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9 de maio de 2013

E termina o sonho do Tetra...

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Coração de torcedor sempre acredita. Apesar de, racionalmente, saber que é muito difícil, coração de torcedor sempre acredita. Apesar de tudo estar contra, Coração de torcedor sempre acredita. Torcemos, vibramos, tivemos fé, mais de nada adiantou, em menos de uma semana estamos fora das principais competições do semestre que o tricolor estava disputando.

Muito se questiona após uma derrota expressiva. Quem dirá após duas, contra Atlético Mineiro e Corinthians, derrotas que minaram a confiança do time, desmotivaram o torcedor, e comprometeram todo o primeiro semestre. No futebol brasileiro é comum a torcida encontrar desculpas para a derrota, e isso não é uma característica apenas do torcedor tricolor. No Brasil temos dificuldade de reconhecer superioridade, empenho, e as vezes sorte no adversário.

A expulsão do Lúcio na primeira partida contra o Atlético, a saída do Osvaldo no primeiro tempo contra o Corinthians, a não expulsão de Emerson e Romarinho, tudo pode servir de justificativa para a derrota. Já ouvi uma vez que os vencedores arrumam um jeito, enquanto perdedores arrumam desculpas. O fato é que justificativa não leva time algum ao rumo das vitórias, compensa muito mais levantar a cabeça, aprender com os erros, se aperfeiçoar, e tocar o barco!

Esbravejar, xingar, fulano é pipoqueiro, a Diretoria não contrata, o técnico substitui errado, achar um culpado (ou mil culpados) não alivia absolutamente nada. O que precisa marcar é o fato de não termos um time com poder decisivo há muito tempo. Essa personalidade, chamada por muitos de “raça”, não pode ser confundida com atitudes impensadas e irresponsáveis, como as que Lúcio e Fabuloso tiveram nas últimas partidas.

Raça é entrar em campo sabendo o que se deve honrar, é ter compromisso com o dever de representar um clube de tradição, aquele clube de três cores, caçula entre os paulistas, que cresceu de forma estrondosa nesses 77 anos, conquistou uma torcida que se multiplica de forma significativa a cada dia, e hoje faz o coração de tantos torcedores bater forte e apaixonado.

O sucesso aparece para aqueles que estão preparados, fisicamente, tecnicamente e psicologicamente. A soma dessas qualidades traz a confiança, e com ela vem a sequência de vitórias tão esperada.
É simplesmente deprimente ver o SPFC assim, pequeno, amedrontado e covarde diante dos adversários, saudades do tempo em que eles os adversários que ficavam assim.

Atlético 4x1 São Paulo - Os gols do adeus a libertadores

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O São Paulo está fora da Libertadores da América 2013. Na noite desta quarta-feira (8), o Tricolor perdeu para o Atlético-MG, no Independência, por 4 a 1, e se despediu da competição continental. Os gols do anfitrião foram marcados pelos atacantes Jô (3) e Diego Tardelli. Luis Fabiano descontou.

Os gols do jogo:

Mudanças urgentes, a queda de mais um Gigante

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Fala galera, escrever neste momento é muito difícil. Após uma derrota merecida, fica complicado escolher as palavras. O São Paulo nunca foi o favorito para a conquista do titulo por culpa de seu presidente o Sr° Juvenal Juvencio, e hoje foi eliminado da Libertadores na escalação do time. Vamos aos pontos cruciais desse primeiro semestre:

O nosso tirano JJ não contratou jogadores a altura de vestir a camisa tricolor nessa temporada, exceção feita ao zagueiro Lúcio que infelizmente não se acertou no time e ao Ganso que aos poucos vem se acertando. Alias o JJ não conseguiu montar um bom elenco, temos hoje um time frágil, muito complacente com o adversário. 

E o que dizer de nosso técnico? Dizem que o time é a cara do treinador? Hoje de fato, temos um time com a cara do Ney Franco: Apático, tranquilo e que fica atônito em situações complicadas. Aliás, é um time sem brio, sem gana de vencer, time sem pegada e sem poder de incomodar o adversário, ser rotulado time de guerreiros é muito para jogadores tão desqualificados.

Luís Fabiano, artilheiro do São Paulo na Libertadores 2013.


