Mostrando postagens com marcador Bolívar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bolívar. Mostrar todas as postagens

31 de janeiro de 2013

Charges: O São Paulo passa da Bolivar e classifica pra Libertadores 2013!

|0 comentários

São Paulo abre três gols, leva virada do Bolívar, mas garante a classificação

Tricolor chegou a abrir três gols de vantagem no primeiro tempo, mas bolivianos voltaram muito melhores na etapa complementar e viraram para cima do Tricolor.


O torcedor são-paulino já estava na "paz" e tranquilo quanto a classificação ao Grupo 3 da Libertadores. Ainda mais ao marcar três gols e fazer com que o placar agregado ficasse 8 a 0. Aqueles que não continuaram a assistir ao jogo por conta da confiança na vaga, podem comemorar um lugar no torneio continental, mas quem celebrou a vitória, por 4 a 3, foi o Bolívar, nesta quarta-feira, no Estádio Hernando Siles, na Bolívia, que "deu um gás a mais" no segundo tempo e, até com direito a gritos de olé da torcida, deu adeus à competição.
O São Paulo marcou com Luis Fabiano, Osvaldo e Jadson. Já o Bolívar chegou com dois de William Ferreira e outros dois de Nelson "quebra-ossos" Cabrera.
Agora, o São Paulo voltará o foco para o Campeonato Paulista. O time terá o clássico contra o Santos, na Vila Belmiro, às 17h, deste domingo. Pela Copa Libertadores, o São Paulo pegará o Atlético-MG, fora de casa, no próximo dia 13.

O JOGO


Para evitar os efeitos da altitude, como vômitos, enjoos e dores de cabeça, a delegação são-paulina ficou hospedada em Santa Cruz de la Sierra e, após o almoço, viajou para a cidade de La Paz. E, sob o nome do lugar, o Tricolor precisou de apenas dois minutos para faz jus "à la paz conquistada" no jogo de ida, após vitória por 5 a 0 no Morumbi e acabar com o resto de esperança que ainda havia com os bolivianos.
Depois de cobrança de escanteio batido por Jadson, Luis Fabiano testou firme para abrir o placar e saltar no ranking de artilheiro dos clubes. Agora, com 160 tentos no total, chegou ao sexto lugar, ao lado do atacante Muller. O Bolívar, que apenas arriscou chutes de longa distância, sem perigo, viu a missão "quase impossível" antes da partida ficar ainda mais difícil, por conta da dupla de baixinhos Jadson e Osvaldo.

Primeiro, Osvaldo serviu Jadson, que aproveitou falha do zagueiro, dominou e escolheu o canto para colocar com precisão e comemorar. Na segunda, Jadson retribuiu a "gentileza" e deixou Osvaldo sozinho para escolher o canto e sair para o abraço. Mesmo na altitude, Osvaldo correu até mais do que os bolivianos, sempre ganhando deles na corrida.

Com a torcida em peso no estádio, mas restrita a gritos em lances ofensivos ou tiros de longe - os famosos "uhhhh"-, colocou uma pedra no passeio tricolor até então, com gol de William Ferreira, em belo chute cruzado na entrada da área.

Na etapa final, o Bolívar voltou com ímpeto para diminuir os estragos já deixados pelo Tricolor e, pelo menos, dar algumas alegrias à torcida. Mais ofensivo, contou com a diminuição natural do ritmo são-paulino por conta da ótima vantagem e também da parte física, os bolivianos optaram por entrar na área do adversário e, como é de costume, testar nos chutes de longa distância. E, em bola alçada na área, Cabrera fez a alegria da torcida ao marcar de cabeça.

E, a missão "quase impossível e impensada", foi alentada com outro gol do zagueiro Quebra-ossos. O São Paulo pouco chegou ao gol defendido por Arguello na etapa final, até pelo desgaste físico. Mais incisivo, o Bolívar ainda virou o jogo com William Ferreira, após pênalti infantil do zagueiro Rhodolfo. Mesmo atacando, não conseguiu nada além da vitória e, o Tricolor, com a primeira derrota na temporada, pôde ir à fase de grupos.

