5 de dezembro de 2016

Ultimas notícias do São Paulo

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M1to é elevado de Capitão a Comandante

Começamos novo giro pelas ultimas notícias do São Paulo falando sobre Michel Bastos. Surgiu um interesse do Flamengo, segundo notícias, a diretoria do Flamengo está atrás de um jogador versátil para o elenco, e um dos nomes sondados é Michel Bastos. O Flamengo pode oferecer Marcelo Cirino na possível troca com o tricolor paulista, além de vários outros atletas que estão retornando de empréstimo.

Agora falando em futuro, vamos ao novo comandante tricolor, Rogério Ceni, que tem a intenção de implantar um projeto moderno no clube. O planejamento é semelhante ao utilizado pelo Barcelona e por clubes de ponta da Europa. A intenção é estabelecer um padrão de treinamentos para as categorias de base do clube até alcançarem a categoria Sub-20, sob o comando de André Jardine. 

O projeto inclui o inglês Michael Beale, que hoje trabalha nas categorias de base do Liverpool. Beale tem uma carreira vencedora nas categorias de base na Europa. Os conhecimentos do inglês são também demonstrados como autor de vários livros que falam sobre desenvolvimento de jogadores. Nos livros, a ideia de Beale é ensinar métodos de recriar situações de jogo e a partir disso, desenvolver a capacidade técnica e mental dos seus jogadores, para que consigam se desenvolver nas situações mais variadas das partidas. 

Outro possível nome que Rogério Ceni pretende trazer para trabalhar é o francês Chales Hembert. Ele atuava na Pitch International, empresa que é uma agência líder de marketing esportivo que se especializa na representação de mídia e direitos de parceria em nome de algumas das mais prestigiadas organizações no esporte global. A missão dele junto a Ceni ainda precisa ser melhor desenhada e será feita na apresentação do treinador Tricolor.

Falando em negociações, Mena volta a pauta, porém a negociação continua complicada, mesmo o Cruzeiro diminuindo a pedida de R$ 5,4 para R$ 3,6 milhões, o São Paulo não se mostra disposto a pagar para ter o jogador. O São Paulo tenta um novo empréstimo e no máximo topa pagar uma quantia simples para fechar o negócio.

Na posição temos Carlinhos que deve mesmo sair, oremos, Matheus Reis e uma provável volta de Reinaldo. Junior, do Sub-20 subirá e é uma aposta. O sonho por Dener morreu junto a tragédia da Chapecoense.

Para volante, o perfil procurado é de um jogador que tenha liderança e garra. Felipe Melo é o nome que mais agrada a Rogério Ceni. A concorrência com a China, Turquia e Arábia são os fatos que dificultam um acerto, mas em contrapartida o fato do jogador querer vir ajuda muito. 

A diretoria fez nova oferta de renovação para Rodrigo Caio. Ele hoje é um dos mais valorizados do elenco e está em grande fase. O atleta analisa e deve se pronunciar em alguns dias.

 Saudações Tricolores!!!


4 de dezembro de 2016

Foi aprovado em assembléia o novo estatuto social do São Paulo FC

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Ontem dia 03 de Dezembro de 2016, foi votado o Novo Estatuto Social do São Paulo FC.

Uma nova página foi escrita na história do São Paulo FC, finalmente o novo estatuto foi aprovado. Foram 623 votos pelo “SIM” e 117 votos pelo “NÃO”.


Saiba tudo sobre o processo de Reforma Estatutária e conheça o Projeto do Novo Estatuto Social que será votado na Assembleia acessando http://spfc.vc/estatuto2016

A seguir as 10 principais propostas, abaixo dez mudanças importantes no projeto:

1 – Conselho de Administração
O São Paulo continuaria sob modelo presidencialista, mas teria um Conselho de Administração para definir as diretrizes e prioridades macro da gestão. O órgão seria responsável por aprovação de contratos, definição de orçamento e perfil, teto para investimentos, cobrança do cumprimento das políticas estabelecidas, com regras de governança e compliance, entre outros. Por outro lado, o órgão não participaria das decisões do dia a dia, como por exemplo definição de um novo treinador ou contratação de um jogador. Esse tipo de definição seria de responsabilidade da diretoria executiva profissional.
O Conselho de Administração seria composto por nove pessoas: presidente e vice, quatro integrantes escolhidos pelo mandatário, dos quais três necessariamente precisam ser independentes, dois membros escolhidos pelo Conselho Deliberativo e um último do Conselho Consultivo. As decisões seriam colegiadas. A ideia com essa composição é ter um grupo plural e que represente diferentes correntes nas decisões colegiadas. Eles fariam ao menos uma reunião mensal para acompanhar o andamento da gestão. Qualquer membro do Conselho de Administração poderá ser destituído pelo voto favorável de pelo menos seis membros, mas essa regra não se aplica aos cargos de presidente e vice.

2 – Diretoria profissional
As políticas de gestão definidas pelo Conselho de Administração seriam executadas por uma diretoria profissional, que teria de três a nove cargos remunerados, de acordo com critério do presidente. As pastas seriam definidas pelo presidente. Eles se dedicariam integralmente ao clube. Hoje, os diretores estatutários se dividem entre a vida profissional fora do São Paulo e o cargo no clube, como por exemplo o diretor de marketing Vinicius Pinotti (veja na foto). Associados poderão fazer parte da diretoria executiva, desde que preencham pré-requisitos do estatuto do clube.

3 – Fim dos vice-presidentes
Não haveria mais os cinco cargos de vice-presidentes estatutários. Atualmente há vice de futebol, administração e finanças, social e de esportes amadores, patrimônio, e comunicações e marketing. Eles não são remunerados. O presidente teria a prerrogativa de criar uma diretoria social, obedecendo normas do estatuto. Eles não poderão ser remunerados.

4 – Presidente poderá ser remunerado
O presidente poderá ser remunerado na sua função, desde que isso seja aprovado pelo Conselho de Administração. O valor seria de até 70% do teto do maior salário do serviço público federal, no caso de um ministro do Superior Tribunal Federal (STF), que recebe cerca de R$ 36 mil. Ou seja, presidente e vice poderiam receber algo em torno de R$ 25 mil, sem que o clube perdesse o direito à isenção fiscal. Eles também poderão, por exemplo, optar por não ser remunerados e contratar um CEO (Chief Executive Officer).

5 – Mudança no tempo de mandato e na chapa
A gestão de um presidente do São Paulo hoje é de três anos com possibilidade de reeleição. No projeto do novo estatuto, o mandato do presidente e do vice passaria a ter quatro anos, sem direito a reeleição de nenhum dos dois. Por outro lado, os outros sete integrantes do Conselho de Administração poderão ser mantidos, caso seja a vontade do novo presidente. Os candidatos deverão formar chapas para presidente e vice. Ou seja, é proibida a apresentação de candidatura individual.

6 – Nova data para eleições
A eleição do São Paulo ocorre no mês de abril e passaria a ser realizada em dezembro.

7 – Gestão de transição
Se o novo estatuto for aprovado, o próximo mandato começaria em abril de 2017 e terminaria em dezembro de 2020 para adequar o clube ao novo modelo. Assim, o presidente do São Paulo governaria por três anos e nove meses. No momento, Leco cumpre mandato tampão, após a renúncia de Carlos Miguel Aidar, em outubro de 2015.

8 – Conselho Fiscal
Seria composto por cinco integrantes, sendo que nenhum deles poderia ser conselheiro (caso seja, ele teria de deixar o órgão) e todos necessariamente precisariam ser associados. Além disso, os membros seriam escolhidos sob critérios de qualificação técnica, com formação universitária adequada para fiscalização.

