária ofensiva, para anotar seu primeiro gol com a camisa tricolor.

O gol aos 2 minutos deixou o Morumbi, longe de receber um público parecido com o de domingo, quando o recorde do campeonato foi batido, ensandecido. O Galo, no entanto, com tantos jogadores experientes, soube administrar o início avassalador dos mandantes e, aos poucos, foi se encontrando em campo.

Não demorou e o empate aconteceu. Em contra-ataque claramente armado, Hudson não leio a jogada e deixou de acompanhar Lucas Pratto, que entrou na área para afzer a vez de Fred, que abriu para receber. Com isso, Mena, teve de abandonar a lateral e Maicossuel para fechar o miolo. Com o sistema defensivo desmontado, Fred teve tempo para dominar e servir Maicossuel que, sozinho, bateu firme para o fundo do gol.

O São Paulo forçava as jogadas pelo lado direito, com Kelvin e Buffarini, que atua quase como um ponta antigo. Dali saiam as principais jogadas são-paulinas. O Atlético ficava na espreita, aguardando a melhor oportunidade. E o momento se repetiu aos 19 minutos. Novo contra-ataque. Dessa vez Pratto levou sorte ao tentar o passe. A bola bateu em Buffarini e ficou limpa para o atacante bater forte, no ângulo de Denis. Golaço e virada no Morumbi.

O jogo era bom, de qualidade técnica elevada, o que fazia com que qualquer erro fosse mais evidenciado. Atrás do placar, os jogadores do São Paulo acabavam errando mais naturalmente. A primeira etapa ainda reservou amis dois lances de perigo. Um com Michel Bastos, que finalizou de dentro da área para defesa de Victor, e outro já os acréscimos para gerar polêmica.

Robinho e Fabio Santos deixaram Buffarini e Hudson perdidos na marcação. O Rei das Pedaladas, então, viu Fred na área e alçou a bola. Maicon falhou na marcação, como já ocorrera no domingo nos dois gols da Chapecoense, e Fred ampliou de cabeça. O problema é que a arbitragem anulou o lance assinalando impedimento, que não ocorreu.

Massacre sem recompensa
A segunda etapa mostrou que o São Paulo teria de correr atrás sob pressão, em casa. Antes mesmo dos 10 minutos, a torcida já dava sinais de impaciência, principalmente diante dos repetitivos erros de passes de Thiago Mendes. Não demorou e os gritos de “Luiz Araújo” eram ecoados.
O jogo tomou ares dramáticos e, enfim, o São Paulo cresceu e se impôs. Foram três grandes chances de empate. Thiago Mendes desperdiçou de cabeça, Victor fez um verdadeiro milagre após cobrança de escanteio e testada de Maicon, e Chvez também obrigou boa defesa do camisa 1 atleticano em chute cruzado.

Para aumentar a intensidade, o jovem Luiz Araújo entrou na vaga de Wesley. Fred saiu lesionado para Luan ir para o jogo. O Galo, no entanto, diferente da primeira etapa, tinha muita dificuldade até em superar a linha de meio campo. A torcida tricolor, a essa altura, jogava junto e empurrava o São Paulo para cima.

O grito de gol quase desentalou aos 29, quando Hudson arriscou da entrada da área. Victor espalmou, mas Thiago Mendes chegou no rebote e rolou para Chavez, embaixo da trave. Leonardo Silva, porém, se antecipou e salvou o Galo. Era ataque contra defesa. Um massacre do São Paulo, mas longe de ser eficiente.

Uma linda defesa de Vitor já aos 40 minutos mostrou de uma vez por todas de a noite não era são-paulina. Apesar da derrota, ao menos ficou o consolo da torcida ter reconhecido o esforço do time após o apito final com gritos de incentivo e muitas palmas.


MELHORES MOMENTOS:



FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 1 X 2 ATLÉTICO-MG

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 04 de agosto de 2016, quinta-feira.
Horário: 19h30 (horário de Brasília).
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Assistentes: Rafael da Silva Alves e Jorge Eduardo Bernardi (ambos do RS)
Cartões amarelos: SÃO PAULO: Lugano, Buffarini. ATLÉTICO-MG: Maicossuel e Otero.
Público: 15.717
Renda: R$ 364.658,00

GOLS:
SÃO PAULO: Andres Chavez, aos 2 do 1T.
ATLÉTICO-MG: Maicossuel, aos 10, e Lucas Pratto, aos 19 do 1T.

SÃO PAULO: Denis; Julio Buffarini, Diego Lugano, Maicon e Mena; Thiago Mendes (Pedro), Hudson, Kelvin, Wesley (Luiz Araújo) e Michel Bastos (Daniel); Andres Chavez
Técnico: Edgardo Bauza.

ATLÉTICO-MG: Victor; Carlos César, Leonardo Silva, Erazo e Fábio Santos; Rafael Carioca, Júnior Urso e Maicossuel (Lucas Cândido); Lucas Pratto, Robinho (Otero) e Fred (Luan).
Técnico: Marcelo Oliveira.

