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16 de fevereiro de 2017

São Paulo vira em cima do Santos na Vila, acaba com jejum e embala

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Luiz Araujo entrou no segundo tempo e decidiu a partida

Famoso por ter na base a sua grande força, o Santos sentiu o próprio veneno nesta quarta-feira. Foram 14 anos sem derrota para o São Paulo na Vila Belmiro no Campeonato Paulista. Desde 2009 o alvinegro não caia diante de seu torcedor para o rival Tricolor. Dessa vez, porém, uma cria da casa são-paulina resolveu mudar o rumo dessa história. Luiz Araújo, de apenas 20 anos, uma das esperanças do São Paulo para o futuro, entrou no segundo tempo para ser o nome do clássico válido pela 4ª rodada do Estadual. Dos pés da revelação de Cotia saíram dois gols e a confirmação da virada por 3 a 1. Antes, Rodrigão abrira o placar em linda jogada de Vitor Bueno, Cueva, de pênalti, igualou ainda no primeiro tempo.

O fim da invencibilidade do Peixe na temporada culminou na manutenção da liderança do Mirassol no Grupo D, com nove pontos. O Santos estaciona nos seis, assim como a Ponte Preta, mas fica em segundo graças ao seu saldo de gols. O Osasco é o lanterna, com quatro pontos conquistados.

O São Paulo, por outro lado, abriu mais vantagem na ponta do Grupo B, agora com seis pontos. Linense vem logo atrás com três a menos. Red Bull Brasil e Ferroviária, com um ponto cada, dividem a lanterna.

E o San-São começou com novidades. Em seu primeiro clássico oficial, Rogério Ceni decidiu entrar com Buffarini ao invés de Bruno e trouxe Cueva para lhe fazer companhia na direita, talvez na tentativa de conter o forte lado esquerdo santista, que tem Zeca, Lucas Lima e Vitor Bueno caindo pelo setor. Na frente, Ceni apostou em Neilton, cria da base alvinegra, na vaga de Luiz Araújo.

O problema é que na prática as coisas não funcionaram como o novato treinador imaginava. Logo aos 10 minutos, Vitor Bueno deixou o lateral argentino do São Paulo no chão e colocou a bola na cabeça de Copete. 1 a 0 Peixe.

O gol mudou o panorama tático da partida. O Santos, propositalmente, deu campo ao rival e recuou sua marcação para apostar na saída rápida. Restou ao São Paulo tocar a bola e tentar encontrar um meio de furar o bloqueio santista. Nesse ponto, Neilton, sempre perseguido pelos torcedores na Baixada, decepcionou.

Mas, a dez do intervalo, Zeca deslocou Gilberto dentro da área no momento que o centroavante saltava para tentar um cabeceio. Pênalti infantil o campeão olímpico que Cueva não desperdiçou e deixou tudo igual antes de iniciar uma confusão generalizada. O motivo foi o gestão de mão no ouvido em direção às arquibancadas.

O empate comprovou um primeiro tempo equilibrado, com poucas chances de lado a lado e um duelo tático intenso e disciplinado. Rodrigão ainda teve uma grande chance depois de uma sobra de bola, mas errou o alvo frente a frente com Sidão.

Como era de se esperar, Neilton não voltou para a etapa final. Luiz Araújo retomou sua posição. Porém, foi o ataque do Santos que assustou primeiro. Sidão deu a bola no pé de Thiago Maia e só não se tornou vilão porque João Schmidt se antecipou a Rodrigão e evitou o gol. Restou ao pupilo de Rogério Ceni agradecer e pedir desculpas ao time.

O lance, no entanto, não era nenhum presságio do que estaria por vir. O time da Capital seguiu com mais posse de bola, empurrando o Santos para o seu campo. O Peixe se viu em apuros e os jogadores começaram a demostrar irritação. O retrato do jogo ficou explícito aos 10 minutos. Lucas Lima dormiu no ponto e perdeu a bola para Thiago Mendes. Gilberto ligou Luiz Araújo, que correu cerca de 20 metros, livre, antes de driblar Vladmir e calar a Vila Belmiro. Era a virada Tricolor.

As entradas de Bruno Henrique de um lado e Araruna do outro anunciaram o que seriam os minutos seguintes. Enquanto os mandantes tentavam, apesar da pouca inspiração, pressionar, os visitantes administravam e tocavam a bola de forma angustiante tanto para os torcedores quanto para os atletas santistas.

E a situação ficou ainda mais dramática aos 26. Isso porque Sidão mostrou que seu reflexo está apurado ao defender cabeçada de Rodrigão. No contra-ataque, Cueva fez o que quis com a exposta defesa do Santos e só rolou para o jovem Luiz Araújo matar o jogo com mais um gol. Victor Ferraz, a essa altura, já era meia. Opção que custou caro ao Peixe.

Mais do que os três pontos, a festa dos são-paulinos após o apito final se justifica. Fim de um longo jejum na Vila Belmiro, terceira vitória seguida da equipe depois de mais de um ano e, acima de tudo, a expectativa de um ano promissor. Por outro lado, fica o sinal de alerta para Dorival Júnior. Além da derrota, a forma como o Santos se portou em campo frente a um grande rival é o que mais chamou a atenção. E se o estádio não pôde receber torcedores do São Paulo por causa da determinação da Secretaria de Segurança do Estado, o som que marcou o fim do jogo foi o das vaias para os santistas, principalmente em cima de Lucas Lima, apagado e substituído no clássico.

Agora, ambos os times voltam a campo no sábado, às 19h30. O Alvinegro Praiano recebe a Ferroviária de novo na Vila Belmiro, enquanto o São Paulo enfrenta o Mirassol também diante de seu torcedor, no Morumbi.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 1 X 3 SÃO PAULO

Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 15 de fevereiro de 2017, quarta-feira
Horário: 21h45 horas (de Brasília)
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho e Bruno Salgado Rizo

Cartões amarelos: SANTOS: Zeca, Rodrigão. SÃO PAULO: Thiago Mendes, Neilton, Cueva, Cícero
Público: 11.320 torcedores
Renda: R$ 455.425,00

GOLS:
SANTOS: Copete, aos 10 minutos do 1T.
SÃO PAULO: Cueva, aos 36 minutos do 1T, e Luiz Araújo, aos 10 e aos 27 minutos do 2T.

SANTOS: Vladimir; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Yuri e Zeca; Thiago Maia, Leandro Donizete (Bruno Henrique), Vitor Bueno e Lucas Lima (Thiago Ribeiro); Copete e Rodrigão (Rodrigão).
Técnico: Dorival Júnior

SÃO PAULO: Sidão, Buffarini, Rodrigo Caio, Maicon e Junior; João Schmidt, Thiago Mendes (Araruna), Cícero e Cueva (Bruno), Neilton e Gilberto.
Técnico: Rogério Ceni


14 de outubro de 2016

São Paulo continua melancólico e perde para o Santos no Pacaembu

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Chaves perdeu chance incrível de empatar no segundo tempo


A casa partida, jogadores e técnicos são repetitivos de que cada vez mais os jogos têm sido decididos nos pequenos detalhes. E no clássico desta quinta-feira, no estádio do Pacaembu, o São Paulo pagou caro por um minuto de apagão. O Santos, atento, foi fatal. Jonathan Copete marcou o único gol do jogo e garantiu os três pontos para o time de Vila Belmiro nesta 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O lance que decidiu o San-São aconteceu logo depois do apito do árbitro para o reinicio da partida na segunda etapa. A bola era são-paulina, mas os atletas pareciam desligados. De repente, bola para lateral. Victor Ferraz acionou Jean Mota no meio. A marcação dobrou no santista e o lado direito da defesa ficou escancarado.

Jean percebeu, tocou para Lucas Lima, que deu de primeira para Copate. Livre, o colombiano ainda soube aproveitar o mau posicionamento de Denis para marcar enquanto muitos ainda retornavam dos banheiros e das lanchonetes do Pacaembu.

O mais estranho é que o primeiro tempo apresentou um cenário totalmente diferente. O clássico começou morno, com as duas equipes errando muitos passes. Do lado santista, Copete ainda perdeu uma chance incrível depois de receber cruzamento de Ricardo Oliveira. Mas, depois da primeira metade da etapa inicial, só deu Tricolor.

A pressão acuou o Peixe. Buffarini exigiu linda defesa de Vanderlei, Robson assustou, primeiro em chute travado já dentro da área e depois ao se jogar na bola e por pouco não completar para o gol o um desvio de cabeça de Chavez depois de cobrança de escaneio. Coincidência ou não, a melhora são-paulina aconteceu depois de Carlinhos sentir uma lesão na coxa e sair para a entrada de Kelvin.

O intervalo, porém, não fez bem aos são-paulinos. O time voltou relaxado e sentiu o gol tão relâmpago de Copete. Então, Cueva foi chamado por Ricardo Gomes e muito festejado pela torcida. Wesley deixou o clássico sob vaias e xingamentos. O peruano se tornou na grande esperança tricolor, mas o clássico ganhou ares de pelada, com as duas equipes abertas, atacando e contra-atacando na base do desespero.