9 – Participação dos associados
Mais representantes no Conselho eleitos pelos associados: de 80 para 100 conselheiros. Antes, 40 vagas eram ocupadas pelos mais votados entre os sócios, número que passará a 75. Ou seja, quase dobra a participação de eleição de associados para integrar o Conselho.

10 – Separação entre futebol e clube social
A mudança amplamente debatida em diversos clubes estaria prevista no novo estatuto, mas não de forma definitiva. O São Paulo seria obrigado a fazer nos próximos 12 meses a partir da implantação do novo estatuto um estudo de viabilidade da separação do futebol profissional do clube social. Esse estudo analisaria aspectos de impacto tributário e no patrimônio, além de vantagens e desvantagens da eventual separação. Posteriormente, esse estudo seria submetido à apreciação do Conselho Deliberativo e dos sócios. Ou seja, o clube teria a obrigação de fazer o estudo, mas não a mudança.

29 de novembro de 2016

Conselheiro do São Paulo lança campanha em apoio a Chapecoense

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Bela atitude que deveria contar com o apoio dos grandes clubes neste momento

O conselheiro do São Paulo Futebol Clube, Carlos Belmonte apresentou, pelas redes de conselheiros, uma ideia pra que o São Paulo ceda jogadores do sub-20 ou que estiverem com idade estourando, por 12 meses, para a Chapecoense, sem cobrar nada por isso.

Uma bela atitude que torço para que seja acatada pela diretoria. O momento é de grande comoção e todos os clubes deveriam ser solidários neste momento.

Segue o texto original:

“A meu ver o São Paulo, como instituição, deveria disponibilizar jogadores do nosso sub-20 e/ou com idade estourada para a Chapecoense pelos próximos doze meses sem custo para a equipe catarinense. Essa medida colocaria o São Paulo no lugar mais alto da solidariedade no mundo do futebol. Essa é apenas uma sugestão para a diretoria do nosso tricolor.”

O vice-presidente Social e de Esportes Amadores, Carlos Henrique Sadi, e os conselheiros Júlio Casares e Newton Ferreira, respectivamente ex-vice=-presidente de Marketing e ex-candidato à presidência do clube pela oposição, apoiaram.

Quem jogou um pouco de areia nesse caminhão foi o gerente de futebol, Marco Aurélio Cunha, dizendo que as coisas não são assim tão fáceis. Bem, mas ele é remunerado – e muito bem – para resolver problemas, e não só ter coisas fáceis.

Em 2009, após um acidente de ônibus com a delegação do Brasil de Pelotas, que deixou três jogadores do clube mortos, o time gaúcho teve a ajuda do São Paulo, Grêmio e Internacional para conseguir se recuperar.

Agora é a vez da Chapecoense. Talvez seja demasiado imaginar que o São Paulo possa ceder um elenco inteiro, ou seja, 22 jogadores. Mas é gigante a ponto encabeçar essa ideia e puxar outros clubes a fazerem o mesmo, nessa horá trágica que vive o povo de Chapecó."


Imagens que falam mais que palavras:







 




28 de novembro de 2016

Reforços para 2017

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Por enquanto certos temos Rogério Ceni como técnico e Wellington Nem 

O São Paulo inicia o planejamento para 2017, e muda o comando da equipe, Rogério Ceni agora assume o cargo de técnico com o aval da diretoria para fazer a reformulação que julgar necessária no elenco.

Wellington Nem foi a surpresa do mês de novembro, o atacante já treina com o grupo de ficará com a vaga de Kelvin, que será devolvido ao Porto.

Para o gol, o tricolor tem quase tudo acertado com Sidão, que jogou neste ano pelo Botafogo mas pertence ao Audax. Eu gostaria que viesse um goleiro que passasse mais confiança como Danilo Fernandes do Inter ou mesmo Danilo do Chapecoense.

Na zaga a prioridade é manter Rodrigo Caio e torcer para que Breno volte em forma.

A lateral esquerda tem preocupado pela grande rejeição a Carlinhos e Reinaldo. Mena embora queira, dificilmente deverá ficar, o Cruzeiro pede alto pelo lateral. Dener da Chapecoense é o favorito para assumir a camisa 6, Junior do time sub-20 também tem agradado e pode ter uma chance.

Um primeiro volante pegador é prioridade no momento, nomes como Felipe Melo e Junior Urso são especulados, mas as negociações são complicadas.

Para o meio de campo há necessidade de uma meia armador criativo, Muitos nomes são ventilados, mas dentro os citados eu apostaria na volta de Kaká, que já declarou que não ficará nos EUA na próxima temporada. Lucas Fernandes também volta e pode ser mais uma opção no setor.

Para o ataque o desejo deste blogueiro e de toda torcida é a volta de Calleri. A negociação não é fácil, mas pode dar certo. Outros nomes são especulados como Nilmar (de novo!), Sassá, Willian Bigode e Ricardo Oliveira. Este ultimo eu gosto muito.

Há a promessa de anuncio de outro reforço ainda no início de dezembro, é aguardar para ver.

Saudações Tricolores!!!




27 de novembro de 2016

São Paulo vence o Atlético-MG de virada em BH

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Golaço de Maicon e tento heroico de Gilberto deram a vitória ao São Paulo na Arena Independência


Ainda sem o ídolo, mas já sabendo que terá Rogério Ceni em seu comando na próxima temporada, o São Paulo deu uma boa impressão para os seus torcedores na tarde deste domingo. Atuando diante dos reservas do Atlético-MG, no Independência, o Tricolor jogou melhor durante toda a partida, superou uma falha de Renan Ribeiro e conseguiu o gol da vitória já nos acréscimos do segundo tempo, com Gilberto. Hyuri, para o Galo, e Maicon, para os paulistas, anotaram os tentos antes.

O resultado pouco muda a posição do São Paulo na tabela, agora na 11ª colocação do Campeonato Brasileiro, mas sem possibilidade de cair à segunda divisão ou chegar à Libertadores. Resta à equipe se assegurar entre os 13 primeiros para ter uma vaga na Sul-Americana do ano que vem. Os mineiros, por sua vez, estacionam nos 62 pontos e já sabem que serão os quartos colocados ao final da competição, pois não podem mais alcançar o Santos nem ser alcançados pelo Atlético-PR.

Na próxima e última rodada da competição, o Tricolor encerra sua participação diante do Santa Cruz, no domingo, às 17h (de Brasília), no estádio do Pacaembu. Os atleticanos, por sua vez, agora se focam na segunda final da Copa do Brasil, contra o Grêmio, em Porto Alegre, onde precisam tirar uma desvantagem de dois gols a favor dos gaúchos. Nos pontos corridos, o compromisso é diante da Chapecoense, no mesmo dia e horário, na Arena Condá.

Renan falha, ataque perde muitos gols

O primeiro tempo da partida no Independência começou sem muitas emoções, com as melhores jogadas sendo uma falta batida por Cueva, sem grande perigo para Giovanni, e um escanteio do Galo, com Fred desviando para a primeira trave e a zaga afastando na sequência. O marasmo, porém, foi quebrado aos 23 minutos de bola rolando, justamente pelo jogador que mais esperava a chance de atuar na partida.

Carlos Eduardo recebeu uma bola pela direita, ainda na intermediária, e cruzou na segunda trave. Hyuri se livrou da marcação e apareceu em boas condições, o que fez com que Renan Ribeiro tentasse sair do gol para interceptar o lançamento. O reserva de Denis, no entanto, chegou atrasado e viu o atleticano desviar de cabeça. A bola ainda bateu na trave esquerda da meta são-paulina antes de entrar vagarosamente.