FICHA TÉCNICA

BOLÍVAR 4 X 3 SÃO PAULO

Local: Hernando Siles, La Paz (BOL)
Data e hora: 30/1/2012, às 22h
Árbitro: Wilmar Roldan (COL)
Auxiliares: Humberto Clavijo (COL) e Eduardo Diaz (COL)
Renda e público: não disponíveis
Cartões amarelos:
 Lizio, Cabrera (BOL); Rhodolfo (SAO)
Cartões vermelhos: Não teve
GOLS: Luis Fabiano, aos 2'/1ºT (0-1); Jadson, aos 15'/1ºT (0-2); Osvaldo, aos 34'/1ºT (0-3); Ferreira, aos 37'/1ºT (1-3); Cabrera, aos 14/2ºT (2-3); Cabrera, aos 24'/2ºT (3-3) e Ferreira, aos 29'/2ºT (4-3)

BOLÍVAR: Argüello, Eguino, Valverde (Cardozo, Intervalo), Nelson Cabrera e Álvarez; Miranda (Yecerotte, Intervalo), Flores e Justiniano; Lizio, Arce (Maygua, aos 27'/2ºT) e William Ferreira. Técnico: Miguel Ángel Portugal

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Paulo Miranda, Lúcio, Rhodolfo e Cortez; Wellington (Casemiro, 26'/2ºT), Denilson e Jadson; Aloísio, Osvaldo (Cañete, aos 14'/2ºT) e Luis Fabiano (Aloísio, aos 10'/2T). Técnico: Ney Franco

Bolívar x São Paulo - Bola Cheia e bola murcha

|0 comentários

Em 135 minutos, o São Paulo fez 8 a 1 no Bolívar. Nos 45 minutos finais, os bolivianos ainda reagiram e fizeram mais três gols. Depois da goleada de 5 a 0 no Morumbi, nem mesmo a derrota por 4 a 3, na noite desta quarta-feira, em La Paz, tirou a vaga do Tricolor para a próxima fase da Copa Libertadores.

Os eleitos do jogo:


Rogério Ceni - Aos 40 anos ainda joga como um garoto, pegou muitas bolas e não teve culpa nos gols sofridos.

Jadson - Enquanto conseguiu respirar foi o melhor em campo, participou dos três gols do São Paulo.

Osvaldo - Outro que enquanto teve fôlego correu muito e infernizou a defesa do Bolívar.

Paulo Miranda - Horrível, irreconhecível, erros bizonhos.



A Atitude Superou a altitude: Deu São Paulo.

|0 comentários



Salve Nação das Três Cores

Na noite de hoje o Tricolor foi à Bolívia carimbar sua vaga para a fase de grupos da Taça Libertadores e no primeiro tempo ignorou os quase quatro mil metros de altitude com atitude, entrou para vencer com Jadson jogando demais, Osvaldo correndo como se estivesse no Morumbi e Luís Fabiano como sempre definindo, mas o fator altitude apareceu na segunda etapa e o Bolívar conseguiu virar o jogo: Um 4 X 3 que mostra o quanto é desumano jogar nessas condições e é claro e evidente que o time local é beneficiado fisicamente como que em casos de Doping, mas no final o futebol venceu e deu São Paulo.

Primeiro tempo foi Tricolor. Logo aos dois minutos Luís Fabiano marcou aproveitando cruzamento de escanteio de Jadson; aos quinze foi a vez de Jadson marcar com muita tranquilidade e aos 34 o camisa 10 deu uma assistência sensacional para Osvaldo marcar o terceiro. O Tricolor jogou bem, seguro defensivamente e ditando o ritmo da partida e na primeira etapa não sentiu os efeitos da altitude, poderia ter marcado mais, só que tirou o pé após o terceiro gol e a falha de Paulo Miranda que resultou em gol do adversário trouxe o Bolívar que estava entregue de volta para o jogo. Intervalo: Bolívar 1 X 3 São Paulo, resultado justo e foi pouco.

