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14 de julho de 2014

As melhores imagens da copa do mundo 2014 parte 2

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Segue abaixo a segunda parte das melhores fotos da copa das copas, que ao menos traga boas recordações.



















As melhores imagens da copa do mundo 2014

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As melhores representantes da maior festa do futebol mundial














30 de maio de 2012

'Kaká busca destino no Brasil' é manchete em jornal espanhol

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De férias no Brasil, Kaká foi manchete do jornal espanhol 'AS' nesta quarta-feira.  

De acordo com a reportagem, o craque do Real Madrid (ESP) foi visto reunido com o conselheiro são-paulino Marco Aurélio Cunha, antigo amigo dos tempos de São Paulo. 

Com apoio de patrocinadores, a equipe paulista estaria interessada em repatriar o meia, que ainda sonha em disputar a Copa do Mundo de 2014. O PSG (FRA) também tem interesse no brasileiro (Foto: Reprodução da internet).

NOTA DO BLOG:
Marco Aurélio Cunha disse em seu twitter que a notícia não procede e que teve jantando com Kaká informalmente. Esta notícia não passou de especulação sem fundamento.

30 de março de 2012

Mais indicios de Corrupção na construção do Itaquerão

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MPF apura indícios de que Teixeira teria exigido dinheiro público na construção do Itaquerão

O Ministério Público Federal está investigando indícios que recolheu a respeito de uma suposta exigência de Ricardo Teixeira, então presidente da CBF, à prefeitura e ao governo de São Paulo por "dinheiro para construir o estádio do Corinthians".

O clube está construindo, na zona leste da cidade, um estádio que será a sede da abertura da Copa do Mundo de 2014. A prefeitura concedeu um incentivo fiscal de R$ 420 milhões ao clube. Já o Estado se diz responsável por viabilizar a construção de 22 mil arquibancadas móveis para serem acopladas ao estádio durante o Mundial de futebol.
Quem está no comando do procedimento é a procuradora Valquíria Oliveira Queixada Nunes, da PRR 1 (Procuradoria Regional da Republíca da 1ª Região, órgão do MPF que equivale à segunda instância da Justiça Federal). No último dia 27 de fevereiro, o assunto foi pauta na reunião da 5ª Câmara de Revisão da procuradoria. Nas palavras da ata do encontro, o procedimento serve para: "Apuração de irregularidades praticadas pelo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (então Ricardo Teixeira), em reação à realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Indícios de que exigiu indevidamente, do Governo e da Prefeitura de São Paulo, dinheiro para construir o estádio do Corinthians".
Os citados indícios vêm sendo investigados pelos procuradores desde, no mínimo, dezembro do ano passado, quando estavam a cargo de outra procuradora regional, Denise Vinci Tulio, que figura como relatora do caso em outra reunião da câmara de revisão, de dezembro do ano passado.

Àquela época, porém, o procedimento era descrito como a investigação a respeito de indícios de irregularidades na escolha do estádio do Corinthians para sediar a Copa. De lá até o dia 27 de fevereiro deste ano, a alusão ao presidente da CBF foi adicionada. Além disso, Denise Vinci Tulio foi promovida, e o trabalho passou às mãos de Valquíria Nunes.

O Ministério Público Federal não passa mais informações a respeito dos procedimentos, até porque a Valquíria Nunes está participando de um evento fora do MPF e so retorna na qunta-feira, de acordo com a assessoria de imprensa do órgão.
Esta é a primeira vez que o nome de Ricardo Teixeira aparece diretamente ligado ao processo de escolha do estádio corintiano. De 2007 até 2011, a arena paulistana para receber a Copa deixou de ser o Morumbi, o plano original, para ser o estádio que o Corinthians e a construtora Odebrecht estão erguendo no bairro de Itaquera.

Uma série de polêmicas envolveu a escolha. No dia 3 de setembro do ano passado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu sua versão resumida sobre os fatos: “Quero lembrar que quando eu estava na presidência (até o fim de 2010), junto do prefeito Kassab e do governo de São Paulo, fizemos de tudo para viabilizar o Morumbi.

Se não deu certo, vocês têm que perguntar ao Juvenal (Juvêncio), ao Ricardo Teixeira e à Fifa”, comentou, citando os nomes do presidente do São Paulo Futebol Clube e da CBF, respectivamente.
O UOL Esporte procurou a prefeitura de São Paulo e o ex-presidente da CBF para comentar o caso, mas não obteve resposta até a conclusão desta reportagem.

Já o governo de São Paulo, em nota, afirma: "Todos os contratos firmados para a realização da Copa do Mundo da Fifa em São Paulo estão rigorosamente dentro da Lei. O Comitê Paulista (de organização da Copa) está à disposição dos órgãos pertinentes para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários".

Fonte: UOL Esportes


Por Tininha - @tininhardg



5 de outubro de 2011

Economist: Os Gols Contra do Senhor Futebol

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Football in Brazil - Own goals from Senhor Futebol

Este é o tema da edição da revista britânica Economist do dia 1º de outubro, e o blog Força Tricolor traz o texto para leitura dos amigos deste blog.