O Tricolor, porém, nem teve tempo de sentir o baque do gol. Dois minutos depois, em falta na intermediária atleticana, Maicon pareceu incorporar a habilidade do seu futuro técnico nas bolas paradas. Em batida que não deixou nada a desejar com relação às melhores da carreira de Rogério Ceni, o zagueiro acertou o ângulo esquerdo do goleiro Giovanni, que não conseguiu nem passar perto de fazer a defesa.

O tento fez muito bem aos visitantes, que poderiam ter virado o placar em pelo menos três oportunidades. Na primeira, aos 29, Chavez recebeu cara a cara com Giovanni, mas chutou em cima do goleiro. Na sequência, após escanteio, Rodrigo Caio cabeceou forte, por cima do gol. Na última e melhor delas, Cueva puxou contra-ataque pela esquerda e, na entrada da área, abriu na direita para David Neres. O garoto bateu cruzado, Giovanni espalmou, Chavez não conseguiu dominar e Luiz Araújo chegou chutando. O arqueiro, porém, conseguiu abafar o lance e evitar o gol.

Gilberto aparece no fim

No final do primeiro tempo, Renan Ribeiro deslocou um dedo da mão direita e teve de ser substituído por Denis. Sem tempo para se aquecer, o arqueiro foi exigido logo aos oito minutos, em chute de fora da área de Lucas Cândido. A bola saiu forte, rasteira, e o são-paulino se esticou todo para fazer a defesa no canto direito. No lance seguinte, Hyuri ganhou de cabeça e a bola passou rente à trave tricolor.

Melhor em campo, o São Paulo teve outra boa chance de ficar à frente do placar, quando Luiz Araújo fez bom cruzamento para a área. Chavez ganhou da marcação e cabeceou para o chão, a bola quicou e explodiu no travessão de Giovanni. O argentino lamentou bastante o lance, parecendo não acreditar que havia perdido outra chance de colocar sua equipe em vantagem.

O jogo diminuiu seu ritmo e parecia fadado ao empate quando, em mais um contra-ataque puxado pelo ótimo Cueva, o Tricolor conseguiu o merecido gol da vitória. O peruano conduziu até a intermediária e tocou para Robson, que só rolou para o meio da área. Livre, Gilberto tocou para a rede e saiu para comemorar.


MELHORES MOMENTOS:



FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 1 X 2 SÃO PAULO

Local: estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 27 de novembro de 2016, domingo
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro:Dewson Fernando Freitas da Silva (PA-Fifa)
Assistentes: Marcio Gleidson Correia Dias (PA) e Helcio Araújo Neves (PA)
Cartões amarelos: Patric (Atlético-MG); Mena, Wellington, Cueva, Buffarini e Thiago Mendes (São Paulo)
Gols:
ATLÉTICO-MG: Hyuri, aos 23 minutos do primeiro tempo
SÃO PAULO: Maicon, aos 25 minutos do primeiro tempo, e Gilberto, aos 46 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-MG: Giovanni, Patric, Edcarlos, Jesiel, Leonan, Rafael Carioca, Lucas Cândido, Clayton, Carlos Eduardo (Marcos Rocha), Hyuri (Capixaba) e Fred (Thalis)
Técnico: Diogo Giacomini

SÃO PAULO: Renan Ribeiro (Denis); Buffarini, Maicon, Rodrigo Caio e Mena; Wellington, Thiago Mendes e Cueva; David Neres (Robson), Luiz Araújo e Andres Chavez (Gilberto)
Técnico: Pintado (Interino)

24 de novembro de 2016

Rogério Ceni é o novo técnico do São Paulo

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M1to assume o comando da equipe, agora como treinador

O São Paulo FC definiu nesta quinta-feira a contratação de Rogério Ceni, 43, para o cargo de técnico da equipe principal. O ex-goleiro e ídolo do clube assinou vínculo de dois anos, até o fim de 2018, e assumirá a nova função a partir do início da próxima temporada. 

“Rogério Ceni sempre foi um protagonista. Nos últimos 12 meses, mostrou ambição em se qualificar para uma nova função no futebol, estudou com os melhores do mundo, e nos convenceu ao apresentar um projeto consistente e contemporâneo de futebol para o São Paulo. É uma figura de enorme importância para o clube que chega com a determinação de ser o melhor novamente, dessa vez como treinador”, afirmou o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva. 

“O grande segredo do futebol é administrar pessoas e se relacionar bem com seus jogadores. São eles que podem fazer diferença. Eu quero que eles vejam futebol da maneira como eu via quando jogava, eu quero um time vencedor, que tenha uma mentalidade vencedora. Eu tenho certeza de que eles vão entender isso, já conheço muitos deles e sei da mentalidade vencedora que eles têm”, disse o novo técnico são-paulino, Rogério Ceni.

A partir de agora Rogério Ceni passa a discutir o planejamento da equipe para 2017, junto da diretoria de futebol. O início do ex-goleiro nos campos será na pré-temporada na Florida Cup, nos Estados Unidos, em janeiro.⁠⁠⁠⁠

23 de novembro de 2016

A queda de Ricardo Gomes

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O treinador deixa o comando do São Paulo

O São Paulo FC informa que o técnico Ricardo Gomes deixa o comando da equipe principal. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (23), após reunião no Centro de Treinamento da Barra Funda, e o treinador foi comunicado pela diretoria. O comandante encerra a sua segunda passagem pelo clube após 18 jogos.

“O São Paulo comunica que terá uma mudança no comando técnico: o Ricardo Gomes deixa o clube neste momento. É o momento mais adequado para esta mudança. A partir de agora pensaremos em novos planos e rumos dentro de uma ideologia que planejamos para 2017. Para a pré-temporada, e consequentemente para a disputa da Flórida Cup, teremos um novo treinador”, afirmou o diretor executivo de futebol Marco Aurélio Cunha.

Desde a sua reestreia no dia 21 de agosto, no empate com o Internacional (1 x 1), no Beira-Rio, foram seis vitórias, cinco empates e sete derrotas (42,5% de aproveitamento). Somando a sua primeira passagem, entre junho de 2009 e agosto de 2010, foram 91 partidas: 44 vitórias, 20 empates e 27 derrotas (55,6%).
Ao lado do treinador, o auxiliar Luiz Otávio também deixa o Tricolor. Desta forma, o auxiliar técnico Pintado assume interinamente o comando da equipe para os duelos com o Atlético-MG que será disputado no próximo final de semana, em Belo Horizonte, e com o Santa Cruz na rodada de encerramento do Campeonato Brasileiro de 2016.

A diretoria agradece ao treinador e deseja sorte na sequência de sua carreira.

21 de novembro de 2016

São Paulo volta a decepcionar e perde para a Chapecoense

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Depois de bons jogos, Cueva teve uma atuação discreta neste domingo (Foto: Rubens Chiri/SPFC)

O chacoalhão de Rodrigo Caio no elenco são-paulino não surtiu efeito. A desorganização da equipe, principalmente na marcação, se repetiu na noite deste domingo e o Tricolor voltou a tropeçar no Campeonato Brasileiro. Desta vez, o revés veio diante da Chapecoense, por 2 a 0, na Arena Condá. Com o resultado, o São Paulo segue para os dois últimos jogos da competição em clima de marasmo, sem ter pelo o que brigar e sem motivos para se orgulhar da campanha.