Segundo tempo do Bolívar. O São Paulo voltou mais preocupado com o sistema defensivo e o Bolívar veio com tudo, o Tri Campeão da América ainda suportou por 10 minutos, mas depois morreu fisicamente. Ney Franco trocou Luís Fabiano, Osvaldo e Wellington por Aloísio, Cañete e Casemiro. Aos poucos o Bolívar infinitamente melhor fisicamente foi fazendo gols e virou o placar, em alguns momentos parecia que o Bolívar tinha 11 atletas e o São Paulo 7 tão grande a disparidade física. Final de jogo: Bolívar 4 X 3 São Paulo. A altitude venceu, mas o time de futebol passou de fase.

Ney Franco acertou, pois teve atitude ao colocar Douglas na vaga de Aloísio, manter o 4-2-3-1 e ir pra cima do Bolívar enquanto ainda tinha “pulmão” para marcar os três gols e garantir assim a classificação, caso o São Paulo ficasse fechado e esperando o Bolívar a coisa poderia se complicar de verdade já que no segundo tempo a diferença física foi impressionante, o São Paulo esta de parabéns, pois enquanto houve uma disputa de futebol venceu por 8 X 1...

Notas do jogo – Enquanto houve futebol:

Rogério, nota 7,0: Só não defendeu quando não deu.
Paulo Miranda, nota 4,0: Muito abaixo do que vinha jogando, por pouco não entrega o ouro.
Lucio, nota 5,0: Sentiu a altitude, mas foi bem.
Rhodolfo, nota 6,5: Cometeu o penalty, mas fez uma boa partida.
Cortez, nota 5,5: sentiu a altitude.
Wellington, nota 6,5: Bem no jogo, cansou no segundo tempo.
Denílson, nota 5,5: Errou muitos passes...  
Jadson, nota 9,0: Melhor em campo, participou dos três gols do São Paulo.
Douglas, nota 6,5: Correu muito, muita vontade e ajudou a compor o meio campo.
Luís Fabiano, nota 7,0: Um gol, uma assistência e nenhum cartão amarelo.
Cañete, nota 5,0: quando entrou o time já estava morto fisicamente.
Aloísio, nota 5,0: quando entrou o time já estava morto fisicamente.
Casemiro, nota 5,0: quando entrou o time já estava morto fisicamente.

Abraços a todos.

Guine

Siga no twitter

Discussões e opiniões sobre futebol e sobre o Tri-Mundial.

30 de janeiro de 2013

'Em paz' e tranquilo, São Paulo encara Bolívar para confirmar vaga na Libertadores

|0 comentários

Com a goleada de 5 a 0 no jogo de ida, Tricolor pode perder por até quatro gols de diferença que, mesmo assim, está garantido no grupo 3 do torneio continental


Com a goleada de 5 a 0 conquistada no jogo de ida, o São Paulo faz a partida de volta nesta quarta-feira, às 22h, no estádio Hernando Siles, em La Paz (BOL), diante do time da casa, o Bolívar, pela primeira fase da Copa Libertadores, para garantir uma das vagas na fase de grupo.

O clube paulista pode perder por uma diferença de até quatro gols que, mesmo assim, estará garantido no Grupo 3 do torneio continental. Atlético-MG, Arsenal de Sarandí (ARG) e The Strongest (BOL) já compõem o grupo.

EM PAZ E TRANQUILO

O elenco são-paulino sabe que a vantagem conquistada no jogo de ida dá tranquilidade para que o time consiga a classificação. No último sábado, pelo Campeonato Paulista, o técnico Ney Franco poupou os titulares e só escalou o atacante Aloísio, o único que enfrentou o Bolívar na primeira partida. Descansado e preparado, o goleiro Rogério Ceni vai em busca de outra vitória na competição.

- Na verdade quer dizer muito, quer dizer que temos uma boa vantagem. Vamos lá pra tentar uma segunda vitória. Estamos apenas começando o ano e precisamos de resultados positivos para ganhar confiança - declarou o arqueiro tricolor.