Gols contra do Senhor Futebol

O Brasil espera que a Copa do Mundo de 2014 promova sua imagem, mas a federação de futebol do país está envolta em sujeira

É o único país que jogou todas as fases finais da Copa do Mundo e ganhou cinco vezes, mais que qualquer outro. E assim o Brasil se sente meio dono do torneio, que vai sediar em 2014. Outra vitória, bom futebol e uma atmosfera de festa satisfariam as demandas dos fãs locais, assim como de muitos dos esperados 600 mil turistas de fora. Mas, para o governo brasileiro, o período que antecede o torneio não está indo bem.

Está ficando claro que as melhorias prometidas nos precários sistemas de transporte não vão significar muito. Dos 49 planejados sistemas de transporte urbano nas cidades-sede o trabalho começou em apenas nove. As reformas dos aeroportos também estão fora do prazo e mais da metade será de ajustes temporários. O governo está tentando reduzir as expectativas. Numa entrevista a CartaCapital, uma revista semanal, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, disse que as melhorias do sistema de transporte urbano não eram essenciais para o sucesso do campeonato. Miriam Belchior, a ministra do Planejamento, sugeriu que o governo poderia decretar feriado nos dias de jogos para evitar congestionamentos.

Sepp Blatter, o presidente da FIFA, o órgão que governa o futebol mundial, escreveu para a sra. Rousseff demonstrando preocupação. Mas a sra. Rousseff é que tem motivo para se preocupar com a FIFA. Justamente quando ela está fazendo o melhor que pode para limpar a política do país — demitiu quatro ministros sob acusação de corrupção — a Copa do Mundo está sendo administrada por uma das figuras mais manchadas. E as alegações de sujeira continuam surgindo. Ricardo Teixeira, que é presidente do Comitê Organizador Local e membro do comitê executivo da FIFA, tem sido o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) desde 1989. Ele é protegido de João Havelange, que comandou a FIFA por quase um quarto de século, até 1998. O sr. Teixeira tem enfrentado acusações de corrupção por anos. Em 2001 investigações do Congresso brasileiro sobre corrupção no futebol encontraram irregularidades num acordo arranjado pelo sr. Teixeira pelo qual a Nike, uma empresa de material esportivo norte-americana, patrocina a seleção nacional. A CPI do Congresso sugeriu ao promotor público o indiciamento dele sob 13 acusações, inclusive desfalque, lavagem de dinheiro e sonegação de impostos. Todas foram subsequentemente abandonadas. (A Nike diz que o contrato “era totalmente legal em essência e espírito”).

O Panorama, um programa de TV da BBC, acusou o sr. Teixeira e o sr. Havelange de terem recebido propinas nos anos 90 relacionadas a direitos de marketing em jogos. No início deste ano Lord (David) Triesman, o homem que comandou a candidatura fracassada da Inglaterra para sediar a Copa do Mundo de 2018, disse que o sr. Teixeira pediu dinheiro em troca de voto.

Numa entrevista à revista Piauí, uma publicação mensal brasileira, o sr. Teixeira negou as acusações da BBC. Ele disse que os ingleses estavam “putos porque perderam” e que ele teria sua vingança contra a BBC: enquanto estiver na CBF e na FIFA, “eles não vão passar da porta”. Ele se gabou que em 2014 faria “as coisas mais escorregadias, impensáveis, maquiavélicas, como negar credenciais de imprensa, barrar o acesso, mudar o horário de jogos”. O ministro dos Esportes, Orlando Silva, prometeu aos jornalistas que todos serão tratados com justiça e terão permissão para fazer seu trabalho.

Uma investigação da FIFA absolveu o sr. Teixeira das alegações feitas pelo Lord Triesman. O sr. Havelange não respondeu às alegações da BBC. Mas o Comitê Olímpico Internacional, do qual o sr. Havelange é membro e que tem padrões éticos mais estritos que a FIFA, está investigando. Nesta semana um promotor brasileiro declarou que vai pedir à polícia para verificar se o sr. Teixeira é culpado de lavagem de dinheiro e crimes fiscais.

Vendendo jogos

Outro escândalo em andamento se refere a um jogo amistoso entre Brasil e Portugal em Brasília em novembro de 2008. Associados do sr. Teixeira receberam milhões pelo evento. Na mesma época alguns deles assinaram contratos se comprometendo a pagar grandes somas ao sr. Teixeira por motivos que permanecem obscuros. Seis meses antes da partida Sandro Rosell, que agora é presidente do Barcelona, o campeão da Europa, se tornou diretor da Ailanto, uma firma de marketing esportivo fundada no Rio de Janeiro pouco antes.