Sem Chavez, Wesley, Kelvin, Carlinhos e Luiz Araújo, Ricardo Gomes preferiu repetir a base do time que empatou com o Grêmio na quinta, com as entradas de Robson e Pedro entre os titulares. A princípio, deu certo. Os são-paulinos controlaram bem a primeira parte da partida e chegaram com algum perigo com chutes de média distância.

O problema é que o time não conseguiu manter o nível por muito tempo e logo se viu pressionado pelos mandantes. Assim, a Chapecoense abvriu o placar logo em sua primeira chegada mais perigosa. O sistema defensivo do São Paulo se perdeu diante do toque de bola rápido dos atacantes da Chapecoense e Dener apareceu livre na esquerda para fuzilar Denis.

Para piorar, na última jogada antes do intervalo, Thiaguinho teve todo o espaço que queria para dominar, ajeitar a bola e soltar a bomba da entrada da área. O goleiro tricolor mais uma vez nada pôde fazer. 2 a 0 e a sensação de que o jogo já estava resolvido.

Na segunda etapa, Ricardo Gomes ainda tentou mexer no time, mandou a campo Jean Carlos, Gilberto e Daniel, mas quem quase balançou a rede mais uma vez foi a Chape. Lucas Gomes deixou Maicon sentado no gramado e serviu Thiaguinho, mas João Schimidt salvou em cima da linha.

Na melhor oportunidade do clube paulista, Mena e David Neres tabelaram pela esquerda e Thiago Mendes só não diminuiu o prejuízo porque Thiego também evitou o gol praticamente em cima da linha.

Mas, a reação tricolor parou por ai. É verdade que a Chapecoense se conteve em apenas administrar sua vantagem e pouco frequentou o campo de ataque na etapa final, mas não teve muito trabalho para conter as investidas do São Paulo.

Embalada quem sabe por uma história vaga na final da Copa Sul-americana, a Chapecoense volta a campo pelo Campeonato Brasileiro no próximo domingo, às 17 horas, para encarar o Palmeiras no Palestra Itália no jogo que pode confirmar o título do Verdão. Já o São Paulo visitará o Atlético-MG, no estádio Independência, em Belo Horizonte, em um clássico do futebol nacional, mas que praticamente servirá apenas para o cumprimento da tabela.


MELHORES MOMENTOS:




FICHA TÉCNICA
CHAPECOENSE 2 X 0 SÃO PAULO

Local:Arena Condá, em Chapecó (SC)
Data: 20 de novembro de 2016 (Domingo)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro:Jean Pierre Goncalves Lima (RS-ASP-FIFA)
Assistentes: Leirson Peng Martins (RS-CBF-1) e Mauricio Coelho Silva Pena (RS-CBF-2)
Cartões amarelos: CHAPECOENSE: Neto. SÃO PAULO: João Schimidt.

GOLS:
CHAPECOENSE: Dener, aos 38, e Thiaguinho, aos 45 minutos do 1T

CHAPECOENSE: Danilo, Mateus Caramelo, Neto, Thiego e Dener; Mateus Biteco (Arthur Maia), Josimar e Cleber Santana (Gil); Lucas Gomes, Tiaguinho (Ananias) e Bruno Rangel
Técnico: Caio Júnior

SÃO PAULO: Denis, Buffarini, Maicon, Rodrigo Caio e Mena; João Schimidt, Thiago Mendes e Cueva; David Neres (Daniel), Robson (Jean Carlos) e Pedro (Gilberto)
Técnico:Ricardo Gomes

18 de novembro de 2016

São Paulo cede empate ao Grêmio e se despede do Morumbi

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Chavez marca mais um golaço, mas Tricolor fica no empate

Em sua despedida do Morumbi no ano, o São Paulo decepcionou os quase 22 mil torcedores que assistiram à partida contra o Grêmio, realizada na noite desta quinta-feira e válida pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Livre do fantasma do rebaixamento e sonhando com uma remota chance de disputar a Copa Libertadores da América 2017, o Tricolor paulista apenas empatou com a equipe gaúcha por 1 a 1 e viu a vaga à competição continental ficar ainda mais distante.

O duelo teve cada time dominando uma etapa. Na primeira, o São Paulo sufocou o Grêmio e abriu o placar logo aos 11 minutos, quando o atacante argentino Andres Chavez percebeu o goleiro Marcelo Grohe adiantado e tocou por cima, marcando um golaço. Na segunda, a maestria de Douglas resolveu para a agremiação de Porto Alegre deixar tudo igual. Aos 21, o meia deu lindo passe para Ramiro bater sem chances para Denis, dando números finais à partida.

Ao final do confronto, o técnico Ricardo Gomes foi hostilizado pela torcida são-paulina e ouviu gritos de “burro” em uníssono. Os jogadores também não ficaram imunes às críticas e foram vaiados na saída para os vestiários, principalmente Carlinhos, que entrou no segundo tempo.

Com o resultado, o clube do Morumbi fica no 13º lugar, chegando aos 46 pontos, seis a menos que o Atlético-PR, primeira equipe dentro do G6 do torneio nacional. O Grêmio, por sua vez, chega aos 50, na oitava posição, e segue na briga por um lugar na zona de classificação à Copa Libertadores – os gaúchos ainda podem conquistar a vaga com o título da Copa do Brasil, da qual está na final.

A três jogos das férias, o São Paulo tem a Chapecoense como próximo adversário. Os comandados de Ricardo Gomes visitam o time catarinense, neste domingo, às 19h30 (de Brasília). O Tricolor tem ainda um jogo a ser feito na condição de mandante, mas ele será disputado no Pacaembu em função de o Morumbi estar reservado para um show no dia 4 de dezembro, data da partida contra o Santa Cruz.

O jogo – Com o peruano Cueva de titular, surpreendendo a muitos porque jogou contra o Brasil na madrugada de quarta-feira, o time da casa não precisou exercer a tradicional pressão de começo de partida para abrir o placar ainda antes dos primeiros 15 minutos. Aos 11, João Schmidt fez bom lançamento para Chavez. O argentino ganhou na corrida da defesa gremista e tocou com categoria e por cobertura na saída do goleiro Marcelo Grohe.

Como lhe é característico, a equipe gaúcha tentou com a posse de bola buscar o empate, mas sem objetividade foi alvo fácil da forte marcação são-paulina no meio-campo. Os comandados de Ricardo Gomes passaram a apostar nas roubadas de bola e nos contra-ataques. Em um deles, aos 17 minutos, o garoto Luiz Araújo partiu em velocidade pelo meio e arriscou de fora da área. O chute saiu forte e obrigou Grohe a fazer ótima defesa.

Com Douglas, principal armador da agremiação gaúcha, bem marcado pelos volantes são-paulinos, os mandantes eram pouco ameaçados e mandavam na partida. Tanto que em dois lances em sequência Chavez teve duas boas chances de ampliar. Em uma delas, desviou cruzamento de Buffarini nas mãos do arqueiro gremista. Na outra, após boa jogada de Cueva pelo meio, finalizou fraco e para fora.

Na última boa chance do primeiro tempo. Cueva por pouco não foi premiado com o gol. Aos 41, o peruano, obedecendo aos pedidos do técnico Ricardo Gomes, roubou a bola na saída dos gaúchos e invadiu a área. Na saída de Grohe, o camisa 13 tentou tocar por baixo, mas os goleiro acabou salvando o que seria o segundo tento do Tricolor paulista ainda antes do intervalo. Assim, a primeira parte do jogo terminou com sete finalizações para os mandantes e apenas uma para os visitantes.