2 de agosto de 2016

O São Paulo sem Edgardo Bauza

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Esta semana confirmou-se a notícia que já era esperada por todo torcedor são paulino, o técnico Bauza deixa o tricolor para assumir a seleção da Argentina. A notícia causou diferentes reações nos torcedores, uns comemoraram a saída de Patón, que teve um aproveitamento 46,52 % dos pontos disputados. Outros lamentaram a saída do técnico que impôs um espírito guerreiro a um elenco que estava inerte. 

Eu particularmente lamentei a saída de Bauza, pois entendo que seu trabalho traria bons frutos com mais tempo. O time do São Paulo apesar das mudanças constantes no elenco ganhou e muito em organização e vontade de vencer. Este é o maior legado que Edgardo Bauza deixa no tricolor.

Basta lembrar que passaram pelo São Paulo de 2010 até hoje 11 técnicos, sem contar as 7 vezes que Milton Cruz assumiu o time como interino neste espaço de tempo. Neste tempo o São Paulo conquistou apenas uma copa sul-americana, muito pouco. O que faltou foi planejamento, tempo para montar um time vencedor.

Infelizmente o ciclo de Bauza foi muito curto, um trabalho que foi prematuramente interrompido.
Não culpo Bauza, a proposta de dirigir a seleção de seu país é única e irrecusável para qualquer profissional. 

A diretoria do São Paulo neste caso também não pode ser culpada, muitos criticaram a falta de multa contratual, o que é verdade. Mas vale lembrar o caso do Cruzeiro, que dispensou o português Paulo Bento e agora terá de pagar uma multa de aproximadamente 7 milhões pela rescisão contratual. Portanto temos de analisar os dois lados antes de sair falando impulsivamente.

Para quem criticava tanto os trabalhos de Osório e Bauza, basta lembrar que os perdemos para duas das principais seleções das Américas, o que comprova a qualidade de seus trabalhos. Prova também que o São Paulo é gigante, e tem muita visibilidade nos exterior, bem ao contrário do que a maioria da imprensa local tenta mostrar.

Espero que a diretoria traga um treinador com o mesmo perfil de Bauza, que saiba fazer o time jogar como uma equipe e continue dando oportunidade aos garotos da base. 

Vou lembrar aqui que Lucão teve muitas oportunidades, e não aproveitou, Lucas Fernandes era o reserva imediato de PH Ganso, infelizmente se contundiu, Luis Araujo vem tendo oportunidades, Matheus Reis foi outro que teve várias oportunidades e não soube aproveitar,  Auro apareceu algumas vezes, Pedro começa a ter algumas oportunidades, e não podemos esquecer de João Schmidt, resgatado por Bauza.

Prefiro não citar nomes de treinadores que possam assumir o comando do São Paulo, pois tudo que se fala até o momento é especulação, prefiro aguardar.

O que posso afirmar que o futuro treinador terá minha torcida, pois desejo o melhor para o São Paulo Futebol Clube.


Saudações Tricolores,

Por Jonas Costa
@JonasCosta_SPFC

Patón deixa o comando do São Paulo

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Técnico aceita convite e passa a comandar a Seleção da Argentina

O São Paulo Futebol Clube anuncia que Edgardo Bauza informou ter recebido e aceitado na noite desta segunda-feira (1º) o convite feito pela Associação de Futebol da Argentina (AFA) para assumir o comando da seleção nacional, e assim deixará o cargo de técnico do Tricolor. Contratado no início da temporada, Patón se despede do clube após oito meses de um importante trabalho de reconstrução do time.

Assim como o colombiano Juan Carlos Osorio, hoje técnico do México, Bauza passou a ser cotado para assumir uma importante seleção nacional a partir do trabalho no São Paulo.

A diretoria agradece ao treinador e deseja sorte em seu novo desafio.

31 de julho de 2016

São Paulo arranca empate no fim contra a Chapecoense

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Cueva comandou a reaçãoi do tricolor no segundo tempo

A Chapecoense começou surpreendendo os 54.966 torcedores que lotaram o Morumbi para apoiar o São Paulo neste domingo. E com apenas 11 minutos de jogo os vizitantes já venciam por 2 a 0. O resultado final pelas circunstâncias acabou não sendo tão ruim para o São Paulo, que precionou no segundo tempo e com dois gols do peruano Cueva, empatou o jogo e evitou a derrota no Morumbi.

Maicon falhou na marcação nos dois gols da Chapecoense. Primeiro, logo aos 5 minutos, o jogador ficou na indecisão com Carlinhos e só assistiu o centroavante Kempes subir e cabecear para abrir o placar.

Aos 11 a Chapecoense chegou ao segundo, de novo pela esquerda, em cobrança de falta de Cléber Santana, Maicon e Carlinhos voltaram a bater cabeça e o zagueiro Willian Thiego aproveitou para marcar, também de cabeça o segundo.

O São Paulo tentava reagir mas parava nos cruzamentos na área sem direção, todos afastados pela defesa adversária. No 15 minutos finais o time começou a colocar a bola no chão e passou a dar trabalho a defesa da Chapecoense, Cueva, Centurion e Kelvin começaram a se destacar no jogo.