O São Paulo era reflexo de sua torcida nas arquibancadas: nervoso e ansioso. O Santos, depois do gol, voltou a ser dominado, assim como na primeira etapa. E o desânimo do lado tricolor bateu de vez a cinco minutos do fim, quando Cueva achou Andres Chavez livre dentro da área e o argentino desperdiçou uma chance incrível, na cara de Vanderlei.

Assim, o São Paulo chega ao quinto jogo seguido sem vitória no Campeonato Brasileiro e se mantém a três pontos da zona de rebaixamento, com 36 pontos. Já o Peixe chega a seis jogos sem perder para o rival do Morumbi (5 vitórias e um empate), alcança 54 pontos e segue na caça do Atlético-MG, dois pontos acima, por uma vaga direta à Copa Libertadores da América em 2017.

Na próxima rodada o São Paulo visitará o Fluminense, segunda-feira, no estádio Giulite Coutinho, no Rio de Janeiro, às 20 horas. 


MELHORES MOMENTOS:




FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 1 SANTOS

Local:Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 13 de outubro de 2016, quinta-feira
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Rafael da Silva Alves e Elio Nepomuceno de Andrade Júnior (ambos do RS)
Cartões amarelos: SÃO PAULO:Mena, Robson. SANTOS:Zeca, Copete.
Público: 28.321 pagantes (total: 29.314).
Renda: R$ 570.430,00.

GOL:
SANTOS:Jonathan Copete, 1 minuto do 2T.

SÃO PAULO:Denis; Buffarini, Rodrigo Caio, Maicon e Mena; Hudson (Jean Carlos), Thiago Mendes, Wesley (Cueva) e Carlinhos (Kelvin); Robson e Andres Chavez
Técnico:Ricardo Gomes

SANTOS:Vanderlei; Victor Ferraz (Daniel Guedes), Luiz Felipe, David Braz e Zeca; Renato (Fabian Noguera), Thiago Maia e Lucas Lima (Yuri); Jean Mota, Copete e Ricardo Oliveira
Técnico: Dorival Júnior





11 de outubro de 2016

Ingressos para São Paulo x Santos

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Pacaembu - quinta-feira -

Em cumprimento à lei nº 14590 publicada no Diário Oficial em 11/10/2011, a partir de 11/11/2011, serão cadastrados todos os torcedores que adquirirem ingressos para partidas de futebol. É obrigatória a apresentação de documento de identificação oficial com foto no ato da compra (nas bilheterias ou pontos de venda).

!!! ATENÇÃO !!! >>>>>>>>>>>>>  GRATUIDADE: 
PORTADOR DE NECESSIDADES ESPECIAIS - Deverão acessar diretamente o portão 13 do Estádio e apresentar sua documentação junto aos fiscais de catraca. Dos acompanhantes do PNE será cobrado o valor integral do setor Cadeira Laranja. Poderão fazer uso do benefício de 1⁄2 entrada se devidamente documentados. Ingressos de acompanhante poderão ser adquiridos nas bilheterias do portão principal.
CRIANÇAS MENORES 12 ANOS DE IDADE - Exceto na Cadeira Coberta Azul. Os pais e/ou responsáveis deverão comparecer às catracas, com documento da criança comprovando a idade. SUJEITO A ESGOTAMENTO.
IDOSO - Exceto na Cadeira Coberta Azul. Os maiores de 60 anos, com documento de identidade, deverão comparecer às catracas (SUJEITO A ESGOTAMENTO).

MEIA-ENTRADA:
  • A venda de meia-entrada se dará nas bilheterias e nos pontos de venda, mediante apresentação de documento de identificação, nos termos da Lei.
  • Nos termos do Decreto no. 8.537/2015 a concessão do benefício da meia entrada fica assegurada até o percentual de quarenta por cento do total de ingressos, descontados os destinados ao programa de Sócio Torcedor, reservados pelo prazo de setenta e duas horas antes de cada evento. 
  • Para compra virtual o torcedor fará a compra de apenas um ingresso por CPF, com a apresentação obrigatória do documento de identificação que garante o benefício no acesso ao estádio.
  • O ingresso de 1/2 entrada só poderá ser adquirido pelo beneficiário do desconto. O ingresso é pessoal e intransferível.Abriremos exceção somente para pais ou filhos, que poderão adquirir ingressos uns para os outros, mediante a apresentação de documentos que comprovem o grau de parentesco.
  • Estudantes: É necessária para a compra e acesso ao estádio a apresentação de documento escolar original (declaração escolar do mês vigente, ou carteirinha escolar com ano letivo ou data de validade e carimbo da escola, ou boleto pago do mês vigente) e RG original ou cópia autenticada (Lei Municipal nº 11.355/1993, Decreto Municipal nº 33.468/1993 e Lei Municipal nº 13.715/2004). 
  • Aposentado do INSS: É necessário a apresentação de holerite ou cartão do benefício e RG original ou cópia autenticada. (Lei Municipal nº 12.325/1997)
  • Idosos (com idade igual ou superior a 60 anos): apresentando RG  original ou cópia autenticada, paga meia entrada. (Lei Federal 10.741/2003 - Estatuto do Idoso)
  • Professores da rede pública municipal e estadual de ensino: pagam meia mediante a apresentação de RG e a carteira funcional emitida pela Secretaria de Educação.
  • Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes públicas estadual e municipais de ensino (Lei Estadual nº 15.298/2014): pagam meia mediante a apresentação de RG e a carteira funcional emitida pela Secretaria de Educação.
  • Jovens de baixa renda:      jovens de 15 a 29 anos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CADÚNICO), cuja renda mensal seja de até 02 (dois) salários mínimos. Para a compra, retirada e acesso ao estádio, é obrigatório apresentar a Carteirinha do CADÚNICO (Bolsa Família) e o Documento de Identidade original (RG) ou cópia autenticada (Lei Federal 12.933/2013).


 FORMAS DE PAGAMENTO


Para compras efetuadas na internet, o pagamento poderá ser efetuado através de cartão de crédito ou débito.
Nas bilheterias e pontos de venda, o pagamento poderá ser efetuado em dinheiro ou cartão de débito.


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INFORMAÇÕES E DÚVIDAS: 11 3749-5549 / relacionamento@sociotorcedor.com.br

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BILHETERIAS DO PACAEMBU
De 10/10 a 12/10/2016, das 10h às 17h (bilheterias do portão principal)
No dia da partida, 13/10, das 10h às 21h45 (bilheterias do portão principall e bilheterias do P21 e P22)
Não há venda para o setor visitante
  • DEMAIS PONTOS DE VENDA (Não abrem no dia do jogo)
Estádio do Morumbi
Praça Roberto Gomes Pedrosa, 01 - Bilheteria 03 - São Paulo
De 10/10/2016 a 11/10/2016 - 11h às 17h
Ginásio do Ibirapuera
Rua Manuel da Nóbrega, 1361 - São Paulo
De 10/10/2016 a 11/10/2016 - 11h às 17h
Estádio Anacleto Campanella
Rua Walter Tomé, 64 - São Caetano
De 10/10/2016 a 11/10/2016 - 11h às 17h 

27 de junho de 2016

São Paulo perde para o Santos no Pacaembu

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O garoto Luiz Araújo foi a única coisa boa do São Paulo na partida

O jogo – O São Paulo começou a partida como desembarcou do ônibus que o levou ao Pacaembu junto ao Santos: na paz. O Peixe, por sua vez, aproveitou a moleza do time tricolor e abriu o placar logo em seu primeiro ataque. Aos 44 segundos de jogo, Gabriel fez cruzamento na segunda trave, Thiago Maia apareceu sozinho e chutou para o gol. Denis não segurou e, no rebote, Vitor Bueno empurrou para o fundo das redes, fazendo a única torcida presente no estádio municipal comemorar o gol .

O time comandado por Edgardo Bauza, então, se viu obrigado a atacar e ameaçou o gol de Vanderlei aos dez minutos. Ytalo se infiltrou pelo meio e de fora da área arriscou o chute, obrigando o goleiro santista a espalmar para escanteio. Na cobrança, porém, o Peixe armou bom contra-ataque com Lucas Lima, que disparou pela direita e finalizou para defesa de Denis.

Com Michel Bastos e Ytalo apagados, ficou a cargo do jovem Luiz Araújo a criação das principais jogadas do São Paulo. O veloz garoto, atuando pela direita, dava trabalho para Gustavo Henrique e Renato. Tanto que aos 25, o meia limpou e chutou rasteiro com muito perigo a Vanderlei, que desviou para escanteio.

Percebendo a dificuldade na movimentação do ataque de sua equipe, Patón pediu para Michel e Ytalo trocar de posições, com o primeiro assumindo o meio e o segundo a ponta esquerda. A medida surtiu efeito e o Tricolor quase chegou ao empate em uma sequência de lances perigosos. Primeiro com Ytalo, que girou e bateu forte para defesa do goleiro rival. No escanteio, Zeca e Gustavo Henrique quase jogaram contra o próprio gol.

Como quem não faz, toma, o castigo chegou ao São Paulo. Com marcação na saída de bola tricolor, o Peixe fez triangulação rápida entre Lucas Lima, Gabriel e Victor Ferraz. O lateral recebeu na ponta direita e passou na medida para o centroavante Rodrigão empurrar para redes: 2 a 0, placar merecido para quem atacou mais e manteve a posse de bola.

