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23 de março de 2017

São Paulo cede empate ao Botafogo em Ribeirão

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Gilberto fez o gol mas zaga falhou e o São Paulo sofreu o empate

A zaga do São Paulo voltou a exercer o papel de vilã na noite desta quarta-feira. Após realizar um bom primeiro tempo no Estádio Santa Cruz e abrir o placar com Gilberto, o Tricolor voltou sonolento para a etapa final e cedeu o empate por 1 a 1 para o Botafogo-SP, após bobeira do sistema defensivo, em duelo válido pela 10ª e antepenúltima rodada da primeira fase do Campeonato Paulista.

O técnico Rogério Ceni não pôde contar com o goleiro Sidão, os zagueiros Rodrigo Caio e Maicon, e o volante Cícero, por lesões. Já os argentinos Lucas Pratto e Buffarini e o peruano Cueva estão a serviço de suas respectivas seleções nas Eliminatórias Sul-Americanas. Com tantos desfalques, o Tricolor chegou à quarta partida seguida sem vitórias no ano – antes, havia perdido para Palmeiras (3 a 0) e empatado com ABC e Ituano (1 a 1).

O resultado escancara a principal deficiência do São Paulo na temporada. Este foi o 12º jogo consecutivo em que a equipe foi vazada. Nesta noite, Lugano e Lucão até foram seguros, mas o sistema defensivo falhou aos oito minutos do segundo tempo, quando Kauê saiu na cara de Renan Ribeiro e empatou para o Botafogo. A última vez em que não sofreu gols ocorreu em 9 de fevereiro, na vitória por 1 a 0 sobre o Moto Club, no Maranhão, pela primeira fase da Copa do Brasil.

Líder do Grupo B, com 16 pontos, o São Paulo garante a classificação às quartas de final se vencer o arquirrival Corinthians, neste domingo, às 16 horas (de Brasília), no Morumbi. Já o Botafogo, segundo colocado do Grupo A, com 13 pontos, voltará a campo diante do Red Bull Brasil, em Campinas, às 19 horas do mesmo dia.

O jogo – Após um início ligeiramente melhor do Botafogo, o São Paulo acertou a sua marcação e quase abriu o placar aos cinco minutos, quando João Schmidt roubou a bola na saída adversária e passou para Luiz Araújo, que ajeitou e disparou a bomba de pé esquerdo, acertando o travessão do goleiro Neneca.

A partir de então, o time do Morumbi foi tomando conta da partida e empurrando os mandantes para o campo de defesa. Com dificuldades de acelerar o jogo por baixo, o São Paulo chegou ao primeiro gol aos 20 minutos, com Gilberto, de cabeça, aproveitando cruzamento preciso de Junior Tavares.

Com exceção de uma falta cobrada por Vitinho, aos 35, o Botafogo não conseguiu ameaçar a surpreendente segura defesa do São Paulo, que não recuou mesmo com a vantagem e terminou o primeiro tempo com 57% da posse de bola, e com o dobro de finalizações do rival (seis contra três).

O Botafogo começou pressionando na etapa final e alcançou o empate logo aos oito minutos, aproveitando falha da inconsistente zaga tricolor: após ver seu companheiro ganhar dividida na esquerda, Francis recebeu e passou, nas costas de Lucão, para Kauê, que saiu na cara de Renan Ribeiro e bateu cruzado, de esquerda, deixando tudo igual no Santa Cruz.

Para piorar, o São Paulo perdeu dois jogadores por lesão. Bruno, com um entorse no tornozelo, e Gilberto, que levou uma bolada na cabeça, foram trocados por Lucas Fernandes e Andres Chavez, respectivamente. Nitidamente abatido na partida, o time da capital quase sofre a virada aos 22, quando Samuel Santos invadiu a área pela direita e cruzou rasteiro para Francis, que se esticou todo, mas não alcançou a bola.

Nos minutos finais da partida, o São Paulo se lançou ao ataque na base do abafa e tentou exercer pressão, enquanto o Botafogo, aparentemente satisfeito com o empate, se reservou atrás e conseguiu segurar a equipe da capital, que chegou ao quarto jogo seguido sem vencer no ano.