O segundo tempo começou com o Grêmio mais à frente e ocupando o campo de defesa são-paulino. Bem postado atrás, o Tricolor paulista, entretanto, foi quem teve a primeira boa oportunidade de marcar. Aos 13 minutos, Chavez recebeu de Cueva, invadiu a área pela esquerda e bateu forte. Marcelo Grohe caiu no canto direito e escanteou a bola.

Mas quando um time tem qualidade precisa de apenas um lance para castigar o rival. Foi assim que o Grêmio chegou ao empate. Sem jogar bem, a equipe gaúcha teve nos pés de Douglas o seu grande trunfo para balançar as redes de Denis. Aos 21, o meia viu Ramiro entrando livre pela direita e tocou de primeira. O companheiro não desperdiçou o refinado passe e finalizou cruzado, à direita do goleiro são-paulino: 1 a 1.

Para conseguir o desempate, Ricardo Gomes mexeu na equipe ao promover as entradas de Hudson e Carlinhos nos lugares de Thiago Mendes e Luiz Araújo, respectivamente. Mas o gol deixou nervosos os mandantes, que passaram a cometer muitos erros de passes, levando sua torcida à fúria. Por outro lado, os gaúchos tocavam com tranquilidade e se aproximavam da área adversária.

As alterações, no entanto, não surtiram efeito e o São Paulo pouco criou até o final da partida. O Grêmio, por sua vez, controlou bem a posse de bola, mas também não voltou a ameaçar a meta de Denis. Com isso, o confronto terminou empatado e a torcida são-paulina se despediu de maneira meláncolica do Morumbi na temporada.


MELHORES MOMENTOS:


FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 1 X 1 GRÊMIO

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 17 de novembro, quinta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)
Assistentes: Alessandro Rocha de Matos e Elicarlos Franco de Oliveira (ambos da BA)
Público: 21.933 pagantes
Renda: R$ 276.590,00
Cartões Amarelos: Walace e Wallace Reis (Grêmio); Julio Buffarini, Luiz Araújo e Andres Chavez (São Paulo)
Cartões Vermelhos:-

GOLS:

SÃO PAULO: Andres Chavez, aos 11 minutos do primeiro tempo
GRÊMIO: Ramiro, aos 21 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Denis; Julio Buffarini, Maicon, Rodrigo Caio e Eugenio Mena; João Schmidt, Thiago Mendes (Hudson) e Christian Cueva; David Neres, Luiz Araújo (Carlinhos) e Andres Chavez
Técnico: Ricardo Gomes

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Edílson (Jaílson), Pedro Geromel, Wallace Reis e Marcelo Oliveira; Walace, Maicon, Ramiro, Douglas e Pedro Rocha (Everton); Luan (Batista)
Técnico: Renato Gaúcho

10 de novembro de 2016

São Paulo oficializa a contratação por empréstimo de Wellington Nem

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Atacante do Shakhtar assinou contrato de 1 ano com o São Paulo

O São Paulo anunciou na tarde desta quarta-feira a contratação do atacante Wellington Nem. O jogador de 24 anos assinou um contrato de empréstimo de um ano com o Tricolor. O jogador, que pertence ao ucraniano Shakhtar Donetsk, é o primeiro reforço anunciado pela diretoria para a temporada de 2017.

“Torcida tricolor, em 2017 estarei aí para honrar essa camisa, conquistar muitos títulos e ser muito feliz vestindo essa camisa. Também quero agradecer ao presidente Leco por todo o esforço que fez por mim. Eu estou muito contente”, afirmou o atacante, em vídeo postado pelo São Paulo na rede social Twitter.

Wellington Nem ganhou fama nacional ao defender o Fluminense, clube que o revelou para o futebol profissional. O jogador, inclusive, chegou a defender a Seleção Brasileira durante o período que vestiu a camisa do Tricolor das Laranjeiras. Ele foi vendido ao Shakhtar em 2013 por 9 milhões de euros (R$ 25 milhões, na cotação da época).

O atacante possui contrato com os ucranianos até junho de 2018. A condição física do jogador deverá receber um cuidado especial no São Paulo, já que ele não disputa uma partida desde o início de setembro.

Wellington Nem foi relacionado para duas partidas no início deste mês, mas só ficou no banco de reservas. Ao todo, ele fez 11 jogos nesta temporada e não balançou as redes nenhuma vez.

Apesar de ter chances matemáticas de alcançar o G6, o planejamento da diretoria são-paulina não visa à disputa da Copa Libertadores. A equipe brigou até as últimas rodadas para se livrar do risco de rebaixamento e hoje está na 12ª posição do Campeonato Brasileiro, com 45 pontos somados – seis a menos do que o Atlético-PR, atual sexto colocado.

Nas últimas semanas, o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, prometeu reforços de peso para o clube brigar por títulos em 2017. Estão na mira do Tricolor as contratações dos atacantes Nilmar, do Al Nasr-EAU, Willian, do Cruzeiro, e Rafael Marques, do Palmeiras.

“A contratação do Wellington Nem é o marco de um novo momento, que vem planejando a formação de uma equipe forte e que honrará a camisa do São Paulo e suas tradições, voltando a aspirar a conquistas de títulos. Ele é reconhecidamente um grande jogador, pretendido por diversos clubes do país e a sua chegada é o início de uma nova empreitada para a formação de uma equipe forte”, disse Leco, ao site oficial do clube.

WELLINGTON NEM

Nome completo: Wellington Silva Sánchez Aguiar
Data de nascimento: 06/02/1992 (24 anos)
Local de nascimento: Rio de Janeiro-RJ
Posição: atacante
Altura: 1m67
Peso: 67kg

Clubes: Fluminense (2011-13), Figueirense (11), Shakhtar Donetsk-UCR (13-16) e São Paulo (desde 2016)

Títulos: Taça Guanabara (2012), Campeonato Carioca (2012), Campeonato Brasileiro (2012), Campeonato Ucraniano (2013/14), Supercopa da Ucrânia (2013, 2014 e 2015) e Copa da Ucrânia (2016)

Seleção Brasileira: Superclássico das Américas e amistosos (2012)

Prêmios: Troféu Revelação do Campeonato Brasileiro de Futebol de 2011

8 de novembro de 2016

Botafogo mostra interesse em ceder Sassá para ter Michel Bastos

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Sassá, artilheiro do Botafogo no Campeonato Brasileiro com 11 gols

O time carioca começa a pensar em seu time para 2017. Após  trazer Roger, atacante ex São Paulo que estava na Ponte Preta, o time alvinegro pensa seu futuro com jogadores mais cascudos, segundo a direção do clube.

Para tal, com pouco dinheiro para negócios grandiosos, enxergam com bons olhos um empréstimo do jovem Sassá de 22 anos ao Tricolor desde que consigam reforçar a equipe com um nome importante: neste caso, Michel Bastos.

Quatro nomes geraram interesse do São Paulo no time alvinegro já que Ricardo Gomes conhece bem o plantel:  Airton, volante; Diego Barbosa, lateral esquerdo; Camilo, meio campista e Sassá, atacante. Como o único nome que realmente pensa em negociar é Sassá, pode ser que Michel agora sem mercado depois das aparições em poker e faltas  em treinos, possa ter uma porta nova a adentrar.

Um detalhe que não podemos esquecer é que o Botafogo deve dinheiro ao São Paulo por Henrique Almeida e por Luis Ricardo.

Será que tem jogo?