O zagueiro Paulo Miranda, que atua na lateral direita, está à disposição do técnico Ney Franco para a partida. No jogo de ida, o camisa 13 ficou fora por conta de suspensão, já que foi expulso na final da Copa Sul-Americana diante do Tigre (ARG).

O atacante Aloísio, titular nas duas últimas partidas, deve permanecer entre os titulares. Ganso e Cañete, que marcaram seus primeiros gols com a camisa do Tricolor diante do Atlético Sorocaba, vislumbram a posição.

HÁ ESPERANÇA

'No futebol, nada é impossível, e ganhar do São Paulo será difícil, não impossível'. A frase do defensor Nelson Cabrera representa o clima por parte dos bolivianos para o confronto diante do clube do Morumbi. O elenco sabe das dificuldades para reverter os cinco gols sofridos, mas ainda acreditam que há possibilidade de classificação.

O técnico espanhol Miguel Ángel Portugal pretende escalar a equipe com três atacantes para impor um ritmo forte desde os primeiros minutos. Com isso, o setor ofensivo deve ser composto por Arce, William Ferreira e Gerardo Yecerotte.

Um dos trunfos da equipe boliviana é a altitude, que pode influenciar no desempenhos dos jogadores são-paulinos.

FICHA TÉCNICA

BOLÍVAR (BOL) X SÃO PAULO

LOCAL: Hernando Siles, em La Paz (BOL)

DATA/HORA: 30/1/2013, às 22h (horário de Brasília)

ÁRBITRO: Wilmar Roldan (COL)

ASSISTENTES: Humberto Clavijo (COL) e Eduardo Diaz (COL)

BOLÍVAR: Arguello; Ronald Eguino, Gabriel Valverde, Nelson Cabrera e Lorgio Álvarez; Damir Miranda, Walter Flores e Rudy Cardozo; Juan Arce, William Ferreira e Gerardo Yecerotte. Técnico: Miguel Ángel Portugal.

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Douglas (Paulo Miranda), Lúcio, Rhodolfo e Cortez; Wellington, Denilson e Jadson; Aloísio, Osvaldo e Luis Fabiano. Técnico: Ney Franco.

24 de janeiro de 2013

Charges: São Paulo 5 x 0 Bolivar

|0 comentários

Luis Fabiano faz história, São Paulo goleia o Bolívar e fica perto da vaga

Com bom futebol, Tricolor vence por 5 a 0 e Luis Fabiano ainda se torna o segundo maior goleador da história do clube no Morumbi. Na próxima semana, decide em La Paz

Na altitude da Bolívia, as equipes de fora geralmente sofrem com o ar rarefeito. Aqui no Brasil, a história é diferente. Com bom futebol e apoio de mais de 40 mil torcedores, o São Paulo sufocou o Bolívar (BOL) em campo, não deixou os bolivianos respirarem e conquistou uma grande vantagem para o jogo de volta ao vencer por 5 a 0 nesta quarta-feira, no Morumbi, pela primeira fase da Libertadores.

Luis Fabiano, autor de dois gols, chegou aos 92 no Cícero Pompeu de Toledo e é o segundo maior goleador do clube no estádio. O primeiro é Serginho Chulapa, com 135 gols. Osvaldo, Jadson e Rogério Ceni também marcaram na goleada. O jogo da volta ocorre na próxima quarta-feira, no estádio Hernando Siles, em La Paz, na Bolívia, às 22h.

O JOGO

No final de dezembro, a Conmebol definiu que o São Paulo jogaria no dia 23 diante do Bolívar, em casa. Desde aquele dia, o elenco são-paulino sabia da necessidade de conquistar um bom resultado na ida, porque teria de 'enfrentar' além dos bolivianos, a altitude. Focados e empurrados pela torcida, que voltara à Libertadores após duas edições, os jogadores encarnaram a raça, vontade e disposição para obter o resultado e ela veio rápido.