MELHORES MOMENTOS:




FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO-SP 1 X 1 SÃO PAULO

Local: Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP)
Data: 22 de março de 2017, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho
Assistentes: Fabrício Porfírio de Moura e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo
Público: 12.388 pagantes
Renda: R$ 577.345,00
Cartão Amarelo: Serginho, Bileu e Fernando Medeiros (Botafogo-SP); Bruno e Araruna (São Paulo)
Gols:

SÃO PAULO: Gilberto, aos 20 minutos do 1º tempo
BOTAFOGO-SP: Kauê, aos 8 minutos do 2º tempo

BOTAFOGO-SP: Neneca; Samuel Santos, Gualberto, Felipe e Serginho (Kauê); Marcão Silva, Bileu (Fernando Medeiros), Diego Pituca e Vitinho (Bernardo); Marcão e Francis
Técnico: Moacir Júnior

SÃO PAULO: Renan Ribeiro; Bruno (Lucas Fernandes), Lucão, Lugano e Junior Tavares; João Schmidt, Araruna e Thiago Mendes, Wellington Nem (Jucilei), Luiz Araújo e Gilberto (Andres Chavez)
Técnico: Rogério Ceni

24 de março de 2016

No ultimo minuto Calleri Marca e São Paulo vence o Botafogo

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Calleri recebeu lançamento de Ganso e fez o gol da vitória

O São Paulo novamente encontrou dificuldades para enfrentar um adversário retrancado. No início da partida, Paulo Henrique Ganso e Calleri até tentaram se entender com rápida troca de passes, mas não produziram o suficiente para abrir o placar.

A primeira chance real de gol são-paulina apareceu aos seis minutos. Hudson limpou bem a marcação de Diego Pituca da direita e fez o cruzamento para Calleri, que bateu nde primeira. O experiente goleiro Neneca defendeu para salvar o Botafogo-SP.

O bom momento não contagiou o São Paulo. Embora presente no setor ofensivo, o time dirigido por Edgardo Bauza não possuía criatividade nem ímpeto para se aproximar do gol do desempate.

O Botafogo-SP, então, tirou proveito para avançar. Aos 34 minutos, a equipe visitante avançou rapidamente em contra-ataque, e Serginho buscou o ângulo em finalização de fora da área. Denis espalmou.

Insatisfeito com o desempenho do São Paulo, Bauza resolveu entrar em ação no intervalo. Trocou Carlinhos por Lucas Fernandes e mandou Mateus Caramelo, com quem a torcida já estava irritada, sair da lateral direita e ocupar a esquerda no lugar do improvisado Bruno.

Como o São Paulo não mudou muito a partir da substituição, o treinador argentino mexeu de novo na sua formação antes dos dez minutos do segundo tempo. O centroavante Alan Kardec substituiu Daniel.

O time mandante se mostrou mais perigoso, mas não com os seus homens de frente. O zagueiro Maicon assustou Neneca duas vezes – primeiro em uma cobrança de falta e depois ao chutar para o alto uma sobra de bola em cobrança de escanteio.

Ainda assim, o São Paulo não era envolvente o bastante para chegar ao gol e acalmar a sua torcida. Vez ou outra, ainda sofria com uma investida do Botafogo-SP, que já aparentava ansiedade para a confirmação do empate.

Bauza apostou a sua última ficha em Kelvin na vaga de Caramelo. Dessa forma, o São Paulo passou os últimos minutos abafando o Botafogo-SP, já sem muita organização tática ou paciência. Quem quase anotou o único gol do jogo foi Samuel Santos, do Botafogo, que recebeu com liberdade na marca do pênalti e inacreditavelmente desperdiçou.

Como quem não faz toma, a equipe de Ribeirão Preto acabou castigada. Aos 44 minutos, Ganso fez lançamento para Calleri que girou dentro da área para encobrir Neneca e assegurar enfim, uma vitória são-paulina no Pacaembu.


FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 1 X 0 BOTAFOGO-SP

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 23 de março de 2016, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Rafael Gomes Felix da Silva (SP)
Auxiliares: Alex Alexandrino e Patrick André Bardauil (ambos de SP)
Cartões amarelos: Bruno, Alan Kardec, Ganso e Maicon (São Paulo); Samuel Santos, Carlos Alberto, Serginho e Mirita (Botafogo-SP)
Gol: Calleri, aos 44 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Denis; Mateus Caramelo (Kelvin), Lugano, Maicon e Bruno; Hudson, João Schmidt, Carlinhos (Lucas Fernandes), Ganso e Daniel (Alan Kardec); Calleri
Técnico: Edgardo Bauza