Fonte: Blog do São Paulo


5 de novembro de 2016

Com direito a “olé”, São Paulo atropela o Corinthians e lava a alma

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Cueva foi um monstro em campo e comandou a goleado no Majestoso

É difícil dimensionar o que um clássico é capaz de fazer na vida de quem entra em campo. O São Paulo recebeu o Corinthians pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro precisando da vitória para se livrar de vez do rebaixamento, enquanto o rival ainda briga por uma vaga na próxima Copa Libertadores. Mas, com a bola rolando, esse panorama se desfez. A equipe tricolor se impôs, sobrou e atropelou o Timão com um sonoro 4 a 0, que ainda teve direito a “olé”, provocações e muita festa nas arquibancadas do início ao fim. Além do sabor especial por bater o arquirrival, os três pontos levaram o São Paulo aos 45, longe do Z4. Já o Corinthians estaciona nos 50 pontos e pode cair para o nono lugar na tabela de classificação, dependendo dos resultados de seus adversários direitos por uma vaga no G6, que só entram em campo neste domingo.


O Majestoso deste sábado teve todos os ingredientes de um grande clássico. Estádio cheio, confusão fora de campo antes da bola rolar e uma grande polêmica, que inclusive não demorou muito para acontecer. Como de costume sempre que joga no Morumbi, o São Paulo imprimiu um ritmo mais acelerado nos primeiros minutos, enquanto o Corinthians, como visitante, cadenciava.

Mas logo aos 11 minutos, Kelvin foi para cima de Fagner dentro da área e caiu. O árbitro sergipano Claudio Francisco Lima e Silva titubeou, mas marcou o pênalti, e deu início à revolta dos corinthianos, indignados com a decisão diante da alegação de que o são-paulino forçou a jogada e se atirou no gramado.

Depois de muito empurra-empurra e um cartão amarelo para Romero por reclamação – está suspenso do próximo jogo -, Cueva foi frio e usou a cavadinha no meio do gol para tirar Cássio da bola e abrir o placar, para delírio da única torcida que pôde ir ao estádio.

Apesar do gol e de demonstrar mais disposição em campo, o São Paulo não manteve o ritmo. Por outro lado, o Corinthians, aos poucos, controlou o jogo e obteve até mais posse de bola. O problema era a ineficiência do ataque alvinegro, evidenciada em mais uma péssima atuação de Marquinhos Gabriel.

Depois de duas pausas por causa de sinalizadores nas arquibancadas e uma para a saída de Kelvin, que sentiu a coxa esquerda aos 38 e deu lugar a Luiz Araújo, o Tricolor perdeu o ímpeto do início da partida. O Corinthians aproveitou e, antes do intervalo, criou duas situações claras para igualar o marcador. Na primeira, Romero desperdiçou, de cabeça, de forma inacreditável. Depois, Mena salvou o que seria a chance do paraguaio se redimir.

Sorte do São Paulo que o intervalo esfriou o Timão. Os mandantes voltaram a comandar as ações, mesmo que apostando mais no contra-ataque. O jogo voltou a pegar fogo depois de entrada dura de Rodriguinho em Cueva. Além do cartão ao volante, o lance despertou o peruano, que estava meio sumido.

Dos pés dele saiu uma ótima assistência para Chavez marcar, não fosse a má fase do argentino. Depois, o meia serviu David Neres, que passou da bola, mas contou com o vacilo de Guilherme Arana para marcar o segundo gol e levar a torcida à loucura no Cícero Pompeu de Toledo.

O gol desmonetou o time de Oswaldo de Oliveira, que ainda tentou alguma coisa com Rildo no Lugar de Marquinhos Gabriel, mas o abatimento de sua equipe era notório. O São Paulo, que nada tinha com isso, foi de novo às redes. Enfim, Andres Chavez acabou com a seca que já perdurava dez jogos e consagrou também Cueva, autor de mais uma assistência.

A entrada de Camacho no lugar de Guilherme mostrou a real preocupação de Oswaldo de Oliveira a partir disso. A cara de goleada estava latente. A torcida desfrutou com o famoso “olé” a cada toque dos são-paulinos na bola e o jogo acabou perdendo boa parte de sua objetividade. Era hora de festa para o Tricolor, que sofreu com um ano amargo, mas ao menos lavou a alma com uma grande atuação em cima do arquirrival, que vê cada vez longe a sua chance de disputar a próxima Copa Libertadores da América. Nos acréscimos, ainda deu tempo para Cueva servir mais um companheiro. Em um contra-ataque mortal, Luiz Araújo deu números finais ao placar e decretou a goleada: 4 a 0, fora o show.

Para azar da equipe de Parque São Jorge, o Campeonato Brasileiro faz uma pausa agora por causa das datas Fifa. Com isso, o Timão ficará com o sabor da derrota humilhante até o dia 16, quarta-feira, quando o time visitará o Figueirense, às 21h45, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis. Rindo à toa, apesar de praticamente ter de cumprir tabela até o fim da competição, o São Paulo entrará em campo de novo no dia seguinte, às 19h30, de novo no Morumbi.


MELHORES MOMENTOS:





FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 4 X 0 CORINTHIANS

Local:Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 5 de novembro de 2016, sábado
Horário: 19h30 horas (de Brasília)
Árbitro: Claudio Francisco Lima e Silva (SE)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Nadine Schramm Camara Bastos (SC)
Cartões amarelos: SÃO PAULO: João Schimidt, Wesley, Luiz Araújo. CORINTHIANS: Vilson, Romero, Rodriguinho e Balbuena
Público: 53.781 total.
Renda: R$ 723.844,00.

GOLS:
SÃO PAULO: Cueva, aos 13 minutos do 1T, e David Neres, aos 15, e Chavez, aos 21, e Luiz Araújo, aos 47 minutos do 2T.

SÃO PAULO: Denis; Buffarini, Rodrigo Caio, Maicon e Mena; João Schimidt, Thiago Mendes e Cueva; Kelvin (Luiz Araújo), David Neres (Wesley) e Chavez (Pedro)
Técnico:Ricardo Gomes

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Vilson, Balbuena e Uendel (Guilherme Arana); Willians, Romero, Giovanni Augusto, Rodriguinho e Marquinhos Gabriel (Rildo); Guilherme (Camacho)
Técnico: Oswaldo de Oliveira

1 de novembro de 2016

Tricolor cria boas oportunidades, mas acaba derrotado pelo América-MG

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Goleiro adversário fez grandes defesas e impediu que o São Paulo conquistasse a sua primeira trinca no ano


Diante de um goleiro inspirado, o Tricolor não conseguiu conquistar a sua primeira trinca na temporada. Na noite desta segunda-feira (31), em Belo Horizonte, o São Paulo criou boas oportunidades para conquistar um resultado positivo, mas parou nas mãos de João Ricardo e acabou derrotado por 1 a 0 no confronto válido pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2016. Embalado por duas grandes vitórias na competição nacional, o time são-paulino tentava confirmar a sua ascensão para se distanciar ainda mais dos últimos lugares e, consequentemente, iniciar uma disputa pela parte de cima da tabela.

Com o tropeço, os paulistas se mantiveram com 42 pontos, na 12ª colocação. No próximo final de semana, com a missão de se recuperar no torneio, o Tricolor receberá o Corinthians, no Morumbi. Vale lembrar que os ingressos para o clássico, que será disputado no sábado (5), às 19h30 (de Brasília), já estão à venda. Até o Majestoso, o São Paulo terá uma semana de trabalhos no Centro de Treinamento da Barra Funda para ajustar o time e corrigir os erros.