Já no início da etapa final, o São Paulo deu mostras de que poderia incomodar mais o Santos. Logo aos cinco minutos, Calleri disparou em contra-ataque, invadiu a área, mas parou em Vanderlei, que fez sua defesa mais difícil até então. Logo em seguida, os mandantes responderam com Rodrigão, que desviou escanteio e quase fez o terceiro do Peixe.

Sem conseguir com que sua equipe agredisse o Santos, o Patón promoveu as entradas de Carlinhos e Hudson nos lugares de Luiz Araújo e Artur, respectivamente. O jogo, no entanto, ficou mais nervoso em função da irritação dos jogadores tricolores pelas jogadas de Lucas Lima e do carrinho de Calleri em Vanderlei, quando o goleiro saía com a bola. O argentino por pouco não recebeu o segundo cartão amarelo e, consequentemente, o vermelho. Já Hudson não escapou da advertência por empurrão em Zeca.

As alterações de Bauza não surtiram efeito e o Santos continuou controlando a partida. Com boa posse de bola, o time de branco provocou o “olé” de sua torcida na parte final do confronto. Por outro lado, o São Paulo errava muitos passes e não conseguia propor o jogo ou sair em contra-ataque.

Satisfeita com o desempenho de sua equipe, os torcedores santistas acenderam as lanternas de seus aparelhos celulares. Foi com esse clima que, aos 44, Lucas Lima cobrou falta com excelência e pregou o último parafuso no caixão tricolor. Na sequência, Lugano reclamou com o árbitro Raphael Claus pela falta que originou o terceiro tento do Peixe e acabou levando o segundo amarelo, descendo aos vestiários um pouco mais cedo.

MELHORES MOMENTOS:



FICHA TÉCNICA
SANTOS 3 X 0 SÃO PAULO

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Auxiliares: Danilo Simon Manis e Miguel Ribeiro da Costa (ambos de SP)
Cartões amarelos: Gabriel, Lucas Lima (Santos), Calleri, Hudson, Lugano (São Paulo)
Cartão vermelho: Lugano (São Paulo)
Público: 19.740 pagantes
Renda: R$ 862.720,00
Gols:
SANTOS: Vitor Bueno, a 1 minuto do 1º Tempo, Rodrigão, aos 38 minutos do 1º Tempo, e Lucas Lima, aos 44 minutos do 2º tempo

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia (Caju), Renato, Vitor Bueno (Yuri) e Lucas Lima (Jean Mota); Gabigol e Rodrigão
Técnico: Dorival Júnior

SÃO PAULO: Denis; Caramelo, Maicon, Lugano e Matheus Reis; João Schmidt, Artur (Hudson), Luiz Araújo (Carlinhos) e Michel Bastos; Calleri e Ytalo (Daniel)
Técnico: Edgardo Bauza

29 de outubro de 2015

Derrota na Vila Belmiro

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Na semifinal, São Paulo é eliminado pelo Santos, e agora retomará o foco por uma vaga no G-4 do Brasileiro

O São Paulo até criou boas chances para evitar o revés, mas, assim como no confronto de ida, acabou derrotado pelo Santos no duelo de volta da Copa do Brasil de 2015. Na noite desta quarta-feira (28), na Vila Belmiro, o Tricolor perdeu o clássico por 3 a 1 e se despediu do torneio nacional. Com a missão de tentar reverter o placar sofrido na capital paulista (3 x 1), o time apostou em uma postura ofensiva, porém não conseguiu segurar o ímpeto dos anfitriões.

Ricardo Oliveira (2) e Marquinhos Gabriel marcaram os gols dos donos da casa, enquanto Michel Bastos descontou para os visitantes. Agora, com a eliminação, o São Paulo retomará o foco na disputa do Campeonato Brasileiro. No próximo sábado (31), no Morumbi, a equipe receberá o Sport e tentará manter a briga por uma vaga no G-4, que renderá uma vaga na Libertadores da América de 2016.

Para encarar os santistas, o treinador não pôde contar com Thiago Mendes (suspenso pelo terceiro cartão amarelo), Rogério (já defendeu o Vitória-BA na competição), Breno (aprimora a forma física após se recuperar de tendinite no joelho direito) e Carlinhos (estiramento na panturrilha esquerda). Assim, com uma formação ofensiva, o time foi escalado com Rogério Ceni; Bruno, Lyanco, Lucão e Matheus Reis; Rodrigo Caio, Michel Bastos e Paulo Henrique Ganso; Alexandre Pato, Luis Fabiano e Alan Kardec.

Quando a bola rolou, o clássico começou agitado e com as duas equipes buscando o gol. No entanto, apesar de ter uma postura bem aguda com a escalação ofensiva, o Tricolor não teve tempo de apostar nos homens de frente para descontar a vantagem no confronto de ida. Logo aos 11 minutos, o Santos iniciou contra-ataque, Lucas Lima fez lançamento para Gabriel, que avançou e cruzou para Ricardo Oliveira, que bateu no canto esquerdo de Rogério Ceni: 1 a 0.

O São Paulo tinha dificuldades para entrar na grande área e, então, tentou arriscar com alguns cruzamentos. Pelo lado esquerdo, com Pato, a equipe tentava surpreender os anfitriões e passou perto de balançar as redes. Aos 19, após cobrança de falta de Alexandre Pato pela esquerda, Luis Fabiano cabeceou no canto esquerdo de Vanderlei, que fez grande defesa e mandou para escanteio! Na cobrança, porém, os santistas armaram contra-ataque e Marquinhos Gabriel recebeu no ataque, pela direita. O meia dominou e, de pé esquerdo, mandou no ângulo direito de Rogério Ceni que nada pode fazer: 2 a 0.

Sem desistir e em busca do primeiro gol, o time são-paulino seguiu criando as investidas e acionando Luis Fabiano. No entanto, quando tentava descontar, sofreu o terceiro aos 23. Em mais um contra-ataque pela esquerda iniciado por Lucas Lima, o meia foi até o fundo e cruzou para Ricardo Oliveira que, sozinho dentro da área, só teve o trabalho de desviar de Rogério Ceni: 3 a 0. Para reagir, o São Paulo se mandou para o ataque e levou perigo.

Aos 29 minutos, Rodrigo Caio avançou pelo meio e tocou para o camisa 9, que girou dentro da área e bateu rasteiro, para grande defesa de Vanderlei. Pouco depois, o Fabuloso teve mais uma boa chance, mas bateu por cima da meta. Pressionando, o Tricolor teve outra oportunidade com Michel Bastos aos 32, após belo passe de Ganso, mas o camisa 7 chutou para fora. Nos contragolpe, os santistas também assustavam. Então para dar mais segurança ao meio de campo, Doriva promoveu a entrada de Wesley na vaga de Luis Fabiano.

Na volta para a segunda etapa, o goleiro Rogério Ceni - que chutou o chão e torceu o tornozelo em lance acidental no primeiro tempo -, foi substituído por Denis. Os anfitriões, com o intuito de administrar o resultado, trataram de cadenciar o San-São e esfriaram a partida. O ritmo do jogo caiu muito em relação ao primeiro tempo e, assim, ficou monótono.

Para tentar mudar o cenário do embate, o treinador são-paulino apostou na entrada do argentino Centurión no lugar de Kardec. Com o camisa 20, o time ficou com mais mobilidade para envolver a defesa rival. Aos 24, Michel Bastos arriscou de fora da área e acertou a trave esquerda de Vanderlei. O lance animou o São Paulo, que conseguiu descontar aos 26 e dar números finais ao clássico. Michel Bastos recebeu de Centurión na entrada da área e disparou uma bomba de pé esquerdo, no canto esquerdo: 3 a 1.


Melhores momentos:

 

22 de outubro de 2015

Debaixo de forte chuva São Paulo perde para o Santos

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O São Paulo chutou muito mais a gol, teve o domínio do jogo, mas perdeu de 3 a 1.

Meus caros amigos quando a fase é ruim não tem "Santos" que dê jeito. O São Paulo entrou em campo ontem com o que tinha de melhor, manteve a posse de bola, teve o domínio do jogo, finalizou muito mais a gol, e mesmo assim acabou derrotado por de 3 a 1.

A fase é ruim e nada ajuda, até mesmo o tempo, com 30 segundos de jogo as luzes do Morumbi se apagaram, e demorou 21 minutos para  a partida recomeçar, e logo depois desabou o mundo sob o Morumbi, chuva pesada, torrencial, mal dava para ver o campo.

E por melhor que seja a drenagem do gramado do Morumbi, ficou encharcado, prejudicando e muito grande parte da partida.

O Jogo:

O São Paulo começou com a posse de bola e procurando espaços para chegar ao gol adversário, enquanto o Santos marcava sob pressão a saída de bola.

O São Paulo era melhor em campo, mas aos 15 minutos, o Santos chegou pela primeira vez e  abriu o placar, Daniel deu belo passe para Gabriel que ficou mano a mano com Rogério Ceni e tocou rasteito para abrir o placar no Morumbi.

O jogo seguiu com o São Paulo assimilando bem o primeiro golpe e buscando o empate, criou boas chances, até que aos 25 Michel Bastos alçou a bola na área, Pato dominou com o peito e bateu cruzado com categoria para fazer 1 a 1.