BOTAFOGO-SP: Neneca; Daniel Borges, Caio Ruan, Mirita e Diego Pituca; Rodrigo Thiesen, Allan Dias, Carlos Alberto (Mancini) e Samuel Santos; Serginho (Diogo Campos) e Alemão (Léo Coca)
Técnico: Márcio Fernandes

MELHORES MOMENTOS:



6 de abril de 2015

São Paulo perde segunda seguida no ano

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Contrataque rápido definiu o placar em Ribeirão

O São Paulo começou jogando muito bem em Ribeirão Preto. Alexandre Pato encontrou espaços para servir de pivô, Paulo Henrique Ganso encontrou espaços para os homens de frente, e Ewandro, pela ponta direita, achou as principais jogadas.

Faltou, no entanto, finalizar melhor. Ewandro teve duas ótimas chances no início da partida. Na primeira, foi derrubado pela marcação e poderia ter visto a marcação de um pênalti. A arbitragem não viu assim, no entanto. Depois, recebeu novamente, em posição semelhante, e finalizou forte, para fora.

Mas o São Paulo parou com a grande intensidade por volta dos 30 minutos de jogo, e o Botafogo aproveitou. Em duas jogadas, levou mais perigo ao gol de Rogério Ceni do que o São Paulo havia feito em todas as tentativas. Em uma delas, um cruzamento rasteiro quase achou um gol para os donos da casa.

A melhor chance do São Paulo viria com o argentino Ricardo Centurión, que às vésperas da partida foi fotografado em uma casa noturna da Argentina e não apareceu para treinar na sexta-feira, no CT da Barra Funda. Centurión apareceu na cara do gol, tinha a opção de rolar a bola para Pato empurrar para as redes, sem goleiro, mas tentou o chute. A bola fraca não levou perigo ao gol do Botafogo.

Centurión não voltaria do intervalo. Gabriel Boschilia assumiu a posição e passou a criar mais jogadas.

Mas foi o Botafogo que marcou, e em lance com falha tripla do São Paulo. Ganso perdeu uma bola na meia ofensiva, não tentou recuperá-la, e o Botafogo fez lançamento longo. O zagueiro são-paulino Dória pareceu pensar que a bola fosse sair, fez mal a proteção e acabou surpreendido por um adversário, que tomou-lhe a bola, cruzou para a entrada da área e achou Vitor – sem qualquer marcação – para fazer o gol em chute no contrapé de Rogério Ceni. 

O São Paulo levaria perigo apenas com chutes de fora da área, com Ganso e Boschilia. Mas veria o Botafogo marcar pela segunda vez aos 35 minutos do segundo tempo: Gimenez dominou a bola na entrada da área, girou para cima de Boschilia e chutou forte, sem chances para Rogério Ceni. 

Nos minutos finais, o Botafogo quase aumentou o placar para 3 a 0: Carlão recebeu bola dentro da área, passou por Toloi e chutou na trave.

O melhor - Gimenez: lateral direito do Botafogo apareceu até o último minuto de jogo nas costas da defesa são-paulina e ainda marcou o segundo gol do jogo. 

O pior - Dória: cometeu falhas graves. Em uma delas, proporcionou o gol que abriu o placar. Zagueiro voltava de lesão neste domingo e deu mostras de que não poderá ser escalado nos principais jogos da temporada, pela Copa Libertadores, que estão por vir. 

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 2 X 0 SÃO PAULO

Local: Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP)
Data: 5 de abril de 2015, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Douglas Marques das Flores
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Tatiane Sacilotti

Gols: Vitor e Gimenez (Botafogo)
Cartões amarelos: Rodrigo (Botafogo) / Dória, Reinaldo, Souza e Denilson (São Paulo)

BOTAFOGO: Renan Rocha; Gimenez, Eli Sabiá, Halisson e Denis; Liel, Bruno Costa, André Rocha e Vitor (Henrique Santos); Rodrigo (Carlão) e Diogo Campos (Wesley)
Técnico: Régis Angeli

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Hudson, Rafael Toloi, Dória e Reinaldo; Denilson, Souza e Ganso; Ewandro (Thiago Mendes), Centurión (Boschilia) e Alexandre Pato
Técnico: Muricy Ramalho


Melhores Momentos



15 de abril de 2014

Apresentado, Hudson promete honrar a camisa tricolor e brigar por título na temporada

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Já treinando normalmente com o elenco, o meio-campista Hudson foi apresentado pelo São Paulo no início de tarde desta terça-feira (15) no Centro de Treinamento da Barra Funda. Das mãos do vice-presidente de futebol do clube, João Paulo de Jesus Lopes, o volante recebeu a camisa 25 e as boas-vindas.