Com a volta de Maicon que cumpriu suspensão automática, além de Lugano e Buffarini que ficaram como opção no banco de reservas, o técnico Ricardo Gomes escalou o Tricolor com Denis; Wesley, Maicon, Rodrigo Caio e Mena; João Schmidt, Thiago Mendes e Cueva; David Neres, Kelvin e Chavez. Já Breno e Ytalo (cirurgias no joelho), Lucas Fernandes (cirurgias no joelho e no ombro), Bruno (estiramento no posterior da coxa esquerda), Hudson (estiramento no posterior da coxa direita) e Carlinhos (estiramento no adutor da coxa esquerda) não estavam à disposição.

Os anfitriões foram escalados com João Ricardo; Christian, Éder Lima, Messias e Ernandes; Juninho, Leandro Guerreiro, Danilo, Tony e Matheusinho; Michael. Quando a partida começou, mesmo fora de casa, o Tricolor tratou de controlar a posse de bola e logo criou as melhores oportunidades. Aos nove minutos, as redes só não balançaram porque o goleiro João Ricardo fez milagre: Mena desceu pela esquerda e cruzou para a área. David Neres ajeitou para Chavez, que dominou, girou e bate de pé esquerdo. O arqueiro fez grande defesa e espalmou. Na sobra, David Neres chutou e o goleiro fez nova intervenção!

Superior, o São Paulo seguiu mais presente no campo de ataque e criou boas chances. Aos 24, David Neres tabelou com João Schmidt no meio, recebeu de volta e tocou para Chavez, que disparou uma bomba de fora da área: João Ricardo espalmou por cima do gol. E justamente quando era melhor no jogo, o time são-paulino foi surpreendido aos 26 minutos: em rápido contragolpe, o atacante Michel avançou pelo meio e bateu firme: 1 a 0.

O gol animou os mineiros, que mudaram o panorama do confronto e assustaram os paulistas. Então, para tentar responder, os visitantes levaram perigo duas vezes com o zagueiro Maicon, que aproveitou cobranças de bolas paradas e testou firme, mas em ambas as oportunidades esbarraram no goleiro rival. Em busca do empate, os comandados de Ricardo Gomes ainda tiveram outra boa descida antes do intervalo. Aos 40, Cueva fez bela jogada pela esquerda e lançou, que foi ao fundo e cruzou para David Neres. O camisa 14 testou por cima e não conseguiu deixar tudo igual no placar no primeiro tempo.

Na volta para a segunda etapa, o time são-paulino partiu para cima do adversário e logo aos três minutos quase empatou: Mena foi lançado pela esquerda e cruzou para Chavez, que bateu de primeira à direita da meta. Após a investida tricolor, o América-MG tratou de responder em rápido contragolpe e também criou boa oportunidade. Sem deixar o ritmo cair, o São Paulo manteve os mandantes acuados. Aos 14 minutos, Cueva fez brilhante lançamento para David Neres que bateu: novamente o goleiro mineiro apareceu bem e impediu o empate.

Para tentar dar novo ânimo ao sistema ofensivo, Ricardo Gomes promoveu a entrada de Pedro Bortoluzo na vaga de Kelvin. Assim, Chavez foi deslocado para a ponta esquerda e o jovem centroavante assumiu a referência na grande área. Mais tarde, Luiz Araújo herdou o lugar do argentino e tentou dar mais mobilidade ao time, mas os donos da casa souberam conter as investidas dos visitantes e dessa forma administraram a vitória até o apito final em Minas Gerais: 1 a 0. Uma verdadeira blitz dos visitantes deu a esperança pelo empate, porém, os mineiros conseguiram se defender.


MELHORES MOMENTOS:




FICHA TÉCNICA:


AMÉRICA-MG 1 X 0 SÃO PAULO
Local:Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 31 de outubro de 2016, segunda-feira
Horário: 20 horas (de Brasília)
Árbitro: João Batista de Arruda (RJ)
Assistentes: Michael Correia e João Luiz Coelho de Albuquerque (ambos do RJ)
Cartões amarelos: SÃO PAULOMena.
Público: 5014 pessoas.
Renda: 58495.
GOL:
AMÉRICA-MG:Michael, aos 26 minutos do 1T.
AMÉRICA-MG:João Ricardo; Christian Sávio, Éder Lima, Messias (Maktom) e Ernandes; Juninho e Leandro Guerreiro; Danilo Barcelos, Tony e Matheusinho (Renato Bruno); Michael (Claudinei)
Técnico: Enderson Moreira
SÃO PAULO:Denis; Wesley, Maicon, Rodrigo Caio e Mena; João Schimidt, Thiago Mendes e Cueva; Kelvin (Perdro), David Neres e Chavez (Luiz Araújo).
Técnico:Ricardo Gomes



22 de outubro de 2016

São Paulo bate a Ponte e ganha fôlego no Brasileirão

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Garoto brilhou e fez o segundo gol do São Paulo na partida

O risco de rebaixamento praticamente já não existe mais no São Paulo. Depois de uma virada marcante sobre o Fluminense na semana passada, o Tricolor confirmou a reação no Campeonato Brasileiro com uma vitória em cima da Ponte Preta para 49.673 pessoas no Morumbi por 2 a 0. Cueva, de pênalti, e David Neres, que nunca havia jogado profissionalmente no Cícero Pompeu de Toledo, marcaram os gols do jogo. Assim, a equipe alcança os 42 pontos, fica a três de sua meta restando ainda seis rodadas para o fim da competição. Já a Macaca, que foi melhor em campo o jogo todo, mas abusou da ineficiência, estaciona nos 45 pontos e fica mais distante do sonho de entrar no G6, pelotão de clubes que vai à Copa Libertadores da América em 2017.

A audácia na escalação do São Paulo pegou muitos torcedores de surpresa, mas agradou. Em má fase, Chavez perdeu lugar para Pedro e David Neres ganhou oportunidade na vaga de Robson. Nada que poupasse Ricardo Gomes de uma sonora vaia ao ter seu nome anunciado pelo locutor do Morumbi.

No papel, era um São Paulo rápido e ofensivo, mas com a bola rolando não foi isso que se viu em campo. A marcação alta da Ponte Preta, muitas vezes com até quatro homens pressionando a saída de bola do tricolor, forçou o time da casa a abusar dos lançamentos e apostar na segunda bola.

Mas, como disse Rodrigo Caio depois da vitória sobre o Fluminense, a sorte voltou. E pode se dizer que o toque na bola de Fábio Ferreira com o braço, dentro da área, era tudo que o São Paulo queria. Aranha por pouco não frustou a maioria no estádio, porém, no fim viu Cueva comemorar seu quarto gol de pênalti no Brasileirão.

Ao invés de inflamar o time da casa, o gol acordou de vez a Macaca, que passou a ter um domínio mais amplo do jogo sem correr riscos atrás. E novamente a sorte se mostrou presente, principalmente para ajudar Denis, que falhou feio em duas saídas de bola. Em uma delas, Rodrigo Caio salvou o gol cabeceando na trave a bola que voltara exatamente nas mãos do camisa 1, que até beijou a redonda em forma de agradecimento e alívio. Roger também desperdiçou uma oportunidade que calou de vez o Morumbi, já com claras demostrações de aflição a essa altura.

Mas o intervalo não fez para a Ponte Preta, que voltou sem a mesma pegada, talvez pelo cansaço depois de um primeiro tempo eletrizante, e errando muitos passes. Com isso, o São Paulo conseguiu equilibrar a partida, mas também longe de alguma inspiração. David Neres e Kelvin não venciam suas marcações e Pedro era pouco acionado. Com o tempo passando, a torcida pediu e foi atendida. Andres Chavez entrou no jogo na vaga do jovem centroavante.