Ainda no primeiro tempo, já debaixo de muita água Ganso teve a chance de virar o jogo, recebeu lançamento de Pato da esquerda e dominou dentro da área de frente para o goleiro santista e conseguiu fazer o mais difícil, perder o gol. Lance para o Inacreditável FC.

E veio o segundo tempo, já com menos chuva porém com várias poças d'água sob o gramado.

O time do São Paulo parece ter voltado desligado, e este novo apagão, agora de atenção, custou caro.

Aos 2 minutos o Santos teve escanteio a seu favor e a bola sobrou para Ricardo Oliveira fazer o segundo gol dos visitantes. 

O São Paulo nem teve tempo de reagir, e aos 4, Lucas Lima fez boa jogada pela direita e cruzou com perfeição para Marquinhos Gabriel de cabeça fazer o terceiro.

O São Paulo ainda tentou diminuir, criou várias chances de gol, mas definitivamente não era dia do São Paulo. 

Luis Fabiano chegar a marcar de cabeça, mas o bandeira anulou o gol, pra mim Luis Fabiano estava na mesma linha no momento do cruzamento. Não creio que seja de propósito, e mais devido a má fase do time, na dúvida a arbitragem marca contra o tricolor.

Alan Kardec entrou no lugar de Michel Bastos e teve duas chances claras para marcar de cabeça, em ambas a bola caprichosamente foi para fora.

Doriva ainda tentou aumentar o poder ofensivo do time colocando Centurion no lugar de Luis Eduardo, ficando com apenas um volante, mas não foi suficiente.

E a partida acabou com o Santos dando um passo gigantesco para ser finalista da Copa do Brasil e o São Paulo novamente praticamente eliminado.

Terceira partida sem vitória  e a segunda derrota do time sob o comando do Doriva.

E agora confiamos no Doriva ou estamos à deriva?

Para finalizar não posso deixar de dar meus parabéns aos poucos mais de 25 mil torcedores que estiveram no Morumbi e apoiaram o time mesmo no escuro, mesmo embaixo de uma tempestade.

Saudações tricolores,

Por Jonas Costa
Twitter:
@JonasCosta_SPFC
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Melhores Momentos:


20 de outubro de 2015

Ingressos para São Paulo x Santos

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Morumbi - Quarta-feira - dia 21/10 às 22:00 horas


Em cumprimento à lei nº 14590 publicada no Diário Oficial em 11/10/2011, a partir de 11/11/2011, serão cadastrados todos os torcedores que adquirirem ingressos para partidas de futebol. É obrigatória a apresentação de documento de identificação oficial com foto no ato da compra (nas bilheterias ou pontos de venda).

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Tu És o Primeiro e Tu és Grande (84h de antecedência): a partir das 10h de 09/10/2015
Tu És Forte (72h de antecedência): a partir das 22h de 09/10/2015
Clube da Fé (60h de antecedência): a partir das 10h de 10/10/2015
O Mais Querido e São Paulo Brasil (48h de antecedência): a partir das 22h de 10/10/2015
Vamos São Paulo (36h de antecedência): a partir das 10h de 11/10/2015
Sou Tricolor (24h de antecedência): a partir das 22h de 11/10/2015

- INGRESSOS COMUNS
Carga total: 65.666

*** As vendas de Ingressos para Sócio Patrimonial somente serão realizadas no formato Físico (Venda Presencial), nas bilheterias internas dos portões 3 e 17-B, mediante apresentação de Carteira de Sócio.

CAMAROTES

Camarote UNYCO - Visite o Site
Restaurante By Koji - Visite o Site
Camarote Stadium - Visite o Site

VENDA ONLINE
WWW.TOTALACESSO.COM

Venda de ingressos online a todos torcedores a partir das 10h00 do dia 12/10/2015.


BILHETERIAS DO MORUMBI 

Praça. Roberto Gomes Pedrosa, nº 1 - Morumbi.

Bilheteria para Camarotes e Sócios Patrimoniais - Portão 1 e 17B (Interna)
Dia 19/10/2015 à 20/10/2015 - das 10h às 17h
Dia 21/10/2015 - das 10h às 22h45 - dia do evento
Bilheterias comuns (Torcida Local)
Horário de funcionamento:
De 19/10/2015 à 20/10/2015 - 10h às 17h
Dia 21/10/2015 - das 10h às 18h00 - dia do evento - Bilheteria 5 não abre
Bilheteria para Torcida Visitante - Somente no Santos Futebol Clube - Estádio Urbano Caldeira - Av. Princesa Isabel, SN
Horário de funcionamento: 19/10 e 20/10, das 10h às 17h. Disponibilizados 2.800 lugares.
Entrada dos visitantes: Portão 15 da Av. Giovanni Gronchi. Portões abertos às 19h00, após autorização da PM, permanecendo abertos até 22h45.

DEMAIS PONTOS DE VENDA
Estádio do Pacaembu
Praça Charles Miller s/n - São Paulo.
Ginásio do Ibirapuera
Rua Manuel da Nóbrega, 1361 - São Paulo.
Estádio Anacleto Campanella
Rua Walter Tomé, 64 - São Caetano.
Horário de funcionamento.
Dia 19/10/2015 à 20/10/2015 - das 11h às 17h
Não abrem no dia do jogo.

SEDE SOCIAL (somente para sócios do clube).
Vendas antecipadas de ingressos na Bilheteria 3 - Portão 3 (interna - Concept Hall) das 10h às 17h. Obrigatória apresentação de Carteirinha de Sócio (único documento). No dia da partida, o atendimento será nas bilheterias do Portão 17-B (internas) do Estádio do Morumbi, das 10h até às 22.45hs.

- AVISOS
Normas para aquisição de ingressos MEIA-ENTRADA
  • Venda exclusiva nas bilheterias e pontos de venda. NÃO HÁ VENDA ONLINE.
  • Estudantes: É necessária para a compra e acesso ao estádio a apresentação de documento escolar original (declaração escolar do mês vigente, ou carteirinha escolar com ano letivo ou data de validade e carimbo da escola, ou boleto pago do mês vigente) e RG original ou cópia autenticada (Lei Municipal nº 11.355/1993, Decreto Municipal nº 33.468/1993 e Lei Municipal nº 13.715/2004). 
  • Aposentado do INSS: É necessário a apresentação de holerite ou cartão do benefício e RG original ou cópia autenticada. (Lei Municipal nº 12.325/1997)
  • Idosos (com idade igual ou superior a 60 anos): apresentando RG original ou cópia autenticada, paga meia entrada. (Lei Federal 10.741/2003 - Estatuto do Idoso)
  • Professores da rede pública municipal e estadual de ensino: pagam meia entrada mediante a apresentação de RG e a carteira funcional emitida pela Secretaria de Educação.
  • Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes públicas estadual e municipais de ensino (Lei Estadual nº 15.298/2014).
  • O ingresso de 1/2 entrada só poderá ser adquirido pelo beneficiário do desconto. O ingresso é pessoal e intransferível. Abriremos exceção somente para pais ou filhos, que poderão adquirir ingressos uns para os outros, mediante a apresentação de documentos que comprovem o grau de parentesco.
  • Complemento de ½ entrada: é OBRIGATÓRIA a apresentação de documento comprovando o direito a 1/2 entrada, na entrada do evento, e caso o portador não apresente o documento comprovando o direito, será necessária a complementação do ingresso.

5 de outubro de 2015

São Paulo fará primeira partida em casa contra o Santos pela Copa do Brasil

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A partida de ida das semi-finais será dia 21 de outubro

As semifinais da Copa do Brasil acontecerão nos dias 21 e 28 de outubro. Nesta segunda-feira, o sorteio da fase semifinal da Copa do Brasil, realizado na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), determinou as datas e ordens de mando de campo dos quatro confrontos desta fase final. Em um sorteio casado, que dividia bolas ímpares e pares, ficou decidido que São Paulo e Fluminense abrirão o confronto, no dia 21 de outubro, jogando em casa. Assim, Santos e Palmeiras decidirão a vaga na final, dia 28, na Vila Belmiro e Allianz Parque, respectivamente.

Vivendo sob a indecisão de Juan Carlos Osorio no comando da equipe, o São Paulo ainda não sabe se chega ao dia 21 com o colombiano no banco de reservas. O treinador tem proposta da seleção mexicana e pode sair.

Tentando um caminho mais curto para a Copa Libertadores, e o título inédito, o Tricolor recebe o Santos às 22h (de Brasília), no estádio do Morumbi, dando início ao confronto.

O Santos apostará na força da Vila Belmiro, onde jogará a partida de volta, para tentar uma vaga na final.

O São Paulo tem de entrar concentrado na partida de dia e tentar definir o confronto já na primeira partida, assim como fez contra o Vasco, evitando ter de buscar um resultado na Vila.