Temos neste momento que ver os fatos com muita calma e tranquilidade, temos peças fundamentais no elenco que estão sendo muito mal utilizadas. Luís Fabiano é um artilheiro nato, um jogador com faro de gol apurado, mas precisa que a bola chegue em condições favoráveis para que se posso concluir em gol, o nosso camisa 9 por muitas vezes  está isolado entre dois zagueiros adversários, uma missão difícil, hoje temos um sistema de jogo (Chamar de Sistema Tático seria um absurdo) muito limitado, não exploramos as peças que temos de melhor e jogamos com uma defesa que não inspira confiança nenhuma aos outros setores do time. Também não podemos culpar o Ganso, que quando pega na bola não tem nem a opção de passe, pois, nosso esquema não permite a movimentação rápida dos atletas.

Escalação mortal

Hoje esse termo foi muito útil, Ney Franco utilizou uma escalação mortal, entrar com Douglas no lugar do Osvaldo – Que não tem a menor explicação para ficar fora de um jogo decisivo, do jogo mais importante da temporada. – foi a pior de suas decisões até hoje no comando do SPFC, como trocar um atacante por um lateral? Já que gosta tanto do Douglas, porque não iniciou ele na sua posição de origem e colocasse um jogador com características parecidas com as do Osvaldo. Temos volantes que não “mordem” o tornozelo do adversário, aliás, apanham deles. Isso me faz lembrar de como a várzea faz uma falta na criação desses jovens atletas. Não preciso nem comentar o jovem Ademilson, que perdeu sua 5ª chance de gol ou do Rafael Tolói que a cada jogo que passa me deixa com os nervos a flor da pele.

Vamos cobrar quem deve ser cobrado, vamos cobrar a diretoria, vamos cobrar o Juvenal Juvêncio que rasgou o ESTATUTO do São Paulo e assumiu um terceiro mandato, tornando-se mais um Dualib, mais um Mustafá, mais um Eurico entre tantos outros, chegou a hora da torcida do São Paulo ter um papel importante, então você sócio tricolor, faça valer seu direito e proteste no clube, não podemos deixar nosso São Paulo nessa situação.

FORA JJ, o São Paulo não precisa de você.

E você o que acha?

Defesa sofre “apagão” e o Tricolor é eliminado.

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Salve Nação das Três Cores.

Na noite de hoje o Tricolor foi a Minas Gerais enfrentar o Atlético-MG pela Taça Libertadores e foi eliminado de forma humilhante. No primeiro tempo sem atacante, perdeu a chance de jogar no contra-ataque e na segunda etapa com Silvinho melhorou um pouco, mas a defesa sofreu um apagão e levou três gols em sete minutos. A eliminação não é surpresa, pois o Galo “hoje” tem mais conjunto, mas o placar foi atípico. Passou quem tem o time mais pronto. Para o tricolor resta botar a cabeça no lugar e a diretoria tem que responder a seguinte pergunta: Nós temos um elenco fraco e mal montado por nós, ou um elenco bom, mas mal treinado pelo Ney Franco? Algo precisa ser feito e o inicio de tudo é descobrir a resposta para essa pergunta, não pela derrota de hoje e sim pelo conjunto da obra.

Primeiro tempo do Galo: O Galo mandou na primeira etapa, começou avassalador com gols perdidos, bola na trave e prendeu o São Paulo em seu campo de defesa; aos 17 minutos marcou. O Tricolor com sua postura chamou o adversário para seu campo, mas o contra-ataque oferecido pelo Galo não foi aproveitado devido a falta de um atacante. Após gol o Atlético se acalmou e o São Paulo saiu um pouco mais, só que completamente desordenado com Luís Fabiano armando, Ganso de atacante e Jadson de ponta esquerda, tudo errado. O melhor em campo foi Wellington e o pior Douglas. Intervalo: Atlético-MG 1 X 0 São Paulo. Resultado justo.

Segundo tempo do Galo: O São Paulo voltou com Silvinho na vaga de Paulo Miranda e o time melhorou com o atacante e Douglas na lateral direita, mas o sistema defensivo sofreu um apagão e o time em sete minutos sofreu três gols: aos 17 em falha de Edson Silva, aos 18 em falha de Tolói e aos 24 minutos em jogada que começou com falta de Ronaldinho em Wellington. Ney Franco trocou Denílson por Ademilson e Jadson por Maicon, aos 31 minutos Luís Fabiano marcou o gol do Tricolor, mas já era tarde. Final de jogo: Atlético-MG 4 X 1 São Paulo. Resultado justo.