No segundo tempo o São Paulo voltou melhor e o adversário estava decidido apenas a marcar e segurar o resultado. Bauza colocou Chavez no lugar do apático Thiago Mendes, e o Tricolor partiu de vez para a pressão.

Centurión que estava muito bem na partida, aos 8 minutos exigiu boa defesa de Danilo.Aos 15 minutos, logo na sequência da entrada de Luiz Araujo na vaga de Carlinhos, Centurión voltou a entrar driblando pela zaga adversária e rolou para Cueva que bateu firme no canto e diminuir o marcador.
O gol colocou fogo de vez no jogo. O São Paulo adiantou sua linha de defesa que já se posicionava na linha do meio de campo, pressionando muito o adversário. Chavez, Centurión e Luiz Araújo tiveram chances e por muito pouco não venceram o goleiro Danilo.

Aos 33 minutos, Patón substituiu Kelvin pelo garoto Pedro. E como água mole em pedra dura tanto bate até que fura, aos 39 minutos Josimar colocou a mão na bola dentro da área, pênalti para o São Paulo. Novamente Cueva chamou a responsabilidade e cobrou o penalti com perfeição para empatar a partida e  levar a torcida que estava no Morumbi a loucura.

Após buscar o empate o São Paulo ainda quase sofre gol no final, mas foi salvo por duas oportunidades, por defesaças de Denis, que saiu de campo ovacionado pela torcida após o apito final.




MELHORES MOMENTOS:

 



FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 2 CHAPECOENSE

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 31 de julho de 2016, domingo.
Horário: 11h00 (horário de Brasília).
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Rodrigo Henrique Correa e Luiz Cláudio Regazoni (ambos do RJ).
Cartões amarelos: SÃO PAULO: Bruno, Cueva, Chavez e Hudson. CHAPECOENSEFilipe Machado
Renda: R$ 1.290.275.
Público: 54.966 torcedores.

GOLS:
SÃO PAULO: Cueva, aos 15 e aos 40 minutos do 2T
CHAPECOENSE: Kempes, aos 5, e Willian Thiego, aos 11 minutos do 1T

SÃO PAULO: Denis; Bruno, Lugano, Maicon e Carlinhos (Luiz Araujo); Thiago Mendes (Chavez), Hudson, Kelvin, Cueva e Michel Bastos; Centurión
Técnico: Edgardo Bauza.

CHAPECOENSE: Danilo; Gimenez (Matheus Biteco), Willian Thiego, Filipe Machado e Dener; Josimar, Cleber Santana, Gil e Martinuccio (Tiaguinho); Hyoran e Kempes (Bruno Rangel).
Técnico: Caio Júnior.

27 de julho de 2016

Andres Chavez foi apresentado nesta quarta-feira e vestirá a 9

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Atacante tem novo desafio na carreira

A camisa 9 do Tricolor tem um novo dono. Nesta quarta-feira (27), no Centro de Treinamento da Barra Funda, o atacante Andres Chavez foi apresentado, recebeu as boas-vindas do diretor executivo de futebol do clube, Gustavo Vieira de Oliveira, e conversou com a imprensa brasileira pela primeira vez. O reforço, que veio emprestado pelo Boca Juniors-ARG, não escondeu a sua motivação com o novo desafio na carreira.

“Primeiramente, estou muito contente de chegar a este clube, conhecido pela sua torcida e suas vitórias. A princípio, no Banfield joguei como ponta esquerda e também como 9. Depois tive a oportunidade de chegar ao Boca, algo muito lindo para mim. Também tive a oportunidade de jogar nas duas posições. Joguei mais como ponta esquerda, mas não tenho problemas em jogar de 9”, afirmou o jogador, de 25 anos, que completou.

“Estou muito contente. Minha chegada foi bastante rápida, de um dia para o outro. Já tinha vindo de férias. O pouco que conheço da cidade é que é muito grande, mas estou me adaptando. Os companheiros me receberam muito bem. Ter companheiros que sejam do Chile, Peru, Argentina, Uruguai ajuda bastante também, mas todos os companheiros me receberam muito bem”, acrescentou.

Durante a coletiva, o atleta também descreveu as suas características, como os chutes de longa distância. “É uma das minhas características. Quando tenho a oportunidade, tento tirar proveito disso. Minha característica é muita potência, seguir à frente, com muito sacrifício. Estou pronto para jogar, porque estava treinando e só parei três dias até começar aqui. Comentei que estou bem e já estou treinando com gana. Quem vai decidir se vou jogar é o técnico”, avaliou Chavez, que deixou boa impressão na sua chegada.

Na última terça (26), no primeiro treino com o grupo, o atacante balançou as redes quatro vezes e mostrou que está com a pontaria calibrada para fortalecer o Tricolor na sequência da temporada. Um dos gols do camisa 9, aliás, foi uma verdadeira pintura: de bicicleta. “Fiz um lindo gol no primeiro treinamento. Me dá confiança para treinar sempre o máximo. Sei que Calleri passou muito bem por aqui, ele falou que era um clube muito lindo, muito grande, com uma linda torcida. Não sei se posso comparar, somos distintos na forma de jogar. Tomara que eu tenha a mesma passagem que ele teve”, finalizou.