Confira as datas e horários dos confrontos semifinais:

JOGOS DE IDA

Quarta-feira, dia 21

São Paulo x Santos, no estádio do Morumbi – início às 22h (de Brasília)
Fluminense x Palmeiras, no estádio do Maracanã – início às 22h (de Brasília)

JOGOS DE VOLTA

Quarta-feira, dia 22

Santos x São Paulo, na Vila Belmiro – início às 22h (de Brasília)
Palmeiras x Fluminense, no Allianz Parque – início às 22h (de Brasília)

10 de setembro de 2015

São Paulo vacila e perde para o Santos na Vila

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Luiz Paulo no apito e Reinaldo titular, mal pressagio

E o primeiro tempo do Sansão teve momentos distintos, principalmente em função da mudança de postura do tricolor. O Santos, como era de se esperar, iniciou o jogo tomando a iniciativa. O São Paulo, porém, para tentar evitar que a bola chegasse com facilidade aos atacantes do Peixe, apostou em uma marcação sob pressão na saida de bola, com Wilder, Pato e Rogério pressionando os zagueiros alvinegros.

A princípio, a atitude do Tricolor paulista deu certo. O Santos teve mais dificuldades do que normal para colocar em prática o seu jogo. Porém, com a bola no pé, o time de Osorio não conseguia ser perigoso.

Com o passar do tempo, a equipe de Dorival Júnior foi se encaixando e a marcação são-paulina afrouxando. Assim, as chances de gol começaram a aparecer. A primeira veio aos 16 minutos, quando Gabriel dominou na área e rolou para Rafael Longuine bater. Mas Renan defendeu com segurança.

Aos 28, de novo o Peixe chegou com muita velocidade. Marquinhos Gabriel lançou Ricardo Oliveira na esquerda. O camisa 9 mandou de primeira para a área, e Thiago Maia, infiltrando como homem-surpresa, furou na hora de bater, para a sorte da arbitragem, que nada marcou, mesmo com o volante em posição irregular.

De tanto pressionar, o Santos conseguiu o seu gol aos 31. Zeca cobrou falta na área, e David Braz resvalou de cabeça, mandando a bola no ângulo cruzado de Renan: 1 a 0.

O São Paulo assustou apenas aos 37, quando Pato cruzou e Rogério cabeceou bem. Vanderlei, então, fez bonita defesa. Mas o Tricolor sentiu o gol tomado e passou a errar muitos passes na saída de bola.

E, em um vacilo desses, Reinaldo perdeu a bola para Renato perto da área e só pôde assistir Gabriel enfiar para Rafael Longuine, que bateu sem chances para o goleiro são-paulino: 2 a 0 em um clássico totalmente dominado pelo Santos na primeira etapa.

O técnico colombiano do São Paulo tentou arrumar a sua equipe na segunda etapa com as entradas de Wesley e Michel Bastos. Hudson e Wilder foram sacados. Mas a noite era mesmo do Peixe, que seguiu em busca de mais gols e logo aos sete minutos ampliou a sua vantagem no placar para 3 a 0.

A jogada foi feita por Renato e Victor Ferraz, sempre pelo lado esquerdo da defesa tricolor. Depois do cruzamento na área, Ricardo Oliveira mandou de primeira para o fundo do gol de Renan e chegou ao seu 16º na temporada.

Dessa forma, se o São Paulo pretendia se lançar em busca de uma reação, o gol serviu como balde de água fria. O Tricolor sentiu demais a desvantagem e passou a jogar para não ser goleado.

Por outro lado, com tranquilidade, o Santos tocava a bola e chegava com perigo, principalmente pelas infiltrações de seus laterais. Gabriel quase marcou o seu gol aos 15 minutos, assim como Marquinhos Gabriel, que assustou Renan em chute de fora da área.

Passada a metade da etapa final, Dorival já começou a pensar na sequência da competição e sacou Gabriel, Rafael Longuine e Ricardo Oliveira antes dos 35 minutos. Marquinhos, Serginho e Nilson foram para o jogo. Pelo Tricolor, Centurión ainda entrou na vaga de Pato, que pouco produziu nesta quarta-feira.

O lance mais perigoso antes do apito final foi um chute de Michel Bastos, que, apesar de colocar bela curva na bola, acertou o travessão. E o clássico chegou ao fim com a justa vitória santista por 3 a 0 na Vila Belmiro.



Melhores momentos:




FICHA TÉCNICA

SANTOS 3 X 0 SÃO PAULO

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)

Data: 9 de setembro de 2015, quarta-feira

Horário: 22 horas (de Brasília)

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (Fifa/SP)

Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa/SP) e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (CBF-2/SP)

Cartões amarelos: Thiago Maia (Santos); Wesley (São Paulo)

Público: 5.552 pagantes

Renda: R$ 342.290,00

Gols: SANTOS: David Braz, aos 31, e Rafael Longuine, aos 42 minutos do primeiro tempo; Ricardo Oliveira, aos 7 minutos do segundo tempo

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia, Renato, Marquinhos Gabriel e Rafael Longuine (Serginho); Gabriel (Marquinhos) e Ricardo Oliveira (Nilson)

Técnico: Dorival Júnior

SÃO PAULO: Renan Ribeiro; Bruno, Lyanco, Edson Silva e Reinaldo; Thiago Mendes, Hudson (Wesley) e Ganso; Wilder (Michel Bastos), Alexandre Pato (Centurión) e Rogério

Técnico: Juan Carlos Osorio

8 de setembro de 2015

Tricolor está pronto para o San-São

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Técnico Juan Carlos Osorio, debaixo de chuva, finalizou a preparação para o clássico desta quarta-feira (9)

Mesmo debaixo de chuva, o elenco são-paulino finalizou a preparação para o clássico contra o Santos, que será disputado na noite desta quarta-feira (9), às 22h (de Brasília), na Vila Belmiro, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. No Centro de Treinamento da Barra Funda, o técnico Juan Carlos Osorio comandou nesta terça (8) a última atividade antes de lutar pelo quinto jogo consecutivo de invencibilidade da equipe na temporada.

Desde o revés para o Flamengo (2 x 1) no dia 23 de agosto, quando decretou o terceiro resultado negativo da equipe em sequência, o São Paulo deixou as adversidades para trás e reuniu forças para reagir. De lá para cá, bateu Ceará (3 x 0), Ponte Preta (3 x 0) e Internacional (2 x 0), além do empate sem gols com o Joinville, em Santa Catarina. Por isso, para buscar os três pontos diante dos santistas, mesmo fora de casa, o treinador tratou de mais uma vez aprimorar a parte tática.

Na primeira parte, os atletas fizeram exercícios físicos com os preparadores Jorge Rios e Zé Mário Campeiz. Depois, o técnico dividiu o elenco em dois times e simulou diversas jogadas. Para deixar a atividade mais dinâmica, o colombiano escalou alguns atletas como 'coringas' - como o meia-atacante Wilder - e repetiu situações de jogo parar alertar o grupo sobre os perigos do adversário, que também vem de sequência positiva na competição nacional e briga para encostar no topo da tabela.

Para reforçar o treino desta manhã, cinco jogadores foram liberados pelo Departamento Médico e vivem a expectativa de atuarem de novo. Dando sequência ao processo de recuperação, Luiz Eduardo (dores no joelho esquerdo), Breno (estiramento no músculo posterior da coxa esquerda), Lucão (trauma no tendão calcâneo direito) e Carlinhos (tendinite no adutor direito) 'encerraram' os exercícios fisioterápicos no REFFIS e trabalharam no gramado.

Entre uma jogada e outra no treino tático, Osorio também aproveitou para ajustar as cobranças de bolas paradas (faltas e escanteios) e posicionou os jogadores dentro da área e para explorar as investidas nos contragolpes. Na parte final, alguns atletas treinaram finalizações e fecharam a preparação para o clássico, que colocará frente a frente dois clubes embalados no Brasileirão.


18 de junho de 2015

Há 71 anos, a maior goleada do clássico San-São: 9 a 1 para o Tricolor!

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E no confronto preliminar, de aspirantes, ainda teve um 14 a 0

No estádio municipal, o Pacaembu, em uma tarde há 71 anos, o São Paulo aplicou a maior goleada da história do clube no rival Santos: um inesquecível 9 a 1, em jogo válido pelo Campeonato Paulista de 1944. Em verdade, naquele dia, o Tricolor marcou 23 gols na equipe praiana, pois os aspirantes, na preliminar, também golearam o adversário impiedosamente: 14 a 0! Nunca se viram tantos gols assim na capital do Estado até hoje!

O São Paulo, naquele campeonato, já havia goleado outros clubes antes (SPR, 8 a 2; Jabaquara, 6 a 2; Portuguesa Santista, 7 a 4), mas vinha de uma vitória magra e decepcionante contra o Juventus, 1 a 0, além de um empate por 3 a 3 com o Palmeiras, após estar vencendo o jogo por 3 a 1. Querendo provar o valor da equipe, os são-paulinos não poupariam esforços contra o alvinegro santista.

Tudo começou muito bem. No tradicional confronto preliminar, envolvendo os aspirantes das duas equipes, o Expressinho Tricolor passou por cima do oponente com estrondosos 14 gols, anotados por Yeso (6), Teixeirinha (2), Américo (2), Ministro (2), Leopoldo (2). Ou seja, toda a linha de frente do time anotou no mínimo dois tentos no confronto.



O massacre

O profissional, contudo - e talvez pela goleada inicial ter mexido com o brio santista - começou o jogo perdendo. Aos 13 minutos, Soler bateu uma falta com precisão no gol de King. Mas o Tricolor acordou e, aos 20 minutos, com Pardal, empatou a partida após passe de Tim. O jogo seguiu então parelho, até o ataque rival perder um gol incrível, com Ruy, cara a cara com o goleiro. A partir daí só deu São Paulo!

Aos 32 minutos, Alberto pôs a mão na bola: pênalti marcado. Pardal foi lá a bateu certeiro, embaixo de Joãozinho, o defensor da meta santista, anotando o segundo gol dele na partida. Pouco tempo depois, outro passe açucarado de Tim e gol de Remo, aos 37 minutos. E assim encerrou-se a primeira etapa da peleja.

O jogo recomeçou com Tim endiabrado: Aos 4 minutos, ele tabelou com Sastre e disparou em corrida, isolando-se dos adversários e chutando com precisão: 4 a 1 para o São Paulo! Começou a cair então uma chuvinha fina, daquelas chatas, que só deixam gramado e bola escorregadios. Aproveitando-se do fato, Sastre, aos 11 minutos, cruzou a pelota de couro para Luizinho, que, sem receio algum, testou com categoria para o fundo do gol: 5 a 1!

Mas os são-paulinos queriam mais e continuavam pressionando. Acuado, Jaú chutou em falso e perdeu a bola para Tim, que comodamente ampliou o placar, aos 16 minutos. Não perca a conta, já são seis! A categoria e técnica dos tricolores era tanta, que espantava os cronistas da época. O jornal A Gazeta Esportiva, no dia seguinte, registrou: "É tão certa e completa a supremacia tricolor que seu ataque se limita a zombar do adversário com a bola nos pés, fazendo a delícia da torcida. São lances e mais lances embriagadores e todos eficazes que nascem no campo santista".

O Tricolor começou a perder gols a rodo! Remo atingiu uma bola na trave. Tim resolveu driblar, de última hora, o goleiro, e deixou escapar um tento. Já sofrendo em demasia, o santista Ari Silva perdeu o controle e atingiu violentamente Luizinho: o juiz o expulsa de campo. Com um a mais no gramado, não tardou e o São Paulo elevou a contagem. O sétimo gol veio de cobrança de falta de Sastre para Luizinho, que, de cabeça e antecipando-se ao goleiro, novamente balançou as redes, aos 27 do segundo tempo.

A chuva apertou e os refletores foram acessos, mas os tricolores queriam mais. 33 minutos: Pardal avançou até a linha de fundo e cruzou curto para Sastre, que surpreendeu Joãozinho, chegando antes - era o oitavo gol! E, quando quase não havia tempo para mais nada, aos 44 minutos, passe de Sastre para Remo e o placar foi finalizado em 9 a 1! Talvez a torcida são-paulina tenha deixado o Municipal um tanto quanto desgostosa por não ter sido alcançada a dezena, mas nove estava de bom tamanho.



O fato curioso

O destino pode ser muito cruel, às vezes. O goleiro do Santos nessa goleada, Joãozinho, ficou marcado pelo resultado e deixou a equipe praiana ao final da temporada. Permanecendo em Santos, passou a jogar pelo Jabaquara em 1945 e lá, no dia 8 de julho, sofreu outra avalanche de gols do São Paulo, na maior goleada da história do Tricolor até hoje (junto a outra ocorrida em 1933): 12 a 1.

Vida dura... estima-se que Joãozinho, em 11 jogos contra o São Paulo (quando defendeu Comercial da Capital, SPR, Santos e Jabaquara), tenha sofrido nada menos que 52 gols, média de quase 5 a cada jogo.



Ficha do Jogo

18.06.1944 Campeonato Paulista
São Paulo (SP) Estádio Municipal de São Paulo - Pacaembu
SÃO PAULO Futebol Clube 9 x 1 SANTOS Futebol Clube

SPFC: King; Piolim e Florindo; Zezé Procópio, Ruy e Noronha; Luizinho, Antonio Sastre, Tim, Remo e Pardal
Capitão: Luizinho
Técnico: Joreca

Gols: Pardal, 20/1; Pardal (pênalti), 32/1; Remo, 37/1; Tim, 4/2; Luizinho, 11/2; Tim, 16/2; Luizinho, 26/2; Sastre, 33/2; Remo, 44/2

Rival: Joãozinho; Jaú e Gradim; Ari Silva, Soler e Alberto; Cláudio, Fierro, Teleco, Eunápio e Ruy.
Técnico: Ricardo Diez

Gols: Soler (falta), 13/1

Árbitro: Rodolfo Wenzel
Renda: Cr$ 75.367,00

Preliminar

SÃO PAULO Futebol Clube 14 x 0 SANTOS Futebol Clube
Gols: Ieso (6), Teixeirinha (2), Américo (2), Ministro (2), Leopoldo (2)

4 de junho de 2015

São Paulo vence Santos e mantém excelente desempenho no Morumbi

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Ceni falha, mas vira herói e São Paulo vence o Santos no Morumbi

Rogério Ceni e Ricardo Oliveira são velhos conhecidos. Jogaram juntos no São Paulo em 2006 e 2010. Experientes, conhecem tudo de bola, cada um em sua função. Grandes personagens, cujo duelo particular acabou decidindo o clássico entre São Paulo e Santos, nesta quarta-feira, o centésimo da história do Morumbi, este válido pelo Campeonato Brasileiro. Noite em que Ceni foi do inferno ao céu e saiu como herói, ao marcar de pênalti o gol da vitória por 3 a 2, redimindo-se de um frango, e ofuscando Ricardo, que anotou os dois gols santistas.

A redenção de Ceni nos 90 minutos veio no dia em que o São Paulo viveu a expectativa pela sua renovação de contrato, que deve ser confirmada nesta quinta-feira. Seria um prato cheio para a zoação dos santistas, como chegou a ser até os 38 minutos do segundo tempo, quando o goleiro venceu Vanderlei em cobrança de pênalti sofrido por Carlinhos. A Ricardo Oliveira coube, à distância, lamentar o quarto jogo seguido de sua equipe sem vitória.

Mas antes de Ceni e Ricardo Oliveira medirem forças, o São Paulo fez valer seu ótimo desempenho como mandante este ano. No Morumbi, eram 13 jogos, com 12 vitórias e uma derrota. Dois gols sofridos. Terror para o Santos, sobretudo sem Robinho, servindo a Seleção Brasileira. O domínio no primeiro tempo foi todo tricolor.

Milton Cruz, em sua despedida do comando do São Paulo, observado pelo colombiano Juan Carlos Osorio nas tribunas, armou uma formação que sufocou o Santos de Marcelo Fernandes. Eram 21 jogadores no campo santista na maior parte do tempo. Pato e Ganso criaram chances. Até que aos 33 minutos Michel Bastos cobrou falta e Vladimir aceitou uma bola defensável apesar da força: 1 a 0 e festa no Morumbi.

A impressão era de que o São Paulo iria atropelar. O Santos se mostrava incapaz. Lucas Lima, a grande estrela, estava sumido. O time estava. Até que aos 44 minutos a bola resolveu bater no braço do volante Denilson, dentro da área do São Paulo. O árbitro marcou pênalti. Era a chance de o Peixe ressurgir no jogo. Eis o primeiro encontro entre Rogério Ceni e Ricardo Oliveira.

Na cobrança, após reclamação dos donos da casa, Oliveira mandou no canto direito, mas Ceni fez grande defesa. Só que a bola insistiu em voltar aos pés do artilheiro, que, com Ceni caído, anotou seu primeiro gol no Brasileiro. E lá se vão os rivais empatados para o vestiário. Antes, o goleiro reserva do São Paulo Renan Ribeiro recebeu cartão amarelo por reclamação e, em seguida, Ceni também. O mito ficou furioso. Mal sabia ele...

O segundo tempo começou com outro duelo entre os "amigos" e mais uma vez o capitão do São Paulo se deu mal. Muito mal. Com um minuto, Ricardo Oliveira recebeu na direita e arrematou. O chute foi despretensioso. Mas Ceni facilitou. Um frango bizarro, entre as pernas. Santos na frente. Desastre para o Mito? Calma lá.

Não deu nem tempo dos santistas comemorarem. Aos 4 minutos, após cobrança de escanteio, Paulo Miranda cabeceou sozinho dentro da área santista, já comandada pelo goleiro Vanderlei, que entrou no lugar de Vladimir (sentiu-se mal por uma pancada). Nova festa no Morumbi, novamente o jogo empatado.

O duelo caminhava para o empate, que teria sabor de derrota para o São Paulo e mais amargo ainda para Ceni, o vilão. Ricardo Oliveira, neste momento, era o algoz. Mas a estrela de Rogério resolveu dar as caras com o pênalti no fim. Ele comemorou muito. Vibrou com a torcida. Foi ovacionado. Pronto, a noite era dele.

No próximo sábado, já com Osorio no comando, o São Paulo recebe o Grêmio, no Morumbi. Já o Santos encara a Ponte Preta, no mesmo dia, na Vila Belmiro.


Ficha técnica: São Paulo 3 x 2 Santos

São Paulo (SP)
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 3 X 2 SANTOS

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP) 
Data: 03 de junho de 2015, quarta-feira 
Horário: 21 horas (de Brasília) 
Árbitro: Thiago Duarte Peixoto (SP) 
Assistentes: Carlos Augusto Nogueira Junior e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (ambos de SP)
Cartões amarelos: Michel Bastos, Rogério Ceni, Paulo Miranda, Renan Ribeiro (São Paulo). Ricardo Oliveira, Lucas Otávio, Werley (Santos)
Cartão vermelho: Marquinhos Gabriel
Gols: SANTOS: Ricardo Oliveira, aos 46 minutos do primeiro tempo e a 1 minuto do segundo tempo
SÃO PAULO: Michel Bastos, aos 33 minutos do primeiro tempo. Paulo Miranda, aos 5, e Rogério Ceni, aos 39 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Bruno (Hudson), Paulo Miranda, Dória e Carlinhos; Denílson, Souza, Thiago Mendes (Centurión), Michel Bastos e Ganso; Alexandre Pato (Luis Fabiano)
Técnico: Milton Cruz

SANTOS: Vladimir (Vanderlei); Daniel Guedes, Werley, David Braz e Victor Ferraz; Lucas Otávio, Renato e Lucas Lima; Rafael Longuine (Marquinhos Gabriel), Geuvânio (Marquinhos) e Ricardo Oliveira
Técnico: Marcelo Fernandes


Melhores Momentos:




20 de abril de 2015

Na Vila, Tricolor se despede do Paulistão 2015

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Com gols de Geuvânio e Ricardo Oliveira, Santos eliminou a equipe são-paulina na semifinal da competição

O Tricolor reagiu no final do clássico, tentou sufocar o Santos, mas acabou eliminado na semifinal do Campeonato Paulista de 2015. Na noite deste domingo (19), na Vila Belmiro, o São Paulo foi derrotado no San-São por 2 a 1 e se despediu da competição estadual. Geuvânio e Ricardo Oliveira marcaram os gols dos anfitriões, enquanto Luis Fabiano descontou para o time são-paulino já aos 41 minutos do segundo tempo.

Com o fim de sua participação no torneio, após liderar o Grupo A e passar pelo Red Bull Brasil nas quartas de final, o São Paulo retomará o foco na Copa Bridgestone Libertadores da América. Na próxima quarta-feira (22), no Morumbi, o Tricolor receberá o Corinthians pela rodada final da Chave 2. Com nove pontos em cinco jogos, os comandados de Milton Cruz precisam de um resultado positivo no Majestoso para seguir adiante no campeonato.

Para encarar o clássico, o Tricolor atuou com Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Lucão e Carlinhos; Denilson, Hudson, Wesley, Paulo Henrique Ganso e Michel Bastos; Alexandre Pato. Souza (suspenso), Boschilia e Ewandro (desembarcaram na madrugada de sábado da Áustria, onde defenderam a Seleção Sub-20), além de Denis (cirurgia no ombro) e Alan Kardec (cirurgia no joelho direito) que já não fazem parte da lista de jogadores inscritos do Paulistão, não puderam reforçar o time.

Quando a bola rolou, Santos começou pressionando, sem dar espaço para o São Paulo no campo de defesa. O jogo era muito movimentado no início, com as duas equipes mostrando velocidade. A equipe são-paulina tentava trocar passes no campo ofensivo, enquanto os anfitriões se fechavam na defesa. Aos 13 minutos, após boa troca de passes na entrada da área, Ganso rolou para Denilson, que bateu de primeira. O chute passou muito perto do gol de Vladimir. O primeiro lance de perigo foi dos visitantes!

Os comandados de Milton Cruz ficavam mais tempo com a bola, mas a partida era parelha. Prova disso ocorreu aos 16 minutos: Robinho recebeu lançamento e arrancou pela direita. Ele invadiu a área e soltou a bomba. Rogério Ceni fez grande defesa e salvou o São Paulo. No contra-ataque, Wesley apareceu livre na cara do gol, mas David Braz conseguiu o corte.

 O San-São seguia muito movimentado, com muita velocidade dos dois lados. Uma chance para cada lado e muita disposição. Para tentar confundir a marcação rival, Michel Bastos mudou posicionamento e foi para a direita do ataque. Os visitantes conseguiam trocar mais passes, enquanto o adversário apostava na velocidade nas idas ao ataque: dois estilos de jogo bem diferentes.

Depois de um início com muita velocidade, o embate ficou um pouco mais truncado. E justamente quando o confronto era mais cadenciado, os donos da casa tiraram o zero do placar. Aos 35 minutos, Geuvânio partiu pelo meio e colocou os santistas em vantagem: 1 a 0. O tento aqueceu novamente o jogo, que retomou a intensidade. O duelo não parava, mas, apesar de insistirem, as equipes foram para os vestiários sem que as redes balançassem novamente no primeiro tempo.

Na volta para o segundo tempo, para dar mais ofensividade ao time, Milton Cruz promoveu a entrada de Luis Fabiano, que herdou a vaga de Paulo Miranda. Logo aos três minutos, após cruzamento da esquerda, Victor Ferraz falhou e a bola sobrou para Alexandre Pato. O atacante dominou sozinho na área e bateu de esquerda, mas a bola foi na rede pelo lado de fora. Foi a melhor chance do Tricolor na partida.

A segunda etapa começou muito movimentada, com chances para os dois lados. O Santos optou por segurar um pouco no campo defensivo e não fez pressão na saída de bola, já o São Paulo trocava passes e deixava o rival retraído esperando o contra-ataque. Com a entrada de Luis Fabiano, Wesley ficou um pouco mais recuado, ao lado de Denilson, fazendo a passagem da bola da defesa para o ataque.

A defesa santista, bem postada, conseguia conter todos os avanços do Tricolor, pelo alto ou por baixo, e não permitia que os visitantes encontrassem espaços para entrar na área. Então, para buscar as investidas em velocidade, a equipe são-paulina apostou na entrada de Centurión no lugar de Carlinhos. Assim, Michel Bastos foi para a lateral esquerda. Porém, quando o São Paulo esboçava a reação, Ricardo Oliveira anotou o segundo dos mandantes, aos 30 minutos: 2 a 0.

Sem se entregar e com muito empenho até o apito final, o São Paulo conseguiu reagir e descontou com o Fabuloso. Aos 41, Pato dominou fora da área e deu ótimo lançamento para Luis Fabiano. O atacante recebeu e tocou por cima de Vladimir: 2 a 1! O Tricolor renasceu no fim da partida, sufocou o rival e armou uma verdadeira blitz, mas não conseguiu evitar o revés na semifinal.

Melhores Momentos:



9 de abril de 2015

Ricardo Oliveira no São Paulo?

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São Paulo busca atacante para lugar de Kardec; Ricardo Oliveira cotado

A diretoria do clube já decidiu que vai atrás de substituto para seu centroavante, que lesionou o joelho direito e passará por cirurgia. Atacante do Santos agrada.

O departamento de futebol do São Paulo definiu que precisará contratar um atacante para o lugar de Alan Kardec, que passou por uma cirurgia no joelho direito e só deve voltar a jogar em outubro. Os dirigentes já analisam o mercado em busca de opções.

À primeira vista, o clube busca um jogador com características semelhantes às de Kardec, com força para atuar na área e disputar posição com Luis Fabiano. Neste sentido, o nome de Ricardo Oliveira, do Santos, aparece como opção, sobretudo pelo passado de sucesso com a camisa do São Paulo.

Ricardo teve duas passagens pelo Tricolor, uma em 2006 e outra em 2010. Na primeira, se destacou, mas ficou marcado por ter ficado fora da decisão da Libertadores contra o Internacional por questões contratuais. O clube gaúcho foi campeão. Em 2010, cenário parecido. O centroavante chegou às vésperas da semifinal da Liberta, também contra o Inter, mas não conseguiu impedir a eliminação, apesar de ter marcado na vitória por 2 a 1, no segundo jogo - Tricolor havia perdido o primeiro duelo por 1 a 0.

Vice-artilheiro do Paulista com oito gols, Ricardo Oliveira tem contrato com o Santos até 4 de maio e negocia uma renovação. Ele já aceitou o tempo do novo vínculo, até o fim de 2017, mas outros fatores ainda impedem o acordo. A definição foi adiada, talvez para a próxima semana. O presidente do Peixe, Modesto Roma Júnior, no entanto, deu de ombros para um possível interesse do São Paulo e segue confiante na renovação.

- Vejo com naturalidade (assédio do São Paulo) e é um direito do São Paulo. O assédio ao jogador é comum, mas cada um age de acordo com sua ética e senso moral. O Ricardo é um homem de palavra, caráter e moral - disse.

No momento, o São Paulo tem estas opções para o ataque: Alexandre Pato, Luis Fabiano, Ewandro e Cafu. O temor da diretoria é que este ano Fabuloso tem sofrido com lesões - está se recuperando de uma contratura muscular na coxa esquerda pela segunda vez. O camisa 9, sem Kardec, passou a ser o único do elenco com características de centroavante.

ÓTIMA RELAÇÃO NO MORUMBI

As duas passagens pelo São Paulo serviram para Ricardo Oliveira conquistar o respeito de funcionários do clube. Quem conviveu com o centroavante destaca seu profissionalismo e caráter inabalável. Em 2010, quando discutia a possibilidade de renovação de seu contrato de empréstimo do Al-Jazira, dos Emirados Árabes Unidos, Ricardo agiu com extrema transparência. 

Era ele que conduzia as conversas. Seu comportamento nos treinamentos também impressionava. Pesa contra seu histórico de lesões no joelho, principalmente para um jogador de 34 anos. Na passagem de 2010, ele chegou a ficar alguns jogos fora por conta de tendinite no joelho.


Fonte: LANCENET! 

12 de fevereiro de 2015

Motivos para comemorar e para se preocupar após o SanSão

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Rogério Ceni mostra estar em grande fase, mas defesa preocupa

A noite na Vila Belmiro foi dos goleiros, ou, mais especificamente, de Rogério Ceni. Vanderlei fez boas defesas, mas o capitão são-paulino foi o nome do clássico entre Santos e São Paulo, que terminou empatado em 0 a 0 na Vila Belmiro, na noite desta quarta-feira.

O placar não refletiu um jogo franco, nos quais os dois times procuraram o ataque. No primeiro tempo, o goleiro santista apareceu bem, mas acabou ofuscado pelo rival são-paulino, que brilhou muito e evitou uma derrota na segunda etapa.

O resultado mantém o São Paulo na liderança do Grupo 1, mas sem os 100% de aproveitamento: vai a dez pontos. O alvinegro da Baixada também está folgado na ponta de seu grupo, o 4, com oito pontos.

Fases do jogo: O São Paulo começou melhor a partida, mantendo a posse de bola e atacando mais do que o Santos. Vanderlei teve trabalho pela primeira vez aos nove minutos, espalmando uma bomba de Michel Bastos de fora da área.

O goleiro santista fez outro milagre pouco depois, em chute de Luis Fabiano, mas a bandeira já estava levantada marcando impedimento do camisa 9. No finalzinho da primeira etapa, outra defesaça, se esticando para impedir o gol de Ganso, em outra bela finalização de longe.

Da metade do primeiro tempo em diante, o Santos melhorou e criou mais chances. Assim como Vanderlei, porém, Rogério também brilhou: foram três grandes defesas. A mais impressionante, em chute cruzado de Geuvânio, que entortou Reinaldo e Lucão. Robinho também parou nas mãos do goleiro, que apareceu ainda em cobrança de falta de Chiquinho.

No intervalo, o placar de 0 a 0 não refletia o jogo, que foi repleto de chances para ambos os lados. Mérito dos goleiros.

A segunda etapa começou da mesma maneira: com defesa de Rogério Ceni, em cabeçada de Ricardo Oliveira. Aos seis minutos, outra vez: Geuvânio bateu para mais uma intervenção do goleiro são-paulino.

Para tentar recuperar o espaço perdido em campo, Muricy lançou mão de Pato. O time melhorou: o camisa 11 perdeu uma boa chance, batendo por cima do gol de Vanderlei. Aos poucos, o São Paulo voltou a equilibrar o jogo.

A melhor chance, porém, foi do alvinegro: Ceni, outra vez ele, fez uma defesaça em finalização de Marquinhos Gabriel. No rebote, Renato ainda tentou outra vez, mas também parou no goleiro, melhor em campo.


Melhores Momentos:

 

24 de novembro de 2014

Santos 0x1 São Paulo - Melhores Momentos da partida

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Boschilia fez o gol que garantiu a vitória e a vaga na Libertadores de 2015

O Tricolor está garantido, matematicamente, na edição 2015 da Libertadores da América - pelo menos, por enquanto, na fase preliminar do torneio. Na tarde deste domingo (23), na quente e são-paulina Cuiabá, o gol solitário do jovem Boschilia deu a vitória aos comandados do técnico Muricy Ramalho por 1 a 0, na Arena Pantanal, diante do Santos.

Mandante, o time santista escolheu Mato Grosso para receber o duelo válido pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2014. O estado acolheu o Tricolor e incentivou a equipe desde o desembarque no último sábado (22). Foram diversas demonstrações de carinho e apoio ao time, que batalhou para vencer o San-São e retribuir todo o incentivo da torcida cuiabana.

Com o resultado, o São Paulo manteve a vice-liderança, agora com 69 pontos, e não pode mais deixar o G-4 - zona que garante a participação dos clubes brasileiros na maior competição continental. Vale lembrar que para encarar o Santos, preservando os titulares da intensa e desgastante maratona de jogos, Muricy poupou o time principal. Na próxima quarta-feira (26), no Morumbi, o Tricolor fará o jogo de volta da semifinal da Sul-Americana contra o Atlético Nacional-COL.

Dessa forma, dando uma oportunidade aos atletas que não têm atuado com regularidade no time principal, o treinador escalou a equipe com Rogério Ceni; Paulo Miranda, Antonio Carlos, Edson Silva e Reinaldo; Auro, Hudson e Boschilia; Ademilson, Alexandre Pato e Osvaldo. Lucão, Rodrigo Caio e Maicon, lesionados, além de Souza e Alan Kardec suspensos, não viajaram para o Mato Grosso.

Melhores Momentos:

23 de novembro de 2014

Com time misto, São Paulo vence Santos e garante vaga na Libertadores

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O São Paulo venceu o Santos por 1 a 0 neste domingo, na Arena Pantanal, em jogo válido pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro, com um gol do jovem Boschilia no segundo tempo. A vitória não evitou o título do Cruzeiro, que venceu o Goiás no Mineirão, mas garantiu a vaga do tricolor paulista na Copa Libertadores da América do próximo ano.

Como já havia adiantado o técnico Muricy Ramalho, o São Paulo entrou em campo com um time misto. Kaká, Ganso, Luis Fabiano, Michel Bastos e companhia iniciaram o jogo no banco de reservas. Os dois primeiros, inclusive, não foram aproveitados no clássico.

O primeiro chute a gol aos 40 minutos resume a qualidade do futebol apresentado por Santos e São Paulo no primeiro tempo. Os dois times realizaram um jogo em ritmo de amistoso e só melhoraram após as mudanças táticas e técnicas de Muricy Ramalho e Enderson Moreira no intervalo.

Após a vitória contra o Santos, o São Paulo tem jogo decisivo contra o Atlético Nacional, da Colômbia, nesta quarta-feira, válido pela semifinal da Copa Sul-Americana. O tricolor paulista perdeu o jogo de ida por 1 a 0 e, agora, precisa reverter o placar no estádio do Morumbi.

O Santos volta a campo diante do Botafogo no próximo domingo, às 17h (de Brasília), na Vila Belmiro, pela 37ª rodada do Brasileiro.

Fases do jogo: Apesar de o técnico Enderson Moreira dizer que pretendia fazer testes com os atletas menos aproveitados, o Santos entrou com força máxima para encarar o São Paulo. A única mudança tática ou técnica foi o retorno de Gabriel no lugar de Leandro Damião. O São Paulo, por sua vez, entrou com um time misto, como havia sugerido o técnico Muricy Ramalho.

A primeira finalização da partida ocorreu aos 40 minutos do primeiro tempo. Ademilson chutou forte de fora da área e Aranha espalmou. Ao deixarem o gramado após o término do primeiro tempo, os jogadores reconheceram a falta de qualidade técnica da partida, porém culparam o forte calor em Cuiabá. "O calor atrapalha bastante para que o jogo esteja ruim tecnicamente. O público merece um jogo melhor", disse Rogério Ceni no intervalo ao SporTV.

Os treinadores ficaram insatisfeitos com o desempenho de suas equipes no primeiro tempo e realizaram substituições logo no intervalo. Muricy trocou Alexandre Pato por Luis Fabiano. Já Enderson Moreira sacou Souza e Gabriel para as entradas de Geuvânio e Thiago Ribeiro. Com isso, o time deixou o esquema 4-4-2 e passou a jogar com três atacantes.

E foi Geuvânio o responsável pela primeira finalização do Santos no jogo. Após passe de Lucas Lima, o zagueiro Edson Silva "furou" e deixou o atacante santista na frente de Ceni. O camisa 45 desperdiçou a oportunidade finalizando para fora.

Um minuto depois, Boschilia abriu o placar. O meia tabelou com o lateral Reinaldo e chutou cruzado para vencer o goleiro Aranha. Geuvânio tentou surpreender Ceni em seguida e acertou o travessão em chute de longe. Caju e Lucas Lima também desperdiçaram gols incríveis para o Santos

FICHA TÉCNICA: SANTOS 0 X 1 SÃO PAULO


Local: Arena Pantanal, em Cuiabá (MT)
Data: 23 de novembro de 2014, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra (SP)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Márcio Luiz Augusto (ambos de SP)
Público: 33.247 torcedores
Renda: R$ 2.402.315,00

Cartões amarelos: SANTOS: Lucas Lima, Edu Dracena, Alison. SÃO PAULO: Osvaldo.
GOL:
SÃO PAULO: Boschilia, aos 9 minutos do 2º tempo.

SANTOS: Aranha, Cicinho, Neto, Edu Dracena e Caju; Alison, Arouca, Souza (Geuvânio) e Lucas Lima; Robinho (Leandro Damião) e Gabriel (Thiago Ribeiro)
Técnico: Enderson Moreira

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Antônio Carlos, Edson Silva e Reinaldo; Auro (Denilson), Hudson, Boschilia (Michel Bastos) e Ademilson; Alexandre Pato (Luis Fabiano) e Osvaldo
Técnico: Muricy Ramalho