Nada que mudasse o panorama do confronto, que caiu bruscamente de rendimento. O São Paulo, que até apresentou uma melhora em relação ao primeiro tempo, voltou a deixar o ritmo cair e de novo contou com a sorte a seu favor, ou então apenas se deu bem diante da ineficiência de seu rival, que teve duas chances incríveis para empatar, mas em ambas a bola raspou a trave de Denis e saiu pela linha de fundo, tanto nas finalizações de Reinaldo quanto na de Pottker.

E quem nunca ouviu a velha máxima do futebol? Quem não faz, toma. E o castigo da Ponte Preta veio por meio dos pés do jovem David Neres, que estreou contra o Flu, virou titular neste sábado e vai para casa dono do segundo gol do São Paulo, depois de ser mais um ‘cliente’ da sorte no Morumbi, já que a bola sobrou limpa, sem goleiro, para a revelação de Cotia após chute na trave de Thiago Mendes.

No fim, como futebol não é merecimento, festa da torcida tricolor e lamentações pelo lado da Macaca, que terá de buscar a recuperação na quinta-feira, às 20h30, contra o Sport, na Ilha do Retiro. O São Paulo volta a campo apenas na segunda da semana que vem também como visitante. Encara o América-MG, no Independência, às 20h.


MELHORES MOMENTOS:




FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 0 PONTE PRETA

Local:Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 22 de outubro de 2016, sábado
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (PE)
Assistentes: Clóvis Amaral da Silva e Cléberson do Nascimento Leite (ambos de PE)
Cartões amarelos: PONTE PRETA: Roger.
Público: 49.673 total.
Renda: R$ 600.541,00.

GOLS:
SÃO PAULO:Cueva, aos 11 minutos do 1T, e David Neres, aos 36 minutos do 2T.

SÃO PAULO:Denis; Wesley, Rodrigo Caio, Lyanco e Mena; João Schimidt, Thiago Mendes e Cueva; Kelvin (Luiz Araújo), David Neres (Wellington) e Pedro (Chavez)
Técnico:Ricardo Gomes

PONTE PRETA:Aranha, Nino, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Reinaldo; João Vitor, Wendel (Galhardo) e Maycon; Rhayner, Clayson (Felipe Azevedo) e Roger (Pottker)
Técnico: Eduardo Baptista


18 de outubro de 2016

São Paulo vence o Flu de virada e respira no campeonato

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David Neres entrou no segundo tempo e encendiou a partida

O roteiro estava todo escrito para mais uma derrota do São Paulo no Campeonato Brasileiro. Mas, Ricardo Gomes, mesmo sob tantas críticas e ameaça de demissão, ousou e mudou totalmente o panorama da partida desta segunda-feira e, com uma reação surpreendente, o Tricolor do Morumbi virou o jogo para cima do Fluminense no Rio de Janeiro, 2 a 1 no placar, e acabou com a série de cinco rodadas sem vencer. Fora de casa o jejum era ainda maior. Desde 7 de agosto, quando bateu o Santa Cruz no Arruda, o torcedor são-paulino não comemorava uma vitória fora de casa.

Desta forma, tanto o treinador tricolor quanto o clube respiram. Ricardo Gomes ganha um pouco de paz para seguir com seu trabalho, enquanto o São Paulo tira parte do peso de suas costas. A distância para a zona de rebaixamento que era de apenas um ponto, agora são de quatro. Além disso, o Tricolor ultrapassou Internacional, Coritiba, Sport e Cruzeiro na tabela de classificação.

Por outro lado, o Fluminense conhece apenas sua segunda derrota no estádio Giulite Coutinho e em um momento crucial do campeonato. A terceira derrota seguida do Tricolor Carioca deixa a equipe estacionada nos 46 pontos, ainda a dois do G6, mas com Grêmio e Corinthians à frente.

E toda essa história seria bem diferente se os mandantes soubessem aproveitar a má fase do adversário no primeiro tempo. É verdade que ninguém brilhou nos primeiros 45 minutos a não ser o atacante Wellington. O jovem acabou com o marasmo do confronto em uma linda jogada individual, pouco antes dos 30 minutos.

O jogador do Flu dominou a bola saiu em disparada desde o campo de defesa, passou por Buffarini, Maicon e João Sschimidt e só foi parado por Denis, que cometeu o pênalti. Com personalidade, o dono da jogada bateu e marcou.

Mas, o balde de água fria no São Paulo veio pouco depois. Quando Cueva saiu cara a cara com o goleiro do Flu e acertou a trave. Ali o clima ficou pesado e a equipe paulista parecia entregue a mais um tropeço.

Tudo mudou com o apito do árbitro na segunda etapa. Ricardo Gomes foi para o tudo ou nada. Improvisou Wesley na direita, sacou Buffarini e mandou Kelvin para o jogo. O time melhorou e passou a pressionar o Flu. Nada que satisfazesse o comandante, que ainda mandou os jovens David Neres e Pedro a campo.

A melhora do time foi notória e recompensada aos 26 minutos. Depois de uma falha grotesca de Gum e Marquinhho, Thiago Mendes pegou a sobra e edeixou tudo igual depois da bola ainda desviar do meio-campista do Flu. Em seguida, o mesmo Thiago Mendes acertou o travessão no que seria um golaço. A virada estava madura, não demorou e veio com Rodrigo Caio, de cabeça, após escanteio da esquerda.

O fim de jogo ganhou clima de dramaticidade, com o banco do São Paulo pressionando pelo apito final e com muitos protestos dos torcedores cariocas. Após o término do jogo, muita festa dos são-paulinos e a sensação de frustração no Fluzão.

Agora, ainda com ambições diferentes, São Paulo e Fluminense voltam a campo no fim de semana, já que estão fora da disputa da Copa do Brasil. Ricardo Gomes prepara a equipe para encarar a Ponte Preta, sábado, às 17 horas, no Morumbi. Jo o Fluminense visita o Coritiba, no domingo, em duelo marcado para às 18h30, no Couto Pereira.


MELHORES MOMENTOS:


FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 1 X 2 SÃO PAULO

Local:Estádio Giulite Coutinho, em Mesquita (RJ)
Data: 17 de outubro de 2016, segunda-feira
Horário: 20 horas (de Brasília)
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
Assistentes: Clóvis Amaral da Silva e Bruno César Chaves Vieira (ambos de PE)
Cartões amarelos: FLUMINENSE: Wellington. SÃO PAULO: Denis, Buffarini, Maicon e Lugano.
Público: 6.664 pagantes (7.824 presentes).
Renda: R$ R$ 158.055,00.

GOLS:
FLUMINENSE:Wellington, aos 30 minutos do 1T.
SÃO PAULO:Thiago Mendes, aos 26, e Rodrigo Caio, aos 35 minutos do 2T.

FLUMINENSE:Júlio César, Wellington Silva (Igor Julião), Gum, Henrique e Giovanni; Pierre (Douglas), Cícero, Gustavo Scarpa e Marcos Junior (Marquinho); Wellington e Richarlison
Técnico: Levir Culpi

SÃO PAULO:Denis; Buffarini (Kelvin), Rodrigo Caio, Maicon e Mena; João Schimidt, Thiago Mendes, Wesley e Cueva; Robson (David Neres) e Andres Chavez (Pedro)
Técnico:Ricardo Gomes