Ney Franco sem ter Osvaldo a sua disposição apostou em Douglas; aposta errada, pois sabendo que o Galo viria pra cima o treinador abriu mão do contra-ataque. Com 45 minutos de atraso Silvinho entrou, o time melhorou ofensivamente, mas após o apagão da defesa o jogo acabou... As outras alterações não fizeram efeito. O São Paulo infelizmente segue sem padrão de jogo, se em 2012 éramos dependentes de Lucas hoje a coisa se repete com Osvaldo. Gostaria de saber o porquê de insistir tanto em Douglas e tão pouco em Cañete e em Lucas Farias, mas o pior: esse tipo de coisa faz com que Ney Franco perca o elenco e após duas eliminações a coisa tem que ser muito bem trabalhada em caso de permanência do técnico.

Notas do jogo:

Rogério: Nota 5,0. Pouco podia fazer nos gols sofridos.
Paulo Miranda: Nota 4,5. Marcou bem na primeira etapa.
Rafael Tolói: Nota 4,0. Lutou muito, mas falhou no terceiro gol.
Edson Silva: 4,0. Lutou muito, mas falhou no segundo gol.
Carleto: Nota 4,5. Muita correria; chutou a bola que resultou no gol do São Paulo.
Wellington: Nota 6,5: Muita vontade, melhor em campo.
Denílson: Nota 5,0: Errou muitos passes, não foi bem na partida.
Jadson: Nota 5,5: Fez o que pode, na medida do possível foi bem.
P.H. Ganso: Nota 5,0. Foi apenas razoável, como o time no geral.
Douglas: Nota 4,0. Um pouco melhor na segunda etapa.
Luís Fabiano: Nota 4,5. A chance que teve fez, mas ficou devendo.
Silvinho: Nota 5,5. Entrou muito bem, apesar do resultado não sentiu.
Ademilson: Nota 3,0. Horrível, um gol feito quando entrou.
Maicon: Nota 3,5. Pouco podia fazer.
Ney Franco: Nota 4,0. Matou o time quando apostou em Douglas, depois já era tarde.


Abraços a todos.

Guine

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Discussões e opiniões sobre futebol e sobre o Tri-Mundial.

8 de maio de 2013

O Clube-da-fé entra em ação novamente.

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Eis que o São Paulo Futebol Clube chega a mais um dia importante para a nossa história. Dia de decisão. De entrar em campo com sangue no olho, com raça e com a confiança de superar um adversário que não perde em seus domínios desde agosto de 2011. Chegou a hora de impor o melhor futebol digno de um Tricampeão das Américas e mais uma vez domesticar aqueles que um dia ousaram duvidar, e desdenhar da história do clube da fé. É hora da doutrina.

Galo X SPFC será um jogão. Precisa ser. Não só pela história do confronto, mais porque a ocasião pede um jogo memorável. Dentro de campo, todos os ingredientes para uma partida desse naipe: grandes clubes, grandes jogadores, uns buscando superação, outros afirmação. Se um obstáculo foi colocado em nosso caminho, é pra que a glória alcançada depois tenha um sabor especial. Nada é fácil nessa vida pra ninguém, porque seria para o São Paulo?

O tricolor vem baqueado, depois de um duro golpe na competição estadual. Faltam peças importantes, por culpa do azar ou da falta de estrutura psicológica de alguns jogadores. Mais a nós não interessa os 11 que vão estar em campo, só queremos que todos eles entrem com o mesmo espírito do jogo que nos classificou para as oitavas. Se a vitória não for possível, que pelo menos tudo o que podia ser feito para tentar alcançá-la aconteça.

Eles não vestem uma camisa, mas a alma do esporte, a alma de milhares de torcedores que estarão dentro de campo hoje, para a grande batalha, querendo sagrarem-se vitoriosos.

Seguiremos com Fé. Pois todos nós somos o SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE, O TRI-CAMPEÃO!