O jogador, de 26 anos e um dos destaques do Botafogo-SP na campanha do Campeonato Paulista, firmou vínculo com a equipe são-paulina até dezembro, mas com a possibilidade de estender o seu vínculo por mais duas temporadas, com condições já pré-estabelecidas.

"Certamente é a última apresentação que faremos sob a presidência do Juvenal Juvêncio e acho que fechamos com chave de ouro, na medida em que contratamos um jogador que teve brilhante atuação e tem características que nos agradaram muito, com muito destaque no Paulista. Ele foi premiado pela Federação como um dos melhores do campeonato", afirmou o dirigente.

Na competição estadual, que teve o Ituano como campeão, Hudson foi o jogador que mais desarmou. Foram 63 roubadas de bola em apenas 14 jogos (média de 4,5 por partida). Além disso, o meio-campista também chamou a atenção no campo de ataque. Mesmo atuando no setor de marcação, o volante balançou as redes quatro vezes no torneio.

Agora, no Tricolor, o reforço quer fazer bonito e agradar o técnico Muricy Ramalho. E para que isso aconteça, Hudson promete empenho e dedicação. "É um sonho, uma realização profissional estar em um clube com cartel de títulos tão grandes como o São Paulo. É uma honra e uma missão na minha vida vou que encarar da melhor forma", afirmou o atleta, que completou.

"Esta é a principal oportunidade da minha carreira. Trabalhei muito para que tivesse essa chance. Espero agarrar com as duas mãos e que isso seja apenas o começo. O torcedor pode ter certeza de que o São Paulo contratou um homem com caráter e responsabilidade. Cada minuto dentro de campo vou fazer valer como se fosse o último da minha vida", finalizou.

8 de abril de 2014

Hudson é ultimo reforço da era Juvenal Juvêncio

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Clube acertou a contratação de um dos destaques do Campeonato Paulista de 2014

Como parte do planejamento para a sequência da temporada 2014, o São Paulo FC acertou na tarde desta terça-feira (8) a contratação do volante Hudson, que estava no Botafogo-SP.  O jogador, de 26 anos, assinou contrato com o clube até dezembro deste ano, mas com a possibilidade de estender o seu vínculo por mais dois, com condições já pré-estabelecidas.

"O Hudson é um jogador que obteve destaque durante a disputa do Campeonato Paulista. Ele tem algumas características que nos agradaram muito e qualificará ainda mais o nosso elenco", explica o vice-presidente de futebol João Paulo de Jesus Lopes.

Revelado nas categorias de base do Santos, o meio-campista foi um dos principais jogadores do Botafogo-SP durante a disputa do Campeonato Paulista. Uma das sensações do Estadual, a equipe do interior liderou o Grupo B na primeira fase e, atuando como mandante, foi derrotada apenas pelo São Paulo. No entanto, nas quartas de final, acabou eliminada nos pênaltis pelo Ituano, atual finalista da competição.

Além de defender o alvinegro praiano, Hudson também acumula passagens por Santa Cruz, Ituano, Red Bull Brasil, Comercial, Oeste e Brasiliense. Em seu novo time, o marcador será uma das opções do técnico Muricy Ramalho para o meio de campo.

Atualmente, o treinador tem à disposição Souza, Wellington, Denilson e João Schmidt, além do jovem Rodrigo Caio, que também pode atuar no setor. A chegada do volante segue a programação da diretoria e comissão técnica, que busca reforçar o São Paulo para as competições do segundo semestre, como o Campeonato Brasileiro e a sequência da Copa do Brasil caso o clube elimine o CSA-AL nesta quarta-feira (9).

HUDSON

Nome completo: Hudson Rodrigues dos Santos
Data de nascimento: 30/01/1988 (26 anos)
Local de nascimento: Juiz de Fora-MG
Posição: volante
Altura: 1m79
Peso: 68 kg

Clubes: Santos (2007-08), Santa Cruz (09), Ituano (09), Red Bull Brasil (10), Comercial (11-12), Oeste (13), Brasiliense (13), Botafogo-SP (13 e 14) e agora São Paulo.