Logo no primeiro lance, Aloísio cabeceou na trave. A trave ora inimiga, minutos depois, foi companheira. Osvaldo recebeu passe de Jadson e fuzilou de fora da área, acertando um belo chute no canto esquerdo de Arguello. Na comemoração, fez questão de abraçar o 'quarentão' Ceni, que fez aniversário na terça-feira. A blitz tricolor, como foi salientada pelo técnico Ney Franco durante coletiva, surtiu resultado imediato. O Bolívar chegou a assustar, mas o arqueiro são-paulino salvou.

O treinador, visando ter mais um 'homem-gol', barrou Ganso no último treino coletivo e escalou Aloísio desde o início da partida. E a alteração não poderia ter sido melhor. O camisa 19 serviu Aloísio para Luis Fabiano entrar para a história. O atacante empurrou para o gol e virou o segundo maior artilheiro do clube dentro do Morumbi, com 91 gols. Como de costume, comemorou 'parado na esquina', junto de Aloísio. Com mais posse de bola e sem deixar o adversário criar, Fabuloso, nos últimos segundos do primeiro tempo, ainda marcou mais um, o de número 92. O líder é Serginho Chulapa, tem 135 gols no Morumbi pelo Tricolor.


Na etapa final, o ímpeto tricolor não diminuiu. Rápido e se aproveitando das jogadas pelas laterais, o time não deixou a equipe do Bolívar respirar em campo. Compactado, a equipe aumentou o placar com Jadson, após uma arrancada de Lúcio no campo de ataque. O aniversariante do dia anterior não poderia ficar sem o seu presente. De pênalti, o capitão chegou ao seu gol de número 108 da carreira.

Com o resultado e a classificação muito bem encaminhados, a torcida começou a cantar 'O lê lê, o lá lá, o Ganso vem aí, e o bicho vai pegar'. Contudo, Ney Franco não atendeu de primeiro momento os fanáticos. Optou pelo argentino Cañete, outro que também cumpre a função pelo lado direito do ataque e é um dos que postula a posição. Pouco minutos depois, o treinador atendeu aos torcedores. O meia Jadson, principal jogador até então, saiu ovacionado de campo e o camisa 8 pôde jogar.

O Tricolor continuou com o domínio do jogo, sofrendo com chutes de longa distância do Bolívar. Ao final, ainda houve algumas chances, mas o Tricolor cadenciou o jogo, já encaminhando a classificação ao Grupo 3 da Libertadores, que já conta com o Atlético-MG, The Strongest (BOL) e Arsenal de Sarandí (ARG).

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 5 X 0 BOLÍVAR (BOL)

Local: Morumbi, São Paulo (SP)

Data/hora: 22/1/2012, às 22h (horário de Brasília)

Árbitro: Robero Silvera (URU)

Auxiliares: Mauricio Espinosa (URU) e Marcelo Costa (URU)

Renda/público: R$1.383.036,00/ 41.838 pagantes

Cartões amarelos: Aloísio e Luis Fabiano (SAO); Flores (BOL)

Cartões vermelhos: -

GOLS: Osvaldo, aos 7'/1°T (1-0); Luis Fabiano, aos 20'/1°T (2-0), Luis Fabiano, aos 45'/1°T (3-0), Jadson, aos 14'/2°T e Rogério Ceni, aos 17'/2°T

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Douglas, Lúcio, Rhodolfo e Cortez; Wellington, Denilson (Casemiro, aos 30'/2ºT) e Jadson (Ganso, aos 26'/2°T); Aloísio (Cañete, aos 24'/2°T), Osvaldo e Luis Fabiano. Técnico: Ney Franco.

BOLÍVAR: Argüello, Ronald Eguino, Albarracin, Cabrera e Álvarez; Flores, Miranda (Lizio, aos 18'/2°T), Justiniano (Gómez, aos 33'/2°T) e Arce; Cardozo (Yecerotte, no intervalo) e Ferreira. Técnico: Miguel Angel Portugal.