O sr. Rosell tem feito negócios com o sr. Teixeira por muitos anos: ele se mudou para o Brasil como diretor de marketing esportivo da Nike em 1999 para gerenciar as relações da empresa com a CBF. Uma semana antes do jogo de Brasília, o governo do Distrito Federal assinou um contrato para pagar à Ailanto cerca de 9 milhões de reais (4 milhões de dólares, na época) pelos direitos de marketing e outros serviços não muito bem definidos, inclusive transporte e acomodação dos jogadores dos dois times. (O então governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, foi mais tarde preso e acusado pela Polícia Federal de corrupção relacionada a outras questões).

O negócio agora está sendo investigado por superfaturamento e corrupção. O promotor público de Brasília disse que recebeu relatórios de gastos para o jogo de cerca de 1 milhão de reais — e que de qualquer forma tinha sido a Federação Brasiliense de Futebol (FBF), uma afiliada da CBF, que tinha feito os gastos.

Também diz que apesar do governo do Distrito Federal ter comprado os direitos do jogo, o dinheiro da venda de ingressos foi para a FBF. A força policial de Brasília foi aos endereços da Ailanto no Rio de Janeiro e apreendeu documentos.

Além destes negócios foram feitos outros três cujos objetivos não são imediatamente óbvios. A Economist tem cópias do que parecem ser os contratos dos três negócios. Um datado de março de 2009 é o compromisso de Vanessa Precht, uma brasileira que já trabalhou no Barcelona FC e que era sócia do sr. Rosell na Ailanto, de alugar uma fazenda do sr. Teixeira no Rio de Janeiro por 10 mil reais mensais por cinco anos. A Rede Record, uma rede de TV do Brasil, visitou a fazenda em junho e não conseguiu encontrar ninguém que tinha ouvido falar da srta. Precht. Dois congressistas brasileiros pediram uma investigação para estabelecer se o negócio foi uma forma da srta. Precht devolver ao sr. Teixeira parte do dinheiro que a Ailanto ganhou no amistoso Brasil-Portugal.

Os outros dois contratos foram assinados separadamente em julho de 2008 pelo srs. Teixeira e Rosell com Cláudio Honigman, um financista que é sócio do sr. Rosell numa outra empresa de marketing esportivo brasileira, Brasil 100% Marketing. O sr. Honigman se comprometia a pagar 22,5 milhões de reais a cada parceiro para comprar de volta opções de 10% das ações da Alpes Corretora, uma empresa de São Paulo, que de acordo com os contratos teria vendido as opções anteriormente aos dois. Um porta-voz da Alpes Corretora disse à Economist que o sr. Honigman nunca teve qualquer direito sobre qualquer ação da companhia. Os srs. Rosell e Teixeira se negaram a responder a este artigo. O advogado do sr. Honigman disse que não tinha conseguido contatar o cliente. A srta. Precht não respondeu ao nosso pedido de entrevista.

Os pomposos líderes do futebol internacional tradicionalmente são intocáveis: a FIFA é a própria lei. O sr. Teixeira manteve sua posição no topo de futebol brasileiro apesar de alegações anteriores de corrupção. Mas desta vez pode ser diferente.

Os advogados da FIFA estão tentando bloquear a publicação de um relatório do promotor público do cantão suiço de Zug sobre uma investigação criminal a respeito de pagamentos recebidos por autoridades do alto escalão da FIFA nos anos 90. A defesa oficial é de que receber comissões então não era ilegal sob a lei suiça. Mas uma vez que o dinheiro era da FIFA, o promotor investigou indivíduos que o embolsaram por má administração e apropriação indébita. A investigação foi suspensa quando dois acusados pagaram de volta 5,5 milhões de francos suiços (6,2 milhões de dólares) ao cantão, que repassou o dinheiro à FIFA e a instituições de caridade. Os dois acusados negaram que tenham cometido crimes.

O relatório foi arquivado a pedido dos advogados dos acusados. Assim, a identidade deles não foi revelada, embora o advogado de um deles tenha dito que seu cliente é um homem velho de saúde frágil que não tem mais cargo oficial. Isso parece descrever o sr. Havelange, que tem 95 anos de idade e é o presidente honorário da FIFA. A suprema corte de Zug vai decidir nas próximas semanas sobre petições de jornalistas que querem a divulgação do relatório. A Economist entrou em contato com o escritório do sr. Havelange no Rio de Janeiro para tratar destas questões, mas ele se negou a conversar conosco.

Também dentro do Brasil o solo está se movendo sob o sr. Teixeira. A sra. Rousseff nomeou Pelé, o jogador mais famoso do Brasil, como embaixador honorário do governo para a Copa do Mundo e está tentando congelar o sr. Teixeira. O comitê organizador deixou Pelé de fora da lista de convidados para o sorteio da Copa do Mundo em julho. A sra. Rousseff trouxe Pelé com ela e também fez muito da cerimônia de 16 de setembro que marcou 1000 dias antes do pontapé inicial.
“Com todo respeito à FIFA e à CBF”, a Sra. Rousseff disse à CartaCapital, “o rosto [do torneio] no Exterior será o de Pelé”.

Link: